Category: Other
Updated: 18 Jun 2021
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Nascido de uma mistura da umbigada,
batuque, lundu e várias outras raízes. O estilo se instala nos morros e subúrbios
do Rio de Janeiro. Conforme se espalha, cada samba
começa a desenvolver características únicas. De gênero da periferia, o samba cresce e
se estabelece como música nacional. É nesta década, tomada pela Segunda Guerra Mundial,
que a Aquarela do Brasil (lançada em 1939) se populariza
como um grande hino por aqui e no exterior. O samba tradicional resiste na década em que o gênero troca mais
influências com o exterior, principalmente pela
resposta de alguns acontecimentos da década anterior. Os bailes então são tomados por uma nova levada
do samba, com tom mais triste e romântico. Na década em que a bossa nova explodiu, o
samba encontrou no gênero um aliado onde suas
identidades dividiam muitas semelhanças. Os anos 1970 dão um novo fôlego ao samba no mesmo
passo que as agremiações se tornam instituições maiores. A década onde o samba ganha mais uma transformação importante.
O bloco Cacique de Ramos se torna uma importante peça para que o
gênero ganhe mais elementos, inclusive novos instrumentos entra
na equação: banjo, tantã e repique de mão. O pagode, que antigamente dava nome às festas realizadas nos quintais do
subúrbio, ganha vida própria e uma força incrível entre o público. O pagode dos anos 90 ainda curtiu sua força nos anos 2000.
Embora não seja visto com bons olhos por 100%
dos adeptos do samba raiz, o estilo usou do romantismo
e instrumentos elétricos para atingir as massas. Mais consolidado do que nunca, o samba ganha
ainda mais projeção com outros ritmos.
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