Download D. Pedro e os fundadores do Brasil
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Nascimento de Dom Pedro I Exumação Leopoldina - Valdirene Ambiel Abertura Sarcófago de Pedro I Obras - Inundação da cripta Construção da Cripta do Ipiranga Construção do monumento do Ipiranga Falecimento de Pedro I em Queluz, às 14:30.
No colo de Amélia.
Seu médico, João Fernandes Tavares preparou
seu corpo. Era de família pobre, mulato e
brasileiro, tal como o Motta Maia no futuro com d. P II.
João registrou 36 grandes quedas de cavalo de
D. Pedro I. Preparação Festejos 4º Centenário
em SP. Decisão pelo translado de
Leopoldina para a nova Cripta.
Cidade que nunca esteve em vida. Com a vinda do corpo, os
trinetos d. Pedro Henrique e
d. Pedro Gastão exigiram que
o cenotáfio fosse convertido
a um lugar sagrado pela igreja
Católica. Instaurado comitê preparatório para
os 150 anos da independência Cerimônia religiosa no
Panteão dos Braganças
no mosteiro Lisboeta de
São Vicente de Fora Dom Pedro chega na fazenda Pau d'alho Dom Pedro atravessa o Atlântico pela terceira vez Cabral chegou ao Brasil Nasce Leopoldina Partida da Corte e da família
real portuguesa para o Brasil
e Lisboa é ocupada pelos
franceses O príncipe regente, Dom João,
chega em Salvador, Bahia.
316 anos após o descobrimento,
uma casa real pisa no novo mundo Nasce d. Amélia O Brasil é elevado a categoria de
Reino Unido de Portugal e Algarves.
Assim, a diplomacia européia tinha
que aceitar a legitimidade da corte
no Brasil Morre no Rio, d Maria I, a piedosa, rainha de Portugal.
D. João chorava compulsivamente abraçado a mãe. É assinado em Viena,
tratado de casamento
entre d. Pedro e
d. Leopoldina D. Pedro recebe o título de príncipe
real do Reino Unido de Portugal,
Brasil e Algarves Realiza-se em Viena, por procuração, o
casamento de D. Pedro com a arquiduquesa
Leopoldina da Áustria. D. Leopoldina embarca em Livorno
com destino ao Brasil Leopoldina chega ao Brasil.
Salva de tiros de todos os canhões
da baia da guanabara e fortalezas.
S. João e Pedro conhecem a
arquiduquesa a bordo. Pedro
lhe deu uma caixa de diamantes e
ela ficou estarrecida.
D. João lhe disse que o Brasil era o
pais das pedras preciosas.
Pedro e Leopoldina sentados,
trocavam olhares furtivos . Abençoa-se na Capela Imperial,
a união de d. Pedro e d. Leopoldina.
Após o ritual foi cantado um
Te Deum laudamus. Ao final, fortalezas e
canhões repetiram seus tiros de salvas.
Retiraram-se para o paço e apareceram
no balcão para um desfile militar e
saudar a multidão. Dom João VI, é aclamado rei de
Portugal, Brasil e Algarves no Rio
de Janeiro, no paço, uma grande varanda
construída para o fato, mas seguindo uma tradição
não pôs nem ninguém o coroou. Desde 1640,
d. João IV, dedicou a coroa a Nossa Senhora
da Conceição, padroeira de Portugal. Nasce no Palácio de São Cristóvão
às 5:00hs, a primogênita de d. Pedro
e d. Leopoldina, a princesa
Maria da Glória, futura Maria II de Portugal D. Maria da Glória é batizada na
Capela Real. D. João e Carlota são
padrinhos Nasce no Palácio de São Cristóvão
o príncipe d. Miguel, segundo filho
de d. Pedro e d. Leopoldina. Falece
pouco tempo depois. Após a revolução do Porto, as cortes
determinam o retorno de d. Pedro a
Portugal, permanecendo no Brasil
d. João VI Nasce, no Paço de São Cristóvão,
o príncipe da Beira, d. João Carlos,
terceiro filho do príncipe d. Pedro
e d. Leopoldina. D. João VI nomeia d. Pedro regente e
lugar-tenete do rei, para que governe
o Brasil em sua ausência. Dom João VI retorna para Portugal com carlota.
Partem de madrugada com mais de 4.000 pessoas. Dia do Fico
(mais...) Falece no Paço de São Cristóvão,
d. João Carlos, príncipe da Beira Nasce no Paço de São Cristóvão, a
princesa d. Januária, quarta filha de
d. Pedro e d. Leopoldina, cognominada
"Princesa da Independência". D. Pedro é proclamado Defensor Perpétuo
do Brasil e Regente Constitucional, pela
maçonaria. Convocação da Assembleia Geral
Constituinte e Legislativa no Brasil
para o próximo ano Declaração da Independência Por decreto de d. Pedro I, são estabelecidas
as novas armas e bandeira do Brasil Por proposta de José Clemente Pereira
apresentada em 21 de setembro, d. Pedro I
em sessão extraodinária, é aclamado
Imperador Constitucional do Brasil e
seu defensor perpétuo.
Chuvia
O carioca foi em peso ao campo de santa
anna que se tornou praça da aclamação
Tropas chegaram de vários lugares;
havia um arco do triunfo;
coretos;
orquestras; salvas dos fortes e navios; Coroação e Sagração de d. Pedro I,
na Capela Imperial, como Imperador
Constitucional e Defensor Perpétuo do
Brasil Criada por d. Pedro I a Ordem Imperial
do Cruzeiro para celebrar a sua
aclamação e sagração É criada a Imperial Guarda de
Honra de d. Pedro I Nasce no Paço de São Cristóvão
a princesa d. Paula Mariana,
quinta filha de d. Pedro I e
d. Leopoldina. A princesa d. Paula Mariana é
batizada na Capela Imperial. É instalada a Assembleia Geral
Constituinte e Legislativa. D. Pedro chega no
edifício da antiga casa da Câmara e Cadeia.
Chegou de carruagem com 8 belas mulas.
Farda verde; manto com plumas amarelas em
forma de poncho. coroa e cedro ficaram numa
mesa próxima enquanto ele discursava. Nasce Rodrigo Delfim Pereira
filho de d. Pedro com Maria
Benedita de Castro Canto e Melo
Baronesa de Sorocaba Criado o Conselho de Estado que elaboraria
uma nova propsota constitucional D. Pedro outorga a primeira carta
Constitucional do Brasil, que duraria
65 anos; Na catedral da Sé, todo o texto foi lido
na missa e jurado pelo imperador, Leopoldina e
autoridades... Revolta de d. Miguel por instigação de
sua mãe, a Rainha d. Carlota Joaquina
e que ficou conhecida como "Abrilada" Nasce no Rio de Janeiro, Isabel Maria
de Alcântara Brasileira, filha de
d. Pedro I e Domitília de Castro Os EUA reconhecem a independência
do Brasil Nasce às 9:00PM, no Palácio de São Cristóvão
a princesa d. Francisca, sexta filha de d. Pedro I
e d. Leopoldina. Portugal reconhece a independência do Brasil A Inglaterra reconhece a independência do Brasil A França reconhece a independência do Brasil Nasce no Paço de Sâo Crístóvão, d. Pedro,
o sétimo filho de d. Pedro I e d. Leopoldina.
Futuro d. Pedro II. Nasce Pedro de Alcântara Brasileiro,
segundo filho de d. Pedro I e Domitília
de Castro A Áustria reconhece a independência do Brasil Falece no Rio de Janeiro, Pedro Alcântara
Brasileiro, o segundo filho de d. Pedro e
Domitília Morre d. João VI aos 59 anos, no Real
Palácio da Bemposta em Lisboa É criada por d. Pedro I, a ordem d. Pedro I,
fundador do império do Brasil de modo a
comemorar o reconhecimento pela
independência A regência e as cortes gerais portuguesas,
reconhecem d. Pedro I como o legítimo
herdeiro ao trono de Portugal D. Pedro outorga a carta constitucional de Portugal D. Pedro abdica condicionalmente do trono
português, em favor de sua filha d. Maria da
Glória, que passa a ser conhecida como d.
Maria II.
Como havia um grande movimento a favor do
seu irmão Miguel, pedro optou por uma
solução política ao oferecer ao irmão a mão
da rainha, ficando assim como rei consorte,
mas legítimo É aberta por d. Pedro I, a primeira
legislatura da Assembleia Legislativa
do Império do Brasil. D. Pedro I, reconhece como filha, Isabel
que passa a se chamar, Isabel Maria. Isabel Maria, recebe o título de
Duquesa de Goiás com o
tratamento de alteza É jurada a constituição outorgada por d. Pedro I
aos portugueses Embarque de d. Pedro I para a
Guerra da Cisplatina Morre no Rio de Janeiro, a Imperatriz
d. Leopoldina D. Pedro I, retorna para o Rio de Janeiro.
Chega sem alarde.
Decreta a demissão de várias pessoas e entre
elas, Arrábida e a camareira-mor de
Leopoldina, marquesa de Aguiar Brasil e Inglaterra ratificam a convenção
para o término do tráfico negreiro Nasce no Rio de Janeiro, Maria Isabel Alcântara Brasileira,
terceira filha de d. Pedro I e Domitília de Castro D. Pedro recebe as filhas que teve com a
Domitília no palácio para serem criadas D. Miguel é aclamado Rei Absoluto do
Reino do Portugal e Algarves. Falecimento de Maria Isabel,
4ª filha de d. Pedro I com a
Marquesa de Santos Ratificado em Munique, Alemanha,
o tratado de casamento entre
d. Pedro I e d. Amélia. Com destino ao Brasil, embarcam em
Portsmouth na fragata Imperatriz,
d. Maria II e o príncipe Augusto de
Leuchtenberg. Nasce Pedro de Alcântara Brasileiro,
filho de d. Pedro I e Madame Saisset Chegam ao Brasil na fragata Imperatriz:
d. Amélia;
d. Maria II (filha);
Marquês de Barbacena;
Príncipe Augusto, irmão de Amélia; O casamento de d. Pedro I e d. Amélia
é abençoado na Capela Real no Rio de
Janeiro. Partida da Duquesa de Goiás para a Europa Morre no Palácio de Queluz
em Lisboa, d. Carlota Joaquina,
mãe de d. Pedro I É adquirida por d. Pedro I, a fazenda do
Córrego Seco, que dará origem a
cidade de Petrópolis Nasce em São Paulo, Maria de Isabel
Alcântara e Bourbon, 4ª e última filha
de d. Pedro I e Domitília de Castro Retorno de d. Pedro I e d. Amélia ao Rio de Janeiro
após viagem a Minas Gerais D. Pedro demite o antigo ministério e organiza
um novo chamado de Ministério dos
Marqueses. A nomeação do ministério e a
consequente demissão do anterior, causa
revolta popular. Havia nele dois portugueses. Por decreto d. Pedro I, nomeia José Bonifácio,
tutor de seus filhos menores. A segunda foi D.
Mariana de Verna Magalhães Coutinho, que já
ocupava o cargo de aia desde o nascimento do
pequeno Pedro. A terceira foi o afro-brasileiro
Rafael, veterano da Guerra da Cisplatina,
empregado no Paço de São Cristóvão e homem
de confiança de Pedro I, a quem pediu para que
tomasse conta do filho, e de fato o fez, até o fim
de sua vida, em 1889.
(mais...) 2:50 - D Pedro I, abdica a coroa do Brasil em
favor do seu filho d. Pedro II.
"Usando do direito que a Constituição me
concede, declaro que hei muito
voluntariamente abdicado na pessoa de meu
muito amado e prezado filho, o sr. d. Pedro de
Alcântara.
Boa Vista, sete de abril de mil oitocentos e
trinta e um D. Pedro I, parte com Amélia do Brasil a bordo
da Nau HMS Volage. D. Pedro I, desembarca em Cherbourg na
França. Mesmo local onde 113 anos depois,
desembarcaraim tropas aliadas. Na Rue d.
Pedro.
E a índia brasileira, Catarina Paraguaçu que se
casou em St. Malo com o Caramuru, Diogo
Alves Correa. Alguns séculos antes.
Desde 1500 a França esteve por aqui. Igrejas da
Normadia e Bretanha, guardam esculturas de
índios e animais. Nasce em Paris, d. Maria Amélia, filha de d.
Pedro e d. Amélia.
O nome foi dado em homenagem a rainha da
França e sua Madrinha, Maria Amélia.
.
O embaixador brasileiro na França estava
presente para atestar a ligada do cordão
umbilical à mãe, confirmando como verdadeira
filha de d. Pedro e de d. Amélia.
Nascida naquela data, teria sido concebida
ainda no Brasil e por imperadores, portanto
estava confirmada como princesa. D. Pedro, Duque de Bragança, faz
em Paris, seu primeiro testamento Dom Pedro parte para a Ilha Terceira/Açores Dom Pedro desembarca na capital dos
Açores, Angra, onde assume a regência
em nome da filha, d. Maria II.
Com ele marquês de Loulé e o neto do La
Fayette.
Nomeia um conselho de ministros.
Navios e tropas foram chegando ao longo dos
dias para o rígido treinamento militar D. Pedro parte dos Açores para Portugal
continental a frente sua força expedicionária;
Eram mais de 50 navios; D. Pedro chega a cidade do Porto num animal
de carga e começa o Cerco do Porto.
Os cavalos ainda estavam embarcados por
conta do mar revolto. Falece no Paço de São Cristóvão
com 10 anos incompletos, a princesa
d. Paula, filha de d. Pedro I e d. Leopoldina Entrada de d. Pedro em Lisboa num barco a
vapor;
Ele vai cumprimentar Napier na nau capitânia
D. João VI.
Desembarca no cais do Arsenal de Marinha;
Uma multidão foi recebê-lo;
Montou a cavalo e correu por várias ruas da
cidade saudando a população;
assistiu um Te Deum;
Assistiu uma missa de ação de graças;
Ouviu vários perseguidos dos miguelistas e as
atrocidades feitas; Assinatura da Convenção de Évora Monte
que pôs fim a guerra civil em Portugal.
É mandado imprimir panfletos para que a
população tenha ciência do que foi decidido Morre a princesa d. Maria Amélia,
filha de d. Pedro e d. Amélia Morre em Lisboa, d. Maria II, Rainha de Portugal e
filha de d. Pedro e d. Leopoldina Morre d. Amélia, segunda imperatriz do Brasil Morre Rodrigo Delfim Pereira,
filho de d. Pedro I e Maria Benedita
de Castro Canto e Melo, Baronesa de
Sorocaba Morre em Paris, d. Pedro II, filho de d. Pedro e d. Leopoldina Morre em São Paulo, Maria Isabel de
Alcântara e Bourbon, filha de d. Pedro e
a Marquesa de Santos. Morre em Paris, d. Francisca, filha de d. Pedro e d. Leopoldina Morre em Maurnau, na Baviera, Isabel Maria, a Duquesa de Goiás. Morre em Nice, França, d. Januária, filha de d. Pedro e d. Leopoldina. Morre Pedro de Alcântara de Saisset
em San Jose, Califórnia. O Funchal aportou no Rio de Janeiro em 22 de abril, com o corpo de Dom Pedro I Demolição do Convento da Ajuda O presidente português, Américo Tomás
entregou oficialmente d. Pedro ao Brasil Acontece o féretro de d. Pedro I. Batalha dos Três Reis em Alcácer-Quibir,
onde morre d. Sebastião aos 24 anos
e sem herdeiros. Seu tio, o Cardeal
d. Henrique assume Morre d. Henrique sem reconhecer
um sobrinho bastardo, o d. Antônio,
o Prior do Crato que poderia ter sido o
rei de Portugal. Foi aclamado e reinou
por três anos até que a sua autoridade
restou confinada a algumas ilhas dos
Açores. Não consta da lista de reis de
Portugal.
Assume outro tio de d. Sebastião, o Rei
Filipe II da Espanha. Fundação do Rio de Janeiro por Estácio de Sá O secretário de Estado Miguel de Vasconcelos
é arremessado de uma das janelas da Praça do
Comércio, dando fim a União. Assumem os
Braganças. As Cortes de Tomar de 1581 O Tratado de Madri substitui Tordesilhas Terremoto de Lisboa Surgimento da Casa dos Braganças Incêndio destrói a Barraca Real Início da construção do Palácio da Ajuda Atentado contra o rei Dom José I Execução injusta da família Távora Dom José ordena o sequestro dos bens dos Regulares da Companhia de Jesus. Publicada uma Carta Régia que proibiu os
jesuítas de ensinarem latim, grego e retórica. "Lei de Extermínio, Proscrição e Expulsão dos
seus Reinos e Domínios Ultramarinos dos
Regulares da Companhia de Jesus" Bula Papal revoga expulsão dos
jesuítas da Europa. Marquês de Castelo Rodrigo por apoiar os
espanhóis, perde a Quinta de Queluz que
passou para posse real incorporada na
Casa do Infantado, da família Bragança. Grande Incêndio destrói o Palácio de Queluz Embora não se saiba desde quando
d. João e d. Pedro, temendo a praga dos
Braganças (d. João IV), tomaram por hábito
de apresentar os membros recém-nascidos
aos altáres da ordem mendicante de São
Francisco, assim como assistir a todas as
festas do santo (4 de out), ainda doando
sempre 600 réis e participando do jantar
no refeitório comum dos padres e utilizando
a clássica colher de pau Desastre da Ponte das Barcas - Porto 1ª invasão francesa - General Junot 2ª invasão francesa - General Sout 3ª invasão francesa - Marechal Massena Chegada da Corte e da
família no Rio de Janeiro.
Encontraram a outra parte
dos navios perdidos na
travessia do atlântico. Batismo de d. Pedro.
Na capela do Real Palácio de Queluz
pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa
Padrinhos: Infante da Espanha d. Antônio
representado pelo seu sobrinho, d. Pedro Carlos
e a infanta Maria Ana, tia avó do pedrinho
e irmã da rainha d. Maria. Esteve presente e aos 8 anos,
Antônio Teles da Silva Caminha
e Meneses, Era sua primeira
participação num evento público.
No futuro, esse menino seria o marquês de
Resende. Daria sua fidelidade e o defenderia
até a morte. D. Pedro se torna o herdeiro do trono
e príncipe da Beira Morre d. José, irmão mais velho de d. João,
aos 27 anos de idade e por Varíola Nasce d. João VI Início da construção do palácio de Queluz Intentona Comunista Dom João Declara Guerra aos Franceses Eusébio Gomes, anotou o embarque:
"Embarcou a família real no cais de Belém [...]
entre lágrimas e suspiros gerais. Que grande
confusão houve no cais de Belém!!! Dom Miguel chega a Génova, em Itália, e
renega a Convenção de Évora-Monte. Em Lisboa, é abortada pela polícia uma revolta
que pretendia destronar D. João VI e fazer subir
ao trono o infante D. Miguel. Proclamação do marquês de Chaves aos
portugueses, anunciando o seu regresso ao
reino em defesa dos direitos de D. Miguel. Sublevação do infante D. Miguel, em Vila Franca
de Xira, e que ficou por isso conhecido pela Vila
Francada. A Constituição é abolida, e o regime
absoluto é restabelecido. D. Miguel é nomeado
comandante-chefe do Exército, com o título de
generalíssimo.
Queriam a saída de d. João que era fiel ao seu
juramento constitucional Projecto frustrado de conjuração, envolvendo
D. Miguel e D. Carlota Joaquina, para
afastamento de D. João VI, que deveria ser
preso em Vila Viçosa e substituído no trono por
D. Miguel. No mesmo dia do ano seguinte
repetir-se-ía uma tentativa de golpe com o
mesmo objectivo. O infante D. Miguel é condecorado pelo
imperador da Rússia com a Ordem de Santo
André. Ser-lhe-á entregue pelo embaixador em
Portugal, barão de Strogonoff. A pretexto de ir de ir para um passeioe jantar
em Caxias, d. João saiu do palácio com a filha
d. Isabel Maria e outras infantas, refugiando-
se em seguida numa nau inglesa atracada no
tejo (Windsor Castle). Ao entrar o rei,
dispararam uma salva de tiros chamando a
atenção da cidade. Içaram o pavilhão real e o
Português. A nau virou o paço real de onde d.
João despachou e desmontou a revolta.
Infanta d. Isabel Maria(~22) engravida a bordo
de um oficial inglês. D. Miguel parte para o exílio, em Viena. Carta de D. João VI para seu filho D. Miguel,
proibindo-o de se ausentar de Viena sem a sua
autorização. O infante D. Miguel sai de Karlsruhe, Baden,
para Viena de Áustria. Obrigado pelo rei D. João VI a sair de Portugal,
o infante D. Miguel chega a Munique, a
caminho da Áustria. De Mafra, o rei D. João VI escreve ao Imperador
de Áustria recomendando-lhe o infante D.
Miguel. O infante D. Miguel chega a Viena de Áustria. Decreto que manda sentenciar os réus
envolvidos no movimento revolucionário de 30
de Abril do ano anterior liderado pelo infante
D. Miguel, conhecido pela "Abrilada". D. Miguel jura a Carta, em Viena na Áustria. Em Vila Pouca de Aguiar, revolta militar a favor
de D. Miguel. Em Viena é assinado o contrato de esponsais
entre a Infanta Maria da Glória e o Infante D.
Miguel.
Pedro ainda queria que o irmão viesse para o
Brasil e se afastasse da rede de intrigas e
golpistas.
Carlota por carta, envenenava a cabeça do
filho para que não fosse para o Brasil. Regressando do exílio em Espanha, o marquês
de Chaves entra em Trás-os-Montes e consegue
levantar a província em favor da causa de D.
Miguel. Os realistas, apoiantes de D. Miguel,
estabelecem uma junta denominada "Supremo
Governo Provisório do Reino", encabeçada pelo
marquês de Chaves. Instala-se, em Vila Real, um Governo provisório,
em nome de D. Miguel, como soberano de
Portugal. Aclamação de D. Miguel na vila de Cernancelhe. De regresso a Portugal, parte de Paris
o infante D. Miguel. É assinado o Auto de aclamação de D. Miguel
como rei de Portugal. Decreto de D. Pedro nomeando D. Miguel
lugar-tenente da Rainha. Protocolos secretos de Viena, assinados por
representantes da Áustria e da Grã-Bretanha,
que decidem o regresso do Infante D. Miguel a
Portugal. De Viena de Áustria, D. Miguel escreve a seu
irmão D. Pedro aceitando a nomeação do cargo
de Lugar-Tenente e Regente do Reino e
promete defender as instituições. No mesmo
sentido, escreve tambèm à Infanta D. Isabel
Maria. A fragata Pérola sai de Lisboa, para ir buscar D. Miguel. Decreto que convoca Cortes gerais para o acto
de juramento de D. Miguel como regente do
Reino. O infante D. Miguel parte de Viena de Áustria
de regresso a Portugal. Na viagem de regresso a Portugal, o infante D.
Miguel janta em Munique com Luis I, rei da
Baviera. Na viagem de regresso a Portugal, o infante D.
Miguel chega a Kalrsruhe, onde é recebido pelo
grão-duque de Baden. 16.12.1827 Na viagem de regresso a Portugal,
chega a Estrasburgo o Infante D. Miguel. Na sua viagem de regresso a
Portugal, D. Miguel chega a Paris. D. Miguel faz a sua entrada em Paris. Na viagem de regresso do seu exílio na Áustria,
o infante D. Miguel parte de Paris para Londres. Grande banquete na embaixada de Portugal
em Londres em honra do infante D. Miguel. O infante D. Miguel embarca em Calais com destino a Londres. A bordo da fragata "Pérola", D. Miguel
parte de Plymouth para Lisboa. Chegada do infante D. Miguel a Lisboa. A infanta D. Isabel Maria, regente desde 6 de
Março de 1826, transfere as suas funções para
o irmão, o infante D. Miguel, após este ter
jurado a Carta. D. Miguel nomeia novo governo
e substitui os governadores militares. D. Miguel
desempenhará aquele cargo até 7 de Junho do
mesmo ano, sendo então aclamado monarca
absoluto. As Câmaras são dissolvidas por D. Miguel,
tendo o apoio dos governos austríaco e
espanhol. É nomeada uma Junta das Instruções
eleitorais. O Hino da Carta é proibido. Lentes de Coimbra, que vinham a Lisboa
saudar o infante D. Miguel, são assassinados
em Condeixa. Tumultos absolutistas em Lisboa. Aclamação de
D. Miguel pelo Senado da Câmara de Lisboa, de
Coimbra e de Aveiro. Assinada em nome da nobreza no palácio do
duque de Lafões, é entregue uma
representação que pede ao infante D. Miguel
para assumir a Coroa, a convocação dos
antigos Três Estados e a abolição da Carta. D. Miguel é aclamado rei de Portugal nos Açores. Juramento de D. Miguel perante a Junta dos
Três Estados. Sobe ao trono o rei D. Miguel I. Aclamação do rei D. Miguel em Damão. O rei D. Miguel parte uma perna ao
espantarem-se as mulas que puxavam a sua
carruagem, no caminho de Queluz para Caxias. Chega a Roma, como embaixador do governo
de D. Miguel, o marquês de Lavradio. O Papa recebe em audiência não oficial o
marquês de Lavradio, designado para
embaixador na Santa Sé pelo rei D. Miguel. Aclamação de D. Miguel em Benguela, Angola. Alvará de D. Pedro declarando o casamento de
sua filha a princesa D. Maria da Glória com o
seu tio, o Infante D. Miguel, como nulo e de
nenhum efeito. Revogação da nomeação de D. Miguel como
lugar-tenente de D. Pedro e regente do Reino. Reconhecimento de D. Miguel, rei, pelos
Estados Unidos da América. Espanha reconhece D. Miguel como rei de
Portugal. O rei D. Miguel I recebe em Queluz as
credenciais do novo embaixador espanhol,
Acosta y Montealegre. Em Lisboa, D. Miguel preside à inauguração da
Igreja de São Jorge. Aclamação de D. Miguel em Goa, Índia. No
mesmo dia, em Lisboa, o rei assiste à sessão
pública da Academia Real das Ciências. Guilherme IV, rei de Inglaterra, declara que,
concedendo o rei D. Miguel uma anistia,
conviria reatar relações diplomáticas com
Portugal. O Papa reconhece "de jure" D. Miguel rei de
Portugal, recebendo as credenciais do seu
representante, o marquês de Lavradio D. Pedro envia a Gregório XVI uma carta de
protesto pelo reconhecimento de D. Miguel
como rei de Portugal. O governo de D. Miguel lança um
empréstimo de 1.200 contos. D. Miguel publica um manifesto relativo à sua
legitimidade como sucessor do reino. D. Miguel I parte para o Norte, acompanhado
pelas infantas D. Isabel Maria e D. Maria da
Assunção. D. Miguel pernoita em Pombal. D. Miguel I entra em Coimbra. O rei D. Miguel visita o túmulo de D. Afonso
Henriques na Igreja de Santa Cruz, Coimbra.
Recebe mais tarde o Corpo da Universidade,
nobreza, autoridades, etc. Em Coimbra, o rei D. Miguel visita o Museu de
História Natural, o Gabinete de Física e outros
estabelecimentos. Em Coimbra, o rei D. Miguel faz uma segunda
visita á Igreja de Santa Cruz e manda abrir o
túmulo de D. Afonso Henriques. Em Coimbra, o rei D. Miguel assiste na Sé a um
solene "Te Deum" pelo seu 30º aniversário. D. Miguel demite o seu comandante do exército
no cerco do Porto, Gaspar de Magalhães e
Lacerda. Decreto de anistia outorgado pelo rei D. Miguel
que abrange todos os militares até ao posto de
capitão. Em Coimbra, o rei D. Miguel assiste à Oração
Latina na Sala Grande da Universidade. D. Miguel e a sua comitiva pernoitam em Couto
de Cucujães, depois de ter visitado Oliveira de
Azemeis. O rei D. Miguel estabelece em Braga o seu
Quartel-General. Em Braga, o beija-mão real a D. Miguel
junta mais de 100 mil pessoas. Em Braga, o rei D. Miguel visita os doentes dos
hospitais do Pópulo e de São Marcos. Proclamação de D. Miguel aos portugueses,
exortando-os a pegar em armas contra os
rebeldes. D. Miguel visita o Mosteiro de Tibães. A cidade do Porto é intensamente
bombardeada pelas tropas de D. Miguel. D. Miguel chega a Valongo, para
inspecionar o exército D. Miguel passa revista às tropas sitiantes do
Porto, na quinta da Prelada. Rodrigo da Fonseca parte do Porto para
Inglaterra com o objectivo de fretar barcos e
contratar mercenários para derrubar o governo
de D. Miguel. D. Miguel entra em Coimbra. D. Miguel e o exército avançam de
Coimbra sobre Lisboa. O governo espanhol propõe ao embaixador
inglês em Madrid, Villiers, uma aliança ofensiva
e defensiva com Portugal com o objectivo de
expulsar os partidários de D. Miguel I e do
infante D. Carlos de Borbón. Decretos de exautoração do infante D. Miguel e
de abolição da Casa do Infantado,
incorporando no Estado os respectivos bens. Assinatura do Tratado da Quádrupla Aliança,
projeto patrocinado por Inglaterra e França
para pôr fim às guerras civis em Espanha e
Portugal, prevendo o exílio dos infantes D.
Miguel e D. Carlos de Borbon. Retirada de D. Miguel de Santarém para Évora.
D. Carlos, espanhol, estava junto Convenção de Évora-Monte impõe exílio ao "rei" D. Miguel. Decreto de regulamentação da Câmara dos
Pares. São excluídos da Câmara Alta todos os
Pares que em 1828 haviam assinado «com o
cunho do perjurio» a realeza de D. Miguel. D. Miguel abandona Portugal, embarcando em
Sines na fragata britânica Stag. Ao mesmo
tempo embarcava o infante espanhol D. Carlos,
pretendente carlista ao trono espanhol. Na sequência da sua proclamação em Génova,
D. Miguel e os seus descendentes são banidos
por lei. D. Miguel fez em Roma uma proclamação aos
seus partidários, dizendo que muito breve o
teriam em Portugal. Visitam Lisboa os Reis da Bélgica no seu
regresso dos Estados Unidos. A rainha era filha
da infanta D. Maria José de Bragança e neta do
rei D. Miguel. Faleceu d. Miguel em Wertheim, na Alemanha,
e foi sepultado no Convento dos Franciscanos
de Engelberg, em Grossheubach Corpo de d. Miguel chega a Lisboa, de avião, já
durante a República, em 5 de abril de 1967,
para ser solenemente trasladado juntamente
com a sua consorte para o Panteão da Dinastia
de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de
Fora, da mesma cidade. Canhão que saudava d. João VI em Paquetá Na ilha de São Miguel/Açores, em Ponta
Delgada, no Relvão, no antigo campo do
dízimo, (Atual Alameda Duque de Bragança
d. Pedro IV passou revista às tropas liberais A batalha da Asseiceira O Combate da Ladeira da Velha A Batalha da Praia Combate do Pico do Seleiro Desembarque do Mindelo Execução das Carmelitas na França Sessão de abertura dos Estados Gerais
e início da revolução francesa O golpe de Estado do 18 Brumário: Fim do
Diretório e fim da Revolução Francesa para
iniciar a era Napoleônica Derrota Napoleônica em Waterloo Execução de Charles I (Carlos) Execução de Lady Jane Grey, Rainha da
Inglaterra por apenas nove dias, foi
executada na Torre de Londres aos 17 anos Execução de Jacques DeMolay Após a prisão dos templários na França em
1307, Clemente V, através da bula Callidis
serpentis, solicitou a D. Dinis que fizesse o
mesmo com os templários portugueses. Quando a princesa, depois rainha d. Carlota,
acabava de dar à luz o seu segundo filho varão,
o som das salvas da chalupa inglesa Moreno
que trouxera aqui a nova da chegada de
bonaparte ao Egito, onde ele se ensaiava para as
lutas que, à sombra da soberania do povo,
havia de ter a fim de realizar a tão sonhada
monarquia universal regida pelo despotismo,
confundia-se com o zunido das girândolas que
de um monte propínguo ao Tejo, anunciavam o
começo da vida de um renovo bragantino
António Teles da Silva Bodas de d. João VI e d. Carlota(10) D. João e d. Carlota, consumam seu casamento.
Ela faria 15 anos no dia 25/04 Nasce d. Carlota Joaquina Pombal transfere a capital do Vice-Reino do
Brasil, da Cidade do São Salvador da Bahia de
Todos os Santos para o Rio de Janeiro.
Foi ventilada a possibilidade de transferência
das cortes para o Brasil. Dom João sofre um ataque de varíola e sobrevive Morre d. Mariana (19) de varíola.
Irmã de d. João e infanta de Espanha.
Seu bebê recém-nascido idem.
Morre seu esposo Gabriel de Bourbon.
Todos por varíola. D. João assume o poder em Portugal no
lugar da mãe por motivo de insanidade
O diagnóstico foi feito no quarto d. Quixote em
Queluz D Maria I tem um surto de loucura no teatro
no palácio real de Salvaterra puxando cabelos
e roupas. Execução de Maria Antônieta Execução de Luís XVI Espanha e França assinam acordo
estipulando regras para invasão
de Portugal Morre d. Jose I,
pai de Maria I Batalha Naval de Copenhague. Inglaterra bombardeia Copenhague. D. João fecha acordo com a França.
Receberia 1 milhão de libras em 25
parcelas de 40 mil. D. João inicia educação de d. Pedro I.
Estava comsarampo e lombrigas.
Morava com a avó em Queluz.
Tinha três amas de leite e 6 seios.
Tinha uma aia, Marquesa de São Miguel,
d. Mariana Xavier Botelho.
Tinha um aio, d. Vasco Manuel de
Figueiredo da Câmara Cabral. Primeiro tutor de d. Pedro I(5):
Vice-reitor da Univ. de Coimbra, José Monteiro
da Rocha(68). Fora criado no Brasil pelos Jesuítas
em Salvador.
Indicação por: Domingos Agostinho Vandelli,
(Italiano) médico e conselheiro de d. João.
Ao falecer em 1819, deixou sua bublioteca para
d. Pedro I. Vandelli Chegou em Portugal pelas mãos de
Pombal para reformar a educação Portuguesa.
Seu principal discípulo era José Bonifácio.
A filha de Bonifácio (Carlota Emília), casou-se
com o filho de Vandelli (Alexandre Antônio). Alexandre Antônio, foi professor de
botânica e ciências sociais de
d. Pedro II. Vandelli escreve para d. João VI um
parecer sobre a escolha do tutor de
Pedro I. A idade avançada dos mestres eram até bem vindas,
Vandelli dizia: "Vivendo mestre entre 12 e 15 anos, tem
tempo suficiente para ensinar e educar o discípulo,
que chegando a governar, não precia mais que hábeis
ministros."
O professor morto antes que o aluno subisse ao trono,
não teria influência no Estado. Apontamentos para a educação de um menino nobre (1734). Por Martinho de Mendonça Pinna e de Proença.
e
Breve desenho da educação de um menino nobre (1781) Por Frei José Caetano Brandão.
Diziam que a educação clássica de um nobre era composta por educação moral e religiosa, leitura, escrita e o
aprendizado de línguas.
Martinho:
"Ainda que o principal fim da boa educação deva adornar de virtudes a alma, também deve atender a quanto
pode adquirir para o corpo, disposição perfeita, robusta e capaz, não só do O diplomata britânico Beckford escreveu sobre
os príncipes portugueses antes da era
napoleônica:
"A mais rigorosa etiqueta prende os infantes de
Portugal dentro dos seus palácios... essa forma de
embalsamar principes vivos naão é, no fim de tudo,
má política: conserva-os sagrados, concetra-lhes
a sua real essência, tão fácil de se perder pela exposição Coronel General Francês Junot, novo embaixador,
se apresenta em Queluz para a corte reunida
Relatou Raul Beandão: "...com brilhante uniforme
dos hussardos, branco e azul e cinco cicatrizes no
rosto. Esbelto, loiro".
Foi nesse evento que Junot confidenciou a sua
esposa que todos eram feios, menos o menino Pedro.
"E ele não tirou os olhos de mimpor um instante."
Dois dias depois, o o primeiro criado de câmara de d. João,
se apresentou e pediu emprestado o uniforme dos
hussardos. Faria um uniforme adult Carlota escreve e pressiona o pai, rei de
Espanha, à apoia-la a dar um golpe contra o
marido, d. João. O plano foi descoberto e d.
João se afastou da esposa. Encontrava-a em
solenidades da corte. Durante a luta para manter Portugal
independente da Espanha, surge a idéia
pela 1º vez, de transferir o centro de
poder para o Brasil. Dom João IV ventila a idéia de trasnferência do
centro de poder para a Ilha Terceira ou o Brasil.
Diante da ameaça espanhola. Padre Antônio Vieira comenta sobre a mudança
da corte para terras brasileiras Fundação da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro A esquadra de Valdez aportou à Guanabara.
Seus homens estavam atacados por escorbuto.
Padre Anchieta, convidou-os a descerem à
terra, construindo toscas palhoças para abrigar
os doentes, os quais ele mesmo tratou e
recuperou com recursos locais - infusões de
ervas, frutas cítricas, raízes e outros trazidos
pelos índios. Assim nasceu a Santa Casa da Misericórdia Marquês de Alorna escreve a d. João VI,
sugerindo transferência da Corte para o Brasil D. Rodrigo de Souza Coutinho, escreve
para d. João VI, sugerindo criar um
poderoso império a partir do Brasil. Reunião do Conselho de Estado.
Portugal não aceitaria as reivindicações
por completo. Acatou o fechamentos
dos portos à Inglaterra com a prévia
concordância deles;
Determinou o regresso de toda a frota
portuguesa que patrulhava o
Mediterrâneo contra piratas Nova Reunião do Conselho de Estado.
1 - d. Pedro(8) seria enviado p/ o Brasil;
2 - infanta d. Maria Benedita, viúva de d. José, tia de d. João
3 - Usariam o navio Afonso de Albuquerque, já preparado Frota inglesa parte para Lisboa:
Caso Portugal fosse tomado
pelos franceses, todo os navios
portugueses no Tejo, deveriam
ser tomados ou destruídos Assinado entre Espanha e França, o
Tratado de Fontainebleau, que:
1 - Dividia Portugal entre os dois países;
2 - Permite a passagem de tropas francesas
pelo território espanhol para invadir Portugal.
Os franceses aproveitaram esse movimento,
para ocupar a Espanha que inicia no ano seguinte
sua luta por independência.
(se fufu) Napoleão declara:
"Se Portugal não fizer o que eu quero,
a Casa de Bragança não reinará mais
dentro de dois meses" Jornal francês Le Moniteur afirma:
"A inglaterra está indiferente com o
que se passa com os portugueses.
Quando Portugal cair, tomarão o
Brasil.
A queda dos Braganças mostrará
que é inevitável a derrota de todos
os que se unirem aos ingleses. Terceira Reunião do Conselho de Estado em Portugal.
Decide:
1 - Partida da família real para o Brasil;
2 - Abertura de todos os portos aos ingleses; Início do bloqueio do Porto de Lisboa pelos Ingleses.
Alm. Sidney Smith entregou um ultimato:
Caso Portugal não fosse amigável:
1 - O cerco se estenderia a outros portos;
2 - Apreenderia os navios de guerra de Portugal;
3 - Sequestrariam os navios mercantes; D. João convoca Visconde do Rio Seco,
no Real Palácio da Ajuda, em Lisboa e
Dá-lhe a ordem de que providenciasse
os arranjos para o embarque da família
real no dia 27 D. João se transforma numa metralhadora de
ordens para um sem número de funcionários. A população de Lisboa assistia os preparativos
e pensava no seu futuro incerto.
Os que preparam tudo, pensavam no futuro
incerto de uma travessia atlântica com toda
a família real para um país com clima, hábitos e
recursos muito diferentes dos que gozavam
em Portugal. O Brasil era um nada sob o ponto
de vista de nação. Sem um sistema de ensino
(Valeu Pombal, seu m...), indústrias, administração
pública, bancos, formação militar. Tudo teria que
ser construído do zero. E rápido. d. João teve toda
uma trav D. Pedro Carlos, filho da irmã falecida (d.
Mariana) de d. João, infante espanhol
acompanhou o tio.
O trono espanhol também seria garantido.
Foram os primeiros a chegar no porto em
uma carruagem simples e sem identificações.
A seguir, Carlota com Pedro e Miguel, as cinco
filhas mais velhas e a mais recente,
d. Ana(11 meses), futura marquesa de Loulé.
Pedro parece ter sido o último filho legítimo
de d. João. A Rainha empacou no cais não querendo
embarcar. D. João autorizou e o capitão da Nau,
Principe Real, o capitão de mar e guerra
Francisco José de Canto e Castro Mascarenhas
e levou-a no colo a bordo.
Embarcaram também, as irmãs da rainha,
d. Maria Benedita e d. Mariana.
E por fim, d. João e chefe de esquadra Manuel
da Cunha Sotto-Maior. Totalizaram mais de
1000 pessoas na Nau. Muitos só com a roupa
do corpo. Outros preferiam embarcar seus bens. Jornais ingleses como o "London Observer",
relatam que d. João comentou com o
corpo diplomático daquele país, que não
se considerava pai de d. Miguel, pois
estava sem relações com d. Carlota por
dois anos. Mesmo assim, d. João registrou
todos os filhos posteriores. Pedro deveria estar encantado com todo aquele movimento e o início da grande aventura pelos mares. Eugène Garay de Monglave descreve sobre d. Pedro:
"Durante a viagem o príncipe não demonstrou
medo nem preocupação. Passava os dias
misturado aos oficiais e guarda marinhas,
participando das manobras de bordo e dos
cálculos de longitude. Podia ser encontrado ao
sentado ao pé do mastro principal, lendo Eneida
no original latino. Era visto com livros todos os dias."
Sem dúvida, fazia parte dos livros escolhidos pelos
seus professores a bordo. Provável, Frei
Antônio de Arrábida(36 - alto e magro)
respon Relatos de tempestade no dia 28/29. Com a escolta de quatro navios de guerra
britânicos, as embarcações seguiram para a
Ilha da Madeira. Uma violenta tempestade
provocou a dispersão da frota. Uma parte foi
direto para o rio. Na altura da Linha do
Equador, uma calmaria atrasou a viagem. Sem
ventos, os navios levaram dez dias para
percorrer uma distância que poderia ser feita
em dez horas. D. João podia ser comparado a Enéias da Eneida.
Enéias acompanhado da esposa (que desaparece),
carregou o pai nas costas e o filhos pelas mãos
para fundar um novo império após a queda de
Tróia. Criou as condições para tal e deixou a
cargo do filho e seus ascendentes que fundaram
Roma, que depois retornaram a Tróia
D. João levava a esposa que o deixara, o filho e
a mãe (no colo) doente após a invasão de Portugal.
Criou as condições para a fundação de um novo
império conduzido pelos seus ascendentes
e se O Navio Príncipe Real foi localizado
pelo brigue Três Corações, enviado
pelo governador de Pernambuco,
Caetano Pinto de Miranda
Montenegro.
O brigue estava carregado de
mantimentos frescos. Dom Pedro toca os pés em solo brasileiro
no bairro da Ribeira, Cidade Baixa, com a
família.
Festa na cidade. Seguiram pela cidade
numa carruagem. Foram até a Sé.
Tocavam todos os sinos das igrejas.
Celebraram um Te Deum em ação de
graças pela viagem. O francês Ferdinand Denis relata sobre os escravos baianos:
"mais livre e mais considerado do que nas colônias francesas...
menos surrado do que Martinica e na Ilha de França. A Alimentação
seria de pior qualidade. Farinha de mandioca, carne seca, bananas e milho"
Chegavam diariamente da África, esquálidos, abatidos, com um simples
pano de algodão por vestimenta. Não raro sendo forçados a cantar
enquanto seguem rumo ao armazém onde esteiras escangalhadas
vão dar descanso aos corpos fatigados pela viagem." Assinatura da Carta Régia de abertura
dos portos às nações amigas.
1 - Era o acordado antes da viagem;
2 - Libera as centenas de navios presos desde a ordem no ano anterior.
3 - Continua alimentando a Revolução Industrial inglesa;
4 - Até então, era proibido o desembarque de estrangeiros no Brasil,
assim como residência. Carga, só de nação amiga. Soldados vigiavam
os portos Livro Cultura e opulâncoa do Brasil por suas drogas e minas,
é suspensa e tem seus exemplares confiscados pelo conselho
Ultramarino. Eles não viram com bons olhos uma obra
falando sobre a localização das minas e suas riquezas D. João promoveu militares e condecorações.
Era comum vê-lo em carruagem aberta,
conhecendo todos os cantos, acompanhado de
d. Pedro. Sempre seguidos por uma pequena multidão
que gritavam vivas e eram correspondidas por moedas de prata D. João e o filho d. Pedro visitam Itaparica.
Ficaram presos por conta de um vento
contrário. Dormiram na casa de um ilhéu. Todos partem para o Rio de Janeiro para
a tristesa dos baianos que tentaram de
todos os meios fazer com que d. João ficasse.
Cantavam:
"Meu príncipe regente
Não saias daqui
Cá ficamos chorando
Por Deus e por ti" Nasce a primeira filha de d. João e Carlota
Maria Teresa de Bragança, Princesa da Beira Rodrigo de Sousa Coutinho, conde de Linhares,
é nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros
e da Guerra. Seguem todos novamente sob um pálio de seda para a
missa de ação de graças na igreja de nossa senhora do
rosário e de são benedito. Soldados perfilados. Bandas
de música. Aplausos do povo. Fogos de artifício. Salvas
de canhões.
Na saída, d. João seguiu com d. Pedro escoltado por
esquadrões de cavalaria até o paço, antiga cadeia
(futura sede do parlamento e demolida em 1922). Desembarcaram cerca de 20 mil pessoas.
A população da cidade era de pouco mais
de 60 mil. Sem residências para todos e usando o
artifício da "Aposentadoria ativa" pegava
casas dos outros riscando na porta
(PR = príncipe real ou ponha-se na rua) Devido ao calor d. João foi morar no interior,
na Quinta da Boa Vista, seis quilômetros do
centro da cidade. Levou Pedro, Miguel e o
sobrinho d. Pedro Carlos. Voltava a noite
para dormir no centro. Mistério
A casa foi cedida pelo sírio-libanês
Elie Antun Lubbus, conhecido como
Elias Antônio Lopes, traficante de
escravos.
Em 1803 ao ser perguntado sobre
estar construindo uma casa tão grande
para um homem solteiro, respondeu
que era pra residência do príncipe
regente de Portugal. D. João começa a frequentar a fazenda
de Santa Cruz (80km a oeste e a caminho
de são paulo). Antiga propriedade dos
Jesuítas e tomada por Pombal. Usufruíam do sítio Frexeiras
na ilha do governador, onde
além de vários bichos, tinham
um Urso dado de presente
pelo Csar Chegada dos primeiros colonos em Petrópolis A história da fundação de Petrópolis começa
pelo decreto imperial de 16 de março de 1843,
que ordenou a construção de um palácio de
verão em terras da Imperial Fazenda de
Córrego Seco, em uma garganta no alto da
serra da Estrela, e a criação de uma povoação
em torno segundo um arruamento
previamente traçado (Petrópolis foi portanto a
primeira “cidade planejada” do Brasil). Coube ao major de engenheiros Julio Frederico
Koeler a construção do palácio e o
planejamento da povoação.
Por falta de verbas, somente no início de 1845
foi o Imperador até a serra marcar os lugares a
igreja, do palácio, etc. e em maio daquele ano
foi assentada a pedra fundamental do palácio e
começaram as obras. Em 29 de junho
chegaram em Petrópolis os primeiros colonos
alemães, recém-aportados no navio Virginia e
originalmente contratados para trabalharem
nas estradas da província. Já na época O Imparcial, Folha Política e Comercial, de 24
de maio de 1845, na seção referente à Família
Imperial, informa sobre uma viagem do
Imperador a Córrego Seco para assentar a
pedra fundamental do palácio:
SS. MM. estão em vésperas de uma viagem à
sua fazenda do Córrego Seco; onde o
Imperador vai assentar a primeira pedra do
palácio que ali mandou edificar, criando
juntamente uma cidade com o título de
Petrópolis. No Jornal do Commercio de 17 de fevereiro de
1845, Julio Frederico Koeler, planejador da
cidade, havia comunicado:
No alto da serra da Estrela, em espaçosa
garganta, é situada a fazenda do Córrego Seco,
chamada hoje Petrópolis, que pertence a S.M. o
Imperador. Por ali passa a maior parte do
comércio de Minas, Goiás e Mato Grosso, e o
governo provincial já mandou delinear e
construir a estrada normal, que, em seguida à
nova da serra, atravessa a fazenda. A Gazeta Oficial do Império do Brasil, na edição
de 6 de outubro de 1846, relata o testemunho
de um estrangeiro, dedicado ao estudo da
colonização, sobre o “bom resultado que vai
apresentando o estabelecimento de
colonização formado debaixo dos auspícios de
S.M. o Imperador, em Petrópolis” O relatório da Sessão Imperial da Abertura Da
Assembleia Geral Legislativa, em 3 de maio de
1846, publicado no Anuário Político Histórico e
Estatístico do Brasil, na seção dedicada à
Família Imperial, ao se referir a Petrópolis,
revela que “Ali se acha assentada, e em mui
próspero estado, uma colônia alemã, que conta
1.921 pessoas, a qual com alguns nacionais e
poucos estrangeiros de outras nações, forma o
núcleo de uma linda, salubre e populosa
cidade, para a qual se acham lançadas as
primeiras O Mapa Estatístico das Colônias Existentes em
Todo o Império do Relatório do Ministério do
Império de 1848... Maria I, passou um tempo em uma casa no
bairro das laranjeiras, próxima da bica "da
Rainha", que existe até hoje. Por ser levada
pelas suas damas de companhia contra a
vontade para andar e pegar um sol, surgiu o
termo "Maria vai com as outras". Maria I acordava, tomava café e aguardava as visitas.
D. joão se ajoelhava para beijar-lhe a mão.
Carlota a beijava de pé.
As netas chegavam com as mais velhas conduzindo
as mais novas.
Dizia: "Que vem aqui fazer esse cupidinhos?"
D. Pedro se ajoelhava e lhe beijava a mão.
Maria I afagava a cabeça do neto e dizia:
"Para este, há de ser a minha coroa" Quando d. Maria I estava em surto, ficava agressiva.
Batia em todos. D Joana Lacerda, a joaninha, fiel e
paciente, suportava a tudo com muito amor por sua
rainha. D. João lhe concedeu o título de baronesa e
logo a seguir: Viscondessa do Real Agrado. O diplomata João Rademaker, envia a
d. Rodrigo de Souza Coutinha, ministro
dos Negócios Estrangeiros e da Guerra
(Chefe do Governo), uma carta aceitando
o convite para ser o preceptor de d. Pedro Rademaker era um agente secreto
inglês a soldo de Lorde Stragford.
Mesmo assim, procurou ser o seu
melhor professor embora Pedro
ainda estivesse com Arrábida como
confessor e professor de religião. Detalhes da educação formal:
1 - Todos os dias e por duas horas;
2 - Quando Pedro escapava, não tinha solução;
3 - Funcionários da casa ainda se comportavam como autocráticos, obedeciam os príncipes fielmente;
4 - Estudou Matemática, Lógica, história, geografia, economia política, latim, francês, inglês, musica, poesia, desenha, marcenaria e escultura.
Fez A figura de proa da fragata Dom Pedro (Bahia 1811), ele mesmo.
Fez uma mesa de sinuca completa e um modelo de navio de guerra. Dom joão não permitia que Pedro fosse disciplinado.
A governanta, d. Maria Genoveva do Rego e Matos,
o encorajava a estudar. Chamava-o de "meu menino"
e o aconselhava com brandura. O que ela não conseguisse
ninguém mais conseguia.
Ela foi a verdadeira mãe de d. Pedro.
Em 1821 quando a corte retornava para Portugal, ela
recusou-se a partir, pois seu menino não iria. Reverendo Robert Walsh declara:
A atividade que el mais se devota é a música,
pela qual ele desenvolveu em uma idade
precoce, uma forte predileção, e mostrou um
decidido talento. Ele não apenas aprendeu a
tocar uma de instrumentos, mas compôs, eu
fui informado muitas das músicas para capela
de seu pai, ; e a peça mais popuular agora no
Brasil, tanto as palavras quanto a música, são
sua composição, atestando seu talento. Marcos Portugal, compositor da corte e
maestro real, passou a dar aula a d. Pedro,
que dominava o clarim, flauta, violino,
fagote, trombone o cravo e o violão, que
utilizava para acompanhar as músicas
populares e o lundu angolano. Morre o professor Rademaker Arrábida torna-se o mestre do Príncipe.
d. Pedro. Pedro e Miguel eram muito ativos fisicamente:
Perseguiam cavalos pelas matas, por horas,
climas e horários diversos.
Pedro tinha obsessão por velocidade:
Caiu do cavalo 36 vezes;
Tombou a carroça de quatro cavalos,
algumas vezes pela cidade. Ficou de cama
diversas vezes (Os médicos suspeitavam de
pauladas); Quebrou costelas;
Formou um regimento com os filhos dos
escravos e destroçaram um posto da guarda da
quinta; Foi o fim.
Pedro sempre presente nas cavalariças da
quinta e Santa Cruz, era visto com se Cedro, Coroa e Espadim, foram
produzidos no Rio de Janeiro
na oficina do Mestre Ourives da
Prata e Cravador de Diamentes da
Coroa, Antônio Gomes da Silva, pai
de Chalaça, grande amigo de d. Pedro I.
As peças estão no Palácio da Ajuda em
Portugal. D. João casa-se, por procuração, com Carlota
Joaquina, filha de dez anos de Carlos IV, rei de
Espanha. D. João torna-se oficialmente Príncipe Regente de Portugal. Na França, Napoleão Bonaparte
é proclamado imperador. Napoleão decreta o Bloqueio Continental, que
fecha os portos dos países europeus ao
comércio inglês. Portugal é intimado pela França a cortar
relações com a Inglaterra.
(lista de exigências) Portugal é forçado a aderir ao Bloqueio Continental. Carta régia ordena o fechamento dos portos
portugueses aos navios ingleses. Convenção secreta entre Portugal e Inglaterra
trata da transferência da monarquia
portuguesa para o Brasil e da ocupação da ilha
da Madeira por tropas inglesas. Nesta
convenção, a Inglaterra compromete-se a
escoltar a família real em caso de viagem ao
Brasil. Por meio de um decreto, D. João informa ao
povo os motivos de sua partida com a família
real para o Brasil. As naus portuguesas cruzam a linha do
Equador. D. João é o primeiro governante
europeu no hemisfério sul. Desembarque da família real e do Príncipe
Regente D. João em Salvador, na Bahia. D. João cria a Escola de Cirurgia no Hospital
Real, em Salvador. Decreto redigido na Bahia, cria na cidade do
Rio de Janeiro uma cadeira de Ciência
Econômica e nomeia José da Silva Lisboa,
deputado e secretário da Mesa de Inspeção da
Agricultura e Comércio da cidade da Bahia,
para ocupá-la. Decreto autoriza o estabelecimento da
Companhia de Seguros Boa Fé, a primeira no
país e dedicada ao seguro marítimo. O Príncipe Regente ordena a conquista
da Guiana Francesa. Alvará revoga a proibição de manufaturas no Brasil. Decreto cria o Real Arquivo Militar, atual
Arquivo Histórico do Exército. Alvará cria o Tribunal da Mesa do Desembargo
do Paço e da Consciência e Ordens. D. João cria a Real Academia dos Guardas-
Marinhas no Rio de Janeiro, atual Escola Naval,
autorizando sua instalação nas hospedarias do
Mosteiro de São Bento. Decretos criam:
a Impressão Régia,
a Guarda Real
e uma fábrica de pólvora Começa a circular O Correio Braziliense,
considerado o primeiro jornal brasileiro, apesar
de ser publicado em Londres.
Fundado e editado por Hipólito José da Costa,
circula até dezembro de 1822. Decreto incorpora à Coroa o engenho e terras
da lagoa Rodrigo de Freitas para a construção
de uma fábrica de pólvora e cria o Jardim de
Aclimação, atual Jardim Botânico, com o
objetivo de aclimatar as especiarias vindas das
Índias Orientais. Suas primeiras plantas vieram
das ilhas Maurício, trazidas por Luiz de Abreu
Vieira e Silva, que as ofereceu a D. João. Entre
elas estava a Palma Mater, palmeira plantada
em 1809 pelo próprio D. João, cuja espécie
passou a ser conhecida como "palmeira real". Alvará condecora a Sé Catedral do Rio de
Janeiro com o título de Capela Real. Alvará cria o Erário Régio e o Conselho da
Fazenda. Decreto manda estabelecer na cidade do Rio de
Janeiro um banco para permuta de barras de
ouro. Alvará determina que todas as igrejas do Brasil
paguem uma quantia em benefício da Capela
Real. Alvará cria Tribunal da Real Junta do Comércio,
Agricultura, Fábricas e Navegação. Decreto manda vir da Ilha dos Açores 1.500
famílias para a capitania do Rio Grande do Sul.
Alvará proíbe o uso do ouro em pó como
moeda no Brasil. Começa a circular a Gazeta do Rio de Janeiro,
primeiro jornal impresso no Brasil, que
publicava atos oficiais e transcrição de notícias
estrangeiras. Alvará atenua castigos dados aos escravos
encontrados com instrumentos de minerar nos
limites da demarcação diamantina. Decreto aprova nomeação
de Censores Régios. Provisão proíbe publicação de qualquer
impresso sem a licença da Mesa do
Desembargo do Paço. O Jardim de Aclimação recebe
o nome de Real Horto. Decreto cria a Escola Anatômica Cirúrgica e
Médica no Hospital Militar do Rio de Janeiro,
posteriormente Faculdade de Medicina da
cidade. Decreto permite a concessão de sesmarias
aos estrangeiros residentes no Brasil. Tropas navais portuguesas, com apoio de
esquadra inglesa, desembarcam na costa da
Guiana Francesa. Tropas lusitanas travam combate na Guiana e
apreendem duas embarcações francesas no
Rio Aproak. A Quinta da Boa Vista, assim conhecida devido
ao belo panorama que se tinha da Baía de
Guanabara, é doada à família real pelo
comerciante português Elias Antônio Lopes. Eclode uma insurreição de escravos no
Recôncavo Baiano. O governador francês da Guiana assina a
rendição na cidade de Bourda, após sucessivas
conquistas portuguesas na região. Alvará ordena que se iguale o valor das moedas
de prata e cobre, de acordo com o seu peso e
tamanho, em todo o território do Brasil. O Banco do Brasil inicia suas operações
instalado em prédio da antiga rua Direita, atual
rua 1º de Março. A primeira remessa de caixotes trazendo parte
do acervo da Real Biblioteca chega no início de
1810 ao Brasil. Assinatura dos Tratados de Comércio e
Navegação e de Aliança e Amizade entre
Portugal e Inglaterra. Decreto declara contrabando a pólvora
comprada fora das fábricas ou administrações
reais. Decreto autoriza a construção de um teatro na
cidade do Rio de Janeiro. D. João escolhe o Hospital do Convento da
Ordem Terceira do Carmo, na rua Direita, atual
rua 1º de Março, para acomodar a Real
Biblioteca. Decreto ordena a instalação da Real Biblioteca
e do Gabinete de Instrumentos de Física e
Matemática no andar superior do Hospital da
Ordem Terceira do Carmo, até então ocupado
pela enfermaria. Alvará concede favores aos que introduzirem e
cultivarem no Brasil especiarias da Índia e
outras plantas exóticas. Carta régia cria a Fábrica de Ferro do Morro de
Gaspar Soares, no atual município de Morro do
Pilar, em Minas Gerais. Decreto ordena a compra da chácara de João
da Costa Lima, a fim de que seja incorporada à
Quinta da Boa Vista. Decreto determina a mudança da Real
Biblioteca para o local onde estão as
catacumbas dos religiosos da Ordem Terceira
do Carmo, junto à Real Capela. Esta data é
oficialmente considerada como a de fundação
da Real Biblioteca, hoje Fundação Biblioteca
Nacional. Decreto proíbe a exportação do salitre,
necessário para a fabricação de pólvora. Carta régia cria a Real Fábrica de Ferro São João
do Ipanema, na região de Sorocaba, estado de
São Paulo. Considerada pioneira na siderurgia
nacional, foi desativada em 1895. Carta régia cria na cidade do Rio de Janeiro a
Academia Real Militar, atual Academia Militar
das Agulhas Negras, com cursos de matemática,
física, química e história natural. Decreto cria a Junta Vacínica da Corte. Início da circulação do periódico Idade d'Ouro
do Brazil, primeiro jornal da Bahia, segundo do
Brasil. Defendia a monarquia portuguesa e
circulou até 24 de junho de 1823. Junho Chega ao Brasil a segunda remessa de
caixotes trazendo parte do acervo destinado à
Real Biblioteca. A terceira e última remessa do acervo da Real
Biblioteca chega ao Brasil. Morre Rodrigo de Sousa Coutinho, conde de
Linhares, ex-ministro da Guerra e dos Negócios
Estrangeiros, responsável pela criação da
Academia Militar, do Arquivo Militar, da fábrica
de pólvora na lagoa Rodrigo de Freitas e da
Fábrica de Ferro do distrito de São João do
Ipanema, em São Paulo. Carta régia recomenda aos governadores das
capitanias que consigam acionistas para o
Banco do Brasil. Aviso comunica a expansão da Real Biblioteca
com a ocupação, também, do pavimento térreo
da Ordem Terceira do Carmo. Alvará regula e institui melhorias nas condições
de transporte de escravos vindos da África. Napoleão abdica após a tomada de Paris pelos
países da 6ª Coligação. Assinado o Tratado de Fontainebleau que
determina o exílio de Napoleão Bonaparte na
ilha de Elba. Portugal restitui a Guiana à França através da
assinatura do Tratado de Paris. Abertura do Congresso de Viena reúne
representantes de países europeus para
discutir a reordenação do mapa político da
Europa. Assinatura do Tratado de Viena. Napoleão restabelece o império francês após
fugir do exílio em Elba, dando início ao período
conhecido como "Governo de Cem Dias". Napoleão jura fidelidade à Constituição francesa. D. João ratifica o tratado assinado com a
Inglaterra em Viena, em 20 de janeiro, no qual
é abolido o tráfico de escravos ao norte do equador Napoleão Bonaparte abdica do trono da França
pela segunda vez após derrota na batalha de
Waterloo. Napoleão é exilado pelos ingleses na ilha de
Santa Helena. O Tratado de Paz entre Áustria, Inglaterra,
Prússia, Rússia e França fixa o pagamento de
dois milhões de francos a Portugal, como
indenização pelos danos sofridos com a guerra. Decreto nomeia Antônio de Araújo e Azevedo,
ministro e secretário de estado dos Negócios
do Reino, como o 1º conde da Barca. A Missão Artística Francesa, integrada por
artistas como Jean-Baptiste Debret, Grandjean
de Montigny, Nicolas-Antoine Taunay, Auguste-
Marie Taunay, e chefiada por Joachim Lebreton,
chega ao Rio de Janeiro. Seis meses mais tarde,
reúnem-se ao grupo o escultor Marc Ferrez e o
gravador de medalhas Zéphryn Ferrez. Carta de lei cria a bandeira do Reino Unido de
Portugal, Brasil e Algarves, incorporando em
um só escudo as armas dos três reinos. Chegam ao Rio de Janeiro o naturalista francês
Auguste de Saint-Hilaire e o compositor alemão
Sigismund Neukomm. O general Carlos Frederico Lecor parte do Rio
de Janeiro comandando forças militares luso-
brasileiras com a missão de ocupar a Banda
Oriental do Uruguai. Decreto cria a Escola Real de Ciências, Artes e
Ofícios, dirigida por Joachim Lebreton. A
instalação física definitiva acontece em 1826,
como Academia Imperial das Belas Artes, atual
Escola de Belas Artes. Tropas luso-brasileiras ocupam Montevidéu. Eclode em Recife a Revolução Pernambucana,
movimento republicano que influencia outros
estados, também conhecida como a "revolução
dos padres". Os revolucionários instalam em Pernambuco
um governo provisório. O governo revolucionário de Pernambuco
decreta a libertação de escravos. Prisão de Padre Roma, ativista do movimento
rebelde, na Barra de Itapoã, na Bahia. Rendição de Recife, fim da Revolução Pernambucana. Fuzilados na Bahia alguns membros do
governo provisório da Revolução
Pernambucana. Morre Antonio de Araújo e Azevedo, o conde da
Barca, ministro e secretário de estado dos
Negócios do Reino, entre outras funções. Seus
livros são comprados pelo governo e
incorporados à Real Biblioteca. Três líderes da Revolução Pernambucana são
enforcados no Recife: os capitães Domingos
Teotônio Jorge Martins Pessoa, José de Barros
Lima e o vigário Pedro de Souza Tenório. Alvará estabelece que Alagoas passe a ser uma
capitania independente de Pernambuco. Decreto funda a cidade de Nova Friburgo e
autoriza o estabelecimento de uma colônia de
100 famílias suíças na antiga Fazenda do Morro
Queimado. Decreto cria o Museu Real, atual Museu
Nacional, originalmente instalado no Campo de
Santana. Inauguração da Real Fábrica de Ferro São João
do Ipanema, no estado de São Paulo. Decisão régia nº 3 isenta os livros importados
de taxas alfandegárias. Decreto anexa o Jardim Botânico ao Museu Real. Aviso régio autoriza a livre entrada na
alfândega dos produtos remetidos ao Museu
Real. Os primeiros imigrantes suíços chegam ao Brasil. Chega ao Rio de Janeiro a notícia da Revolução
Liberal do Porto. D. João convoca o conselho
de ministros. Auguste-Marie Taunay é nomeado professor da
cadeira de escultura da Academia de Belas
Artes. O português Filipe Alberto Patroni chega a
Belém do Pará para divulgar as idéias
constitucionalistas da Revolução do Porto. O Estado do Pará adere à Revolução
Constitucionalista de Portugal. As Cortes decretam a formação de um
Conselho de Regência em Portugal, para
exercer o poder executivo em nome de D. João
VI. Decreto concede ampla anistia aos presos
políticos desde 1807. Decreto determina que o príncipe D. Pedro
volte para Portugal. Irrompe a Revolta Constitucionalista na Bahia,
com a participação de Cipriano Barata entre
outros. Decreto suspende a censura prévia e regula a
liberdade de imprensa no Brasil. D. João emite decreto e convoca uma reunião
das cortes em terras brasileiras para serem
escolhidos representantes brasileiros para a
Assembleia Constituinte em Lisboa. Os participantes da reunião convocada por D.
João, na Praça do Comércio(ccbb atual), para
escolher os eleitores que escolheriam os
brasileiros para a Assembleia Constituinte
em Lisboa.
O ministro Silvestre pinheiro Ferreira
explicaria como se daria a transição entre d.
João e d. Pedro e colher opiniões.
O povo lotou o local.
Comerciantes portugueses distribuíam vinho
de graça.
Informações vindas de dentro do prédio,
alvoraçavam a turba. Os bens da Coroa são declarados bens
nacionais e incorporados à Fazenda Nacional. A esquadra levando D. João VI e a Corte de
volta a Portugal entra no Rio Tejo.
As cortes revelaram seu poder ao adiar o
desembarque de d. João em um dia e teve
que esperar a bordo a chegada de uma
delegação enviada pela assembleia. O Congresso Cisplatino vota pela anexação do
Uruguai à monarquia portuguesa. Tratado ratifica a anexação de Montevidéu ao
Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves,
passando a ter a denominação de Província
Cisplatina. Lançado o Revérbero Constitucional
Fluminense, periódico político redigido por
Joaquim Gonçalves Lêdo e Januário da Cunha
Barbosa. Tinha caráter constitucional, sendo
favorável à independência do Brasil. Circulou
até 8 de outubro de 1822. Chega oficialmente ao Brasil o decreto maluco das cortes D. Pedro recebe a notícia dos decretos das
Cortes Portuguesas exigindo a sua volta à
Europa e anulando quase todas as leis
anteriores que igualavam o Brasil a Portugal. É feito abaixo assinado com cerca de 8.000
assinaturas, solicitando o não acatamento do
decreto para voltar a Portugal e permanecer no
Brasil.
Arquitetada pelo Frei Sampaio do convento de
Santo Antônio em 29/12/1821
Disse, que o navio brasileiro que levar o príncipe
a Portugal, chegará lá com a bandeira da
independência do Brasil.
Seria um simples frete! O UberPedro! D. Pedro cria o primeiro gabinete ministerial
formado por brasileiros. José Bonifácio assume o ministério do Reino e
Negócios Estrangeiros. Insurreição na Bahia pela sua independência
é reprimida por ordem de D. Pedro. Portaria expedida por José Bonifácio de
Andrada e Silva determina ao chanceler-mor do
reino que todas as leis portuguesas devem ser
submetidas ao príncipe regente D. Pedro, antes
de seu cumprimento. D. Pedro chega a Vila Rica com o objetivo de
conter a resistência da Junta Governativa de
Minas Gerais.
Lançou proclama para que a cidade se submetesse a ele;
Ao ser atendido, instituiu eleições; D. Pedro retorna ao Rio de Janeiro.
Em rápida viagem de cinco dias passando
pelo Caminho Novo, e é recebido com festa
pela população Decisão nº 40 do reino determina que não se
execute nenhum decreto das Cortes
Portuguesas sem que conste o "Cumpra-se" de
D. Pedro. O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é aberto à
visitação. Decisão assinada por José Bonifácio de
Andrada e Silva, considerada a primeira lei
eleitoral brasileira, estabelece instruções sobre
o processo eleitoral para uma Assembleia
Constituinte. Decreto cria o Ministério da Justiça do Brasil. Resolução expedida por D. Pedro suspende a
concessão de sesmarias. D. Pedro assina manifesto declarando inimigas
todas as tropas portuguesas enviadas ao Brasil.
Convoca os deputados constituintes em
Lisboa, para retornarem. D. Pedro nomeia provisoriamente D.
Leopoldina chefe do Conselho de Estado e
Princesa Regente Interina do Brasil. D. Pedro viaja cavalgando para São Paulo.
Levou:
Um secretário;
Dois criados;
O jovem militar Francisco de Castro Canto e Melo;
Francisco Gomes da Silva, o Chalaça;
Durante a viagem a comitiva cresceu. D. Pedro chega a São Paulo logo pela manhã.
A escrava Lucrécia Cananéia Galvão de 9 anos
viu quando ele chegou e relatou em 1934:
"Ele chegou a cavalo, acompanhado de muitos
moços e trazia a sua roupa com um pouco de
barro da estrada. Era um moço bonito de
olhar alegre e de barbas suíças. Quando
apeou do cavalo, então, causava admiração.
Alto, elegante e sem luxo." 4 - Conteúdo da remessa para d. Pedro: Missão Artística Francesa Desembarca no Brasil Primeira invasão do Uruguai Segunda invasão do Uruguai Pai de Carlota abdica à coroa.
D. Fernando II assume, mas são presos por
Napoleão que coloca seu irmão no trono
espanhol. Crise nas colônias espanholas da América A invasão das fronteias espanholas poderia
significar a proteção do reino dos Bourbon,
pois os herdeiros LIVRES estavam no Brasil
(Carlota e d. Pedro Carlos) Movimentos que surgiram:
Alm. Sidney Smith & Refugiados de Buenos
Aires (carlotistas)= Carlota como regente da américa espanhola;
Conde de Linhares = d. Pedro Carlos, sobrinho
de d. João e neto do rei espanhol =
Bourbon+Bragança = Península Ibérica e
América Latina sob a mesma coroa.
Lord Stragford = desintegração da América espanhola em proveito
dos interesses ingleses na região. D. João consulta a Mãe, Maria I sobre o casamento
de sua filha mais velha, princesa d. Maria Teresa
com seu sobrinho o infante d. Pedro Carlos.
Ela responde dizendo que não mais se mete
nesses assuntos e lhe entrega uma caixa de jóias.
D. João pede pra filha escolher uma.
D. Maria protesta dizendo: Que joia daremos
a esposa de d. Pedro quando ele se casar?
Para Maria não existiam dúvidas, Pedro seria Rei. Casamento de d. Pedro Carlos & Maria Teresa
(Bourbon/Bragança + Bragança)
Passam a morar na Quinta da Boa Vista com
d. João. Nasce D. Sebastião Gabriel de Bourbon e
Bragança, filho de d. Pedro Carlos e d. Maria
Teresa. Neto de d. João. Primeiro Bragança
nascido no Brasil D. João concede o título de Infante, a d.
Sebastião reconhecendo sua legitimidade
como herdeiro do trono português Batismo de d. Sebastião no dia do aniversário
da rainha Maria I. Grande festa no Rio. O bibliotecário real (Luis Joaquim dos Santos Marrocos)
escreve para o pai dizendo que o príncipe d. Pedro Carlos
estava muito doente. D. Maria Teresa também Falece o infante d. Pedro Carlos.
Fraqueza no peito.
D João inconsolável. Tinha-o como um filho.
Mandou construir o mais imponente túmulo
até então na cidade. Dentro da Capela Nossa
Senhora da Conceição na Igreja da Ordem
Terceira de São Francisco da Penitência no
Largo da Carioca D. Fernando VII é recolocado no trono
da Espanha. D. João passa a levar a filha viúva e mais velha
d. Maria Teresa, nas reuniões de conselho do
estado e nos passeios de charrete pela cidade.
D. Pedro, herdeiro presuntivo assistia de longe.
Miguel distante do trono, sem a atenção do
suposto pai, se aproxima mais da mãe. Maria Isabel de Bragança, se casa com
o Rei da Espanha, Fernando VII Adoece Maria I(80).
D. João sempre carinhoso com a mãe,
não saiu do seu lado no paço. Cortejo fúnebre com d. João, d. Pedro e d. Miguel,
carregam tochas a meia noite a caminho do
convento da ajuda. D. João ainda chorava.
Ficou ao lado da neta infanta d. Maria Ana, falecida
três anos antes. Inglaterra pressiona o Brasil pelo fim do tráfico
de escravos, que ainda praticavam em suas
colônias (só findando em 1834). O encarregado dos negócios portugueses em
Viena, Rodrigo Navarro de Andrade, inicia
os trabalhos diplomáticos relativas ao
casamento de d. Pedro com uma das filhas
do imperador daquele país, Francisco I. Leopoldina em carta a irmã, fala de conversa
com o pai sobre a decisão do seu casamento.
Havia outro príncipe europeu que já
demostrara não ter gostado de Leopoldina e
outro que seu pai, pelas palavras, parecia ser
sua escolha. Leopoldina sabendo que uma
princesa nunca pode agir como quer, fez a
escolha que agradasse mais a seu pai e ao
seu país. Uma princesa Habsburgo era a melhor mulher
que um rei ou um príncipe poderiam sonhar
a época. A imperatriz Maria Teresa da Áustria
instituiu a regra:
"Os outros que façam guerra, tu, Áustria feliz, casa-te"
Manutenção de poder pelos casamentos pacíficos e
sendo assim, formar as melhores princesas de
todas as épocas. Verdadeiras estadistas, mães,
esposas e instrumentos de estado. Eram instruídas em leitura, escrita, aritmética,
alemão, francês, italiano, dança, desenho,
pintura, história, geografia, música, geometria,
literatura, física, latim, canto, trabalhos
manuais, ciências naturais Napoleão vence a Batalha de Austerlitz.
Viena cai.
A menina Leopoldina foge da capital com
a família O pai de Leopoldina até então imperador
do Sacro Império Francisco II, rebaixou-se
renomeando-se para Francisco I, imperador
da Áustria. Maria Luísa(18), irmã de Leopoldina,
casa-se com Napoleão Bonaparte Grande Baile do Congresso de Viena.
Leopoldina em jantares, passeios e visitas,
conhece pessoas importantes de todas as
cortes europeias, dança com inúmeros
príncipes e é testemunha do sacrifício de
sua madrasta que mesmo doente, descansa
durante o dia para poder presidir todas as
recepções de Estado. Francisco I declara falência da Áustria e
desvaloriza a moeda Chega secretamente na Áustria, o Marquês de
Marialva. O suposto pai de Miguel é o designado
por d. João, para o arranjo do casamento entre
Pedro e Leopoldina. Marialva se encontra com a arquiduquesa
Leopoldina Entrada oficial em Viena, da embaixada de
Marialva. Cortejo com 41 carruagens de seis
cavalos e cocheiros vestidos por libré.
O embaixador presenteou o corpo diplomático
e a nobreza austríaca com medalhões
finamente trabalhados e barras de ouro.
Mesmo os funcionários mais humildes
ganharam brincos de diamantes, peças de
ouro e caixas trabalhadas com pedras preciosas. Em cerimônia no palácio de Hofburg,
Leopoldina torna-se oficialmente noiva
de d. Pedro. Em Carta a irmã, Leopoldina diz:
"O retrato do meu príncipe está me deixando
transtornada, é tão lindo como um Adônis [...]
ele todo atrai, tem expressão de
"Eu te amo e quero te ver feliz"
[...] já estou completamente apaixonada, o que
será de mim quando vir o príncipe todos os
dias?" Os espiões austríacos no Rio, relatavam
para Viena:
"... posto que não seja destituído de inteligência
natural, é falho na educação formal. Foi criado
entre cavalos e a princesa cedo ou tarde
perceberá que ele não é capaz de coexistir
em harmonia. Além disso, a corte do Rio
é muito enfadonha e insignificante
comparada com as da Europa Aniversário de d. João
Passou em revista, tropas recém-chegadas de
Portugal para a tomada de Montevideu.
Estava a cavalo.
Pedro e Miguel também. Estavam uniformizados e garbosos.
Na Vila Real da Praia Grande.
No fim da tarde e durante o beija-mão, pedro caiu num
ataque epilético. Marquês de Marialva recebe 1200 pessoas
para um baile de gala, ainda nas festas de
casamento. A ceia ocorreu às onze horas da
noite e o baile durou até 4:00 am.
Os Habsburgo foram servidos em baixelas de
ouro e os demais, prata. Leopoldina inicia sua jornada até o porto de Livorno. Ingleses, visando interesses de seu país, tentaram
convencer o responsável pela Leopoldina, Metternich,
que melhor seria ela ir para Lisboa e com isso, forçar
a família real portuguesa a voltar para a Europa.
Esse, respondeu que agora ela era uma princesa da
casa de Bragança e devia obediência ao Rei, d. João VI. D. Leopoldina é informada por uma pessoa da
corte, sobre uma paixão de solteiro que ainda
consumia d. Pedro.
Em silêncio, se torna companheira inseparável
do marido por todos os lados e nos estudos.
"A determinação desta, de não magoar ou
chocar uma alma recém-ferida, obteve senão a
mais calorosa afeição do marido, ao menos sua
total confiança e completa estima.” Embaixadas alemãs são abertas no Brasil Leopoldina desembarca na Ilha da Madeira
passa dois dias por lá, visita igrejas e quintas Grande recepção com vários monumentos.
Grande portal na Rua direita.
Varios arcos no caminho.
Bandas tocavam nos trechos.
Em um dos arcos, crianças jogavam flores no
casal O casal chegou na quinta da boa vista às 23:00hs.
D. João fez questão de levar a nora para ver seu novo quarto.
Mandara colocar um retrato de seu pai, Francisco I e em seguida,
deu-lhe um livro com os retratos de toda a sua família deixada
para trás e ela chorou. Cruzada das crianças Dom Afonso Henriques de Borgonha, então
conde de Portucale, foi aclamado Rei de
Portugal pelos soldados no campo de batalha A fronteira Portugal-Espanha, conhecida pelo
epíteto de A Raia (em castelhano: La Raya; em
galego: A Raia), é a linha que divide os
territórios da República Portuguesa e do
Reino de Espanha. É a fronteira mais antiga
da Europa, com alguns limites estabelecidos
desde o tempo do Condado Portucalense e do
Reino de Leão. Leopoldina conhece Goethe Desembarca no Brasil, Sigismund
von Neukomm, discipulo de Haydn
Foi professor de DP I e Leopoldina Leopoldina escreve ao pai, contando sobre
os excelentes dotes do marido como
compositor D. Pedro estudava o filósofo italiano
Gaetano Filangieri, critico do feudalismo,
que contribuia para o enriquecimento da
nobreza em contraste com a miséria da
população. O filósofo acreditava numa
mudança através do governante que
poderia gradualmente equilibrar as leis,
a produção e a distribuição de renda Miguel prestou juramento, assim com Pedro
com a mão sobre a bíblia. Beijaram a mão do
pai. Os dois seriam acusados no futuro, de
romper esse juramento D. Pedro saúda o pai, citando a Eneida
e a similaridade com a sua trajetória O circulo de d. João envenena-o com a
informação de que o príncipe d. Pedro
estaria disposto a se juntar a revolução.
Pedro irado, juntou um batalhão de
voluntários e os colocou consigo, a
disposição do pai Espanha aprova a constituição de Cadiz, La Pepa Beresford desembarca no Brasil para
intimar d. João à voltar para Portugal.
Ele iria deixar Portugal. Fora nomeado
para ser o governador de Jersey Ministro plenipotenciário da Inglaterra no
Brasil, avisou que Portugal estava sem rei e
sem o chefe do exército. Que isso poderia
facilitar o surgimetno de alguma revolução.
Beresford retorna imediatamente. Quem voltaria?
Conde de Palmela, representante de Portugal
no congresso de Viena defende que d. Pedro
deveria presidir a constituinte e sancionar a
carta cujas bases seriam estabelecidas pelo
trono.
O advogado portugues, Tomás Antônio,
conselheiro de d. João, defendia a
permanência de todos no Brasil enquanto
a loucura portuguesa revolucionária passasse
e enquanto isso, não cedesse nada de seu poder.
D. João deixou Pedro de fora dessas decisões
mas ele ficou sabendo por terceiros. Estava
agoniado A questão da viagem já era de domínio
público. Um folheto foi lançado no Rio,
pregando que nenhum membro deveria ir,
pois, isso alimentaria a revolução. Que O
Brasil não precisava de Portugal quanto
que Portugal dependia do Brasil.
Um panfleto resposta foi publicado na Bahia,
dizendo que sem Portugal, o Brasil estaria
na mão dos estrangeiros que tomariam
pra si, todas as suas riquezas e os brasileiros
seriam escravos A revolução fomentou uma crise entre
brasileiros e portugueses.
Uns fartos de serem governados de longe e
outros que não queriam voltar a ser "colônia" Leopoldina:
"Meu esposo pensa conforme os novos
princípios e meu sogro segundo os bons e
verdadeiros" Inglaterra e Áustria pressionam d. João por
uma decisão. Sturmer era favorável a ida de
Pedro e desconfiava que d. João era astuto e falso.
João decidiu pela ida do filho, somente ele. Chega ao Rio, as notícias das rebeliões no Brasil D. Pedro pede a Palmela e ao Sturnmer, que
intercedessem ao pai para que partida fosse
feita somente após o nascimento do seu filho.
Leopoldina descarregava sua fúria nos
ministros quando esses falavam da partida
de Pedro sozinho. Eles diziam garantir que
ela iria depois. Sturm tinha medo que ela
fosse tida como culpada caso caísse a
monarquina Leopoldina envia carta ao capitão von Schaffer
e combina uma fuga logo após a partida de
Pedro. Disse que consentido por Pedro.
Pede uma Ama de Leite para seu filho
que nascerá no mar e segredo D. João, mestre em "ganhar tempo", mestre
em "nunca tomar decisões erradas", envia a
filha Maria Teresa a ter com Leopoldina e lhe
informar que nunca tivera intenção de enviar
Pedro. Estava trabalhando para ganhar tempo
mais uma vez. Pedro arrefeceu no seu intento de ir. D. João ordena que d. Pedro partisse a cavalo
até a residência do ministro Tomas Antônio,
onde havia um decreto já pronto para o caso
de uma emergência (um gênio). O decreto
dizia que o Rei adotaria para o Brasil, a
constituição que fosse aprovada e com
algumas ressalvas. Soldados do 3o. batalhão chegam a praça do
Rócio, às três da manhã, formam diante do
teatro, seguidos por uma bateria de seis
peças. Queriam que o rei jurasse a
constituição que não existia ainda. Padre Gois
e um oficial foram ao palácio de São Cristóvão
para avisar a d. Pedro e d. João VI. (copy) D. Pedro chega galopando ao teatro. É
saudado pelos soldados. Exibe para os líderes
o decreto assinado pelo Rei dois dias antes,
dia 24. Disse que as tropas poderiam se
recolher não sem antes beijar a mãe do seu
augusto pai. Ele leu o decreto.
Foi interrompido pelo amigo, padre e advogado,
Marcelino José Alves Macamboa, lembrando-o
que eles queriam uma constituição única para
os dois países. E deveria jurar em público
a nova constituição e sem reservas.
Por fim exigiram a demissão de todo o ministério
Pedro tentou argumentar sem resultados e
resolveu voltar para atualizar o pai com todos
os acontecimentos. Pedro retornou ao teatro. As exigências
tinham sido aceitas. Caberia ao rei
determinar o cargo de cada um dos
representantes. Tudo com a mesma data
retroativa. Termina com:
"Hei por bem desde já aprovar a constituição
que ali se está fazendo e recebê-la no meu
reino do Brasil e nos demais domínios da
minha coroa D. Pedro juntou membros do Senado da
Camara, funcionários graduados do governo e
fê-los jurar sobre o evangelho a futura
constituição. Logo a seguir, da varanda do
teatro, leu o decreto para o povo e para a
tropa, fazendo o juramento por ele e na
condição de procurador, o juramento
solene enquanto o bispo capelão lhe segurava
o evangelho
Ao fim, os manifestantes pediram que o rei
estivesse no juramento. Pedro retorna mais uma vez pra quinta.
Palmela descreveu que a tropa amotinada tentou
aclama-lo rei de Portugal e ele respondeu:
"Viva el-rei d. João VI" D. João se dirige de carruagem para o Rócio.
D. Pedro o acompanha a cavalo O povo explode em emoção ao ver o monarca
se aproximando. Retiram-lhe os cavalos da
carruagem. Empurram a carruagem e o
carregaram nos ombros até o paço da cidade.
Sua bengala de ouro e diamantes sumiu.
No mesmo prédio em que foi aclamado rei,
jurava uma nova e inexistente constituição D. João decide que Pedro de agora em diante, fará parte das reuniões do Governo. Em reunião do conselho e ministros, d. João
concorda em voltar a Portugal com a família e
deixar Pedro como regente. Quando o juiz da comarca e presidente da
assembleia iria falar, foi interrompida pelo
Padre Macamboa e Duprat, não eleitores,
exigindo a adoção da "La PEPA", constituição
espanhola. D. Pedro percebendo que a assembleia estava
sendo dirigida não pelos eleitores, mas por
oportunistas, ordenou ao general Jorge Avilez,
que avançasse pela praça do comércio e
interrompesse aquela loucura. D. Pedro é informado dos acontecimentos na
Assembleia. Convocou um batalhão de
artilharia e um de infantaria e os posicionou
entre a cidade e São Cristóvão para proteger a
residência real e partiu de volta para o palácio. D. Pedro se junta aos ministros e conselheiros
que haviam recebido uma delegação
portadora da nova proposta da assembleia
aguardando a aprovação do rei.
Diante da insistência do ministro Silvestre
para que d. João aceitasse tudo, d. Pedro o
calou, prometendo defenestrá-lo ali mesmo.
Posta em votação, somente Pedro e o ministro
da Marinha (sempre a armada) votaram contra. Diante da demora, começaram boatos de que
ouro estava sendo embarcado e que o rei não
aceitaria a nova constituição. Duprat ordenou
que um velho oficial fosse aos fortes e exigir
que se disparassem contra qualquer nau que
deixasse o porto. Ele conseguiu falar com um
fortes (que avisou a d. Pedro). O oficial acabou
preso na meio da baia por um barco com
soldados comandados por d. Pedro. Duprat ordenou
que um velho oficial fosse aos fortes e exigir
que se disparassem contra qualquer nau que
deixasse o porto. Ele conseguiu falar com um
fortes (que avisou a d. Pedro). O oficial acabou preso na meio da baia por
um barco com soldados comandados por d. Pedro. Lavrou-se decreto onde d. João acatava o
pedido da assembléia e que temporariamente
seria observada a La Pepa. A multidão da praça do comércio, não se
dispersou como imaginavam os ministros e
iniciaram uma série de propostas loucas
para o trono, como devolução de dinheiro.
Os eleitores apavorados aprovavam tudo A simples presença do exércio poderia
dissipar tudo, mas ao chegarem no local, um
soldado foi morto a tiros e o local foi varrido a
baionetas e coronhadas. Houve mortes,
prisões, gente pulando das janelas, se
jogando no mar Novo decreto de d. João e escrito por d. Pedro,
cancela a adoção da La Pepa por ter sido uma
demanda ilegítima de não eleitos. Decreto comunica oficialmente a partida da
família real e a nomeação de d. Pedro como
príncipe regente.
Na verdade esse decreto foi escrito no dia 7 de
abril, logo após as revoltas. D. João pensava em tudo.
Leopoldina foi também apontada como
substituta de Pedro. É na quinta, no quarto do Rei, que d. João diz
para Pedro:
"Pedro, se o Brazil se separar, antes que seja
por ti, que me hás de respeitar do que pra
algum desses aventureiros. Pedro em carta ao pai, lembra-o o que
escutou de d. João ainda em seu quarto e
antes do embarque.
"Pedro, se o Brazil se separar, antes que seja
por ti, que me hás de respeitar do que pra
algum desses aventureiros". Primeiros dias da regência de d. Pedro é
marcada pela sua presença nas ruas,
vistoriando estabelecimentos públicos. O
exército estava presente em diversos pontos
da cidade e do Brasil, de prontidão. Haviam
revoltosos entre o povo.
Pedro olha a tudo, desde as pequenas coisas
de Estado. Vez em quando, surgia na praça do comércio,
alguma placa com a inscrição "Açougue Real"
que era prontamente retirada pelas
autoridades. O conde dos arcos, foi nomeado para o cargo
mais importante: Secretário de Estado dos
Negócios do Reino do Brasil e Negócios estrangeiros.
Ele era o vice-rei quando da chegada da corte
em 1808. Foi pra Bahia ser governador e
retornou como Ministro da Marinha.
Da bahia, enviou várias madeiras nobres
para pedro treinar suas habilidades como marceneiro. O conde foi o único nobre que não jurou
a constituição no Teatro Real. Disse estar
doente. O Conde Dirk van Hogendorp, militar e
administrador holandês, governador da parte
oriental de Java, preso em 1798 por defender
os direitos dos nativos, um liberal, durante o
período napoleônico, governou cidades
importantes da Alemanha. Conheceu
Leopoldina em Viena, onde serviu como
embaixador de Luis Bonaparte, rei da
Holanda e irmão de Napoleão. Foi nomeado
governador de Nantes em 1815. Em 1816, pós
queda de napoleão, chegou ao Brasil e
adquiriu a fazenda novo sião, na floresta da
tijuca, e vivia numa casa confortável no alto
do costado do corcovado. Leopoldina esteve primeiro com ele após uma caçada que terminou na região. Depois pedro. Morre em sua propriedade, de mau súbito,
Dirk Von Hogendorp, amigo de Pedro e
Leopoldina. Seu corpo foi encontrado
parcialmente devorado por animais.
Tinha o corpo todo tatuado como os
indonésios que tanto defendeu. Por sua
fidelidade, estava no testamento de napoleão.
Em carta para o irmão, confidenciou que
Pedro o consultada esporádicamente para
ouvir seus conselhos e opiniões.
D. Pedro fazia questão de ouvir os mais
diferentes tipos D. Pedro faz uma proclamação aos súditos,
reafirmando a intenção de zelar pela
felicidade do Brasil até que Portugal
chegasse a uma nova constituição. Falou
em antecipar benefícios D. Pedro editou decretos a favor de uma base
melhor da economia;
Defendeu a propriedade privada; D. Pedro editou decreto delimitando as regras
de desapropriação de bens particulares, tendo
o bem sagrado da propriedade privada como norte. D. Pedro editou decreto que fundamentava as
bases de liberdade individual das "pessoas
livres". Ninguém poderia ser preso sem
emissão de ordem escrita por um juiz, a não
ser em caso de flagrante delito.
versava também sobre a impossibilidade de
prisão sem culpa formada e exigia que um
processo fosse resolvido em 48 horas.
Teriam ampla defesa. era tb proibido o uso de
correntes, algemas e grilhões para homens
ainda não julgados D. Pedro editou decreto desonerando
comerciantes e empreendedores, bem como
incentivou a produção e o comércio de couros
e carne seca. Acabou também, com o imposto
sobre o sal e sobre a cabotagem. A reunião instituidora das Cortes Gerais,
Extraordinárias e Constituintes da Nação
Portuguesa, também designadas por
Soberano Congresso, ocorreu a 24 de Janeiro
de 1821 no Palácio das Necessidades.
(3 Estados)
o Primeiro Estado - clero;
o Segundo Estado - nobreza;
o Terceiro Estado - o povo. O Soberano Congresso aprovou a 9 de Março
de 1821, menos de três meses após a sua
reunião constitutiva, as "Bases da
Constituição", documento aguarda
chegada de d. João VI. "As Bases da Constituição", é jurada por D.
João VI de Portugal A partir das Bases da Constituição juradas
pelo rei, as Cortes elaboraram e aprovaram a
primeira Constituição portuguesa, a qual foi
aprovada a 30 de Setembro de 1822 Ratificada a primeira constituição portuguesa A Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa de 1826 Militares portugueses começaram campanha
para que Pedro Jurasse as bases da futura
nova constituição, demitisse o Conde dos
Arcos e estabelecesse uma junta de governo.
De madrugada e voltando de Santa Cruz,
onde havia ido caçar, Pedro FARTO, foi
direto para o Terceiro Batalhão de Infantaria
Ligeira e intimou o capitão, acusando-o de ser
o subversivo e perturbador da paz. Mandou
tomar cuidado Ao chegar a quinta, foi informado que o
batalhão partira em marcha para o 11
batalhão. Pedro convocou o ministro do
exército e exigiu que o tenente-general
Jorge Avilez, comandante da divisão, fosse
demitido do cargo. Avilez ignorou e colocou-se
a frente da tropa. D. Pedro foi novamente a
praça do Rócio para enfrentar os soldados Pedro escreve ao pai:
Fui ao Rocio.
Vieram todos os oficiais com o general a testa
Perguntei: Quem é que fala aqui?
Ficaram sobressaltados e repeti:
Quem fala?
Disse o General: EU, pela tropa.
O que querem elas?
Jurarmos as bases constitucionais portuguesas!
Respondi: Não tenho dúvidas, mas
sinto que hajam homens que acreditam que
eu não tenho palavra tanto política quanto
religiosa. Tendo eu jurado de minha vontade
tal qual as cortes. Mas a minha palavra não fica mal,
mas sim a de quem duvida da palavra de um príncipe
comprometida por um juramento pra mim tão sagrado. As tropas continuaram rebeladas. Queriam
seus pedidos atendidos.
Pedro disse que o exército era apenas uma
fração da sociedade e nada juraria sem
conhecer antes a vontade do povo. Foram convocados para o Teatro real, os
vereadores, e os eleitores da comarca. D. Pedro permeneceu por 5 horas
aguardando no teatro. O conde dos arcos tentou arregimentar tropas
brasileiras sem sucesso para logo a seguir,
informou ao príncipe que deixaria o Brasil
para acompanhar sua filha até Portugal
em 10 de junho. Lembrando que a carnificina na praça do
comércio havia sido feito por Avilez e que
agora era ele o demandante, prontamente
acataram a tudo que o exército pedia. D. Pedro deveria jurar novamente.
O conde dos arcos deveria ir embora.
Uma junta governamental proposta pelo
exército, eleita no local e com nove membros
passaria a supervisionar o trabalho do
ministério e do príncipe No mesmo dia e a noite, Pedro teve que voltar
ao teatro com Leopoldina para assistir uma
ópera, a declamação de um poema em honra
a d. João VI e uma apresentação extra do
Hino à Constituição, com letra e poesia de d. Pedro.
O príncipe foi muito aplaudido.
Ao sair de teatro e olhando para o Rócio vazio,
jurou que não retornaria mais ao local.
Deixaria o Brasil. Pedro escreve ao pai:
"Comecei a fazer economias, principiando por
mim. Mudei a minha casa para São Cristóvão
de modo a irem ara o paço, todos os tribunais,
secretarias e tudo o quanto estava em casa paga
pelo Estado. Todas as mudanças fizeram-se
quase de graça, pois todos os escravos de
Santa Cruz e dessa Quinta, que tem os seus
ofícios, é que são os trabalhadores. Pela cavalariça, não se gasta senão milho,
pois todo o capim é da Quinta. De 1290
bestas, fiquei com só 156. em uma palavra, a
minha roupa, a da mantearia e tesouro, é
lavada pelas escravas e eu não faço de
despesa quase nada em proporção do que
dantes era, mas se puder economizar mais,
hei de fazer a bem da nação. Pedro fala também das condições ruins das
contas do Estado após a partida da corte.
Recebeu-a em más condições.
Disse:
"Não há maior desgraça do que esta em que
me vejo., que é de desejar fazer o bem e
arranjar tudo e não haver com o quê" Pedro fala sobre uma rebelião com mortos e
feridos em Santos por conta de soldos
atrasados e a junta governamental estava
sendo presidida por José Bonifácio e esse era
o responsável pelo sossego em que se
encontrava a provincia. As Cortes pretendem destruir tudo o que d. João fez no Brasil.
Extinguiram a figura jurídica internacional do reino do Brasil;
Não recriaram o vice-reino;
Todas as províncias brasileiras passaram a ser territórios ultramarinos portugueses;
todos deveriam não obedecer à autoridade de d. Pedro, tais como Bahia, Pernambuco e Maranhão; Todas as províncias deveriam se reportar diretamente ao governo português na Europa;
Decretado o fechamento de todos dos tribunais, agências, repartições criados após 1807 no Brasil O príncipe deveria voltar a Europa para compeltar a sua educação. As cortes transformaram milhares de novos desempregados em patriotas pró independência D. Pedro malandramente, manda publicar na
Gazeta, o Decreto Maluco ao lado da sua
resolução de partir. Novamente grávida, Leopoldina se viu as
portas novamente diante da ameaça de ter
que fazer um parto no meio do atlântico
(Dona Januária). Insistiu com Pedro que
concordou em adiar a partida Leopoldina em carta para a irmã, Maria Luisa:
O Brasil é, sob todos os aspectos, um país tão
maduro e importante, que é incondicionalmente
necessário mantê-lo. Leopoldina teve contato com o grupo
"Patriotas Brasileiros" e Frei Sampaio do
Convento de Santo Antônio Leopoldina escreve para Marialva:
Eis uma verdadeira sorte que tenha sido
decida a nossa permanência no Brasil.
segundo a minha maneira de ver, e,
pensando em política, esse é o único meio de
evitar a queda total da monarquia portuguesa.
O senhor pode estar certo que nós brasileiros
nunca seremos capazes de sofrer as
extravagancias da Mãe-Pátria e que
trilharemos sempre o caminho da honra
e da fidelidade D. João alerta o filho em carta:
Sê hábil e prudente, pois aqui nas Cortes
conspiram contra ti, querendo os reacionários
que abdiques em favor do teu mano Miguel.
Tua mãe é pelo Miguel e eu, que te quero,
nada posso fazer contra os carbonários que
não te querem. D. Pedro recebe carta de José Bonifácio:
"Vossa alteza real deve ficar no Brasil
quaisquer que sejam os projetos das Cortes
constituintes... Se V.A. estiver, o que não é
crível, pelo deslumbrado e indecoroso decreto
de 29/9, além de perder para o mundo a
dignidade de homem e de príncipe... terá
também que responder perante o céu do rio
de sangue que decerto vai correr no Brasil
com a sua ausência." D. Pedro escreve para o pai, contanto o
contexto e remete a carta de Bonifácio para
que ele leia sobre o espírito dos paulistas Chegam resolução de permanência de Barbacena e Mariana Avilez notificou ao príncipe, o desejo
de encarcerar e enviar à Portugal, os
"perturbadores" O Gabinete de D. Pedro pede demissão Com a demissão do gabinete, Pedro Recebe
os representantes do Senado da Câmara no
Paço da Cidade. José Clemente Pereira profere discurso, no
qual colaborou Frei Sampaio:
"Senhor, a saída de V.A. Real do Brasil, será o
fatal decreto que sancione a independência" Texto real do fico:
Convencido de que a presença de minha
pessoa no Brasil interessa ao bem de toda
nação portuguesa, e conhecido que a vontade
de algumas provincias assim o requer,
demorarei a minha saída até que as Cortes e
meu Augusto Pai e Senhor deliberem a este
respeito, com perfeito conhecimento das
circunstâncias que tem ocorrido. Dom Pedro manda publicar um panfleto sob o
pseudônimo "Sacristão da Freguesia de S.
João de Itaboray", onde reclamada dos que
lhe dão atributos de divindade e diz:
"Eu sei que meu sangue é da mesma cor que
o dos negros"
Aos que atribuiram a frase uma mera
propaganda para obter a simpatia dos
mesmos, lembro que a sua quase totalidade
era analfabeta. General Avilez, dirigiu-se aos batalhões 11 e
15, despedindo-se sob o falso argumento de
que teria sido demitido.
Foi saudado com o vivas de
"general constitucional"
Os batalhões de sublevaram, passando a
contagiar os batalhões de artilharia.
Destruíram vidraças e iluminações festivas
do dia do Fico, berrando:
"essa cabrada se leva a pau".
Pedro estava no Teatro com Leopoldina
quando foi informado. Notou a falta de Avilez
no seu lugar. Na porta do teatro, o coronel brasileiro, José
Joaquim de Lima e Silva, tio de Caxias,
discutia com o tenete-coronel português, José
Maria da Costa, desentendiam-se sobre o dia do Fico.
José maria dizia:
os brasileiros não queriam constituição;
que se veriam logo no antigo cativeiro;
que o príncipe seria levado a Portugal pelas orelhas;
"vocês foram nossos escravos, são e hão de
continuar a ser e eu vou dar prova" O som do camarim do príncipe era maior que
a voz dos atores. O público começava a sair
quando Pedro explicou o que estava
acontecendo e as determinações que já havia
despachado. Pediu que todos
permanecessem vendo a peça, que seria mais
seguro Findando a peça, d. Pedro foi escoltado por militares brasileiros até São Cristóvão. Despachou Leopoldina e os filhos para Santa Cruz, as 3 da madrugada. Ela estava grávida
de oito meses. D. Pedro juntou tropas e partiu para o Jardim
Botânico para assegurar que a fábrica de
pólvora estava sob os cuidados de brasileiros. Uma companhia portuguesa ocupa o morro do castelo, assegurando o Arsenal de Guerra. Doi mil Portugueses em armas no Largo do Moura (na área do atual estacionamento da praça XV) Os batalhões brasileiros se juntavam no campo de santana com a população. Freis e PAdres estavam armados.
Portugueses a favor dos brasileiros também estavam ali. Avilez pediu permissão para se retirar para Niterói com suas tropas. D. Pedro escreve a Bonifácio sobre a sua dor da perda do filho. D. Pedro escreve ao pai sobre a morte do filho e
culpa a Divisão Auxiliadora Portuguesa e seu
levante. D. Pedro e Leopoldina em seu aniversário,
recusam-se a receber o beija-mão de um
grupo de oficiais portugueses D. Pedro invade a Fragata União e as intima a
irem embora em 24 horas, ou se cumpririam
as já passadas ordens de Fogo, pois seriam
considerados inimigos Avilez, sempre esticando a corda, partiu em 48 horas. D. Pedro jamais perdoaria as Cortes pela
Morte do filho, chamado pelo Frei
Franciscano, Monte Alverne de:
"Protomártir da independência brasileira" Pedro escreve ao Irmão Miguel:
Pede pelo Retorno do Pai;
Pede que ignore e mande beber merda, quem o orienta a não largar o poder em Portugal;
Pede que mande beber merda, quem lhe diz que caso o Brasil se separe, que ele se tornará Rei;
Oferece um casamento com sua filha, o que lhe transformaria em Rei consorte e legítimo;
Oferece a segurança do Brasil;
Diz que ele corre o perigo de DELFIM, quanto que o pai, de Luis XVI. Pedro institui um colegiado de procuradores,
com representantes de todas as províncias,
que funcionaria como um conselho que
acompanharia o príncipe em suas decisões
rumo ao regime constitucional Reunião do colegiado de procuradores no Rio
PEdro submete a questão requerida pela
câmara do rio.: Uma assembleia constituinte.
Foi aprovada por unanimidade Revolta na Bahia contra o Governo e as tropas
portuguesas. Os patriotas perderam numa
violenta guerra civil.
D. Pedro saudou os patriotas e decretou que
as tropas portuguesas deveriam se submeter
ao seu governo ou deixar o país. D. Pedro parte para Minas Gerais. Objetivava
subjugar Ouro Preto com quatro companheiros
e três soldados Pedro envia para a Bahia, o experiente militar
francês, Pierre Labatut com 300 soldados e
oficiais para auxiliar os patriotas na Bahia Pedro lança manifestos aos países amigos,
informando que de agora em diante,
tratariam com o Brasil e não mais Portugal Jornal Britânico publica o trecho da carta
entre d. Pedro e d. João, onde ele diz que
se houvesse indpendência, que fosse feita
por ele. D. João abria o Jornal e dizia:
Vamos ver o que eu decidi ontem...
Enquanto muitos faziam troça de si, os
Braganças estavam garantindo um dos
maiores países do mundo. Batalha de Pirajá General Saldanha pede demissão da
presidência do governo gaúcho e partiu no
Brigue Três Corações. Em Portugal, foi fiel a d.
João. D. Pedro pernoita na Penha.
Despacha Chalaça e Francisco para verificar o
ânimo da cidade. Regressam a meia-noite
informando que estava tudo calmo Início da amizade entre d. Pedro e Domitíla Pedro leva um tapa na cara na rua de uma linda escrava que ele beijou Muitos eventos são organizados. Nume beija-mão no palácio do governo,
o idoso capitão-mor de Itu, Vicente da Costa Taques Góes, percorrera 113
km a cavalo para ter a honra de beijar a mão do príncipe. Pedro riu ao ver
o velho com um uniforme antiquado e uma peruca branca. Magoado, declarou em voz alta:
Com essa farda, servi aos senhores reis, seus augustos pais, avós e bisavós.
Curvou-se e retirou-se de maneira tão digna que fez o príncipe correr para
desculpar-se da grosseria cometida D. Pedro desceu para Santos.
Queria inspecionar as defesas da cidade e
visitar a família Andrada Pacificado São Paulo, Pedro repetiu a fórmula de Minas.
Ordenou novas eleições para os cargos depostos da capitania 1 - D. Pedro retorna de Santos para São Paulo,
pela estrada de ligação com o planalto;
Vestia uma farda azul de polícia;
botas grandes e envernizadas;
chapéu armado;
sua espada;
montava uma bela besta baia; 2 - Paulo Bregaro, oficial da secretaria do STM e
Major Antônio Ramos Cordeiro, vinham a
mando de José Bonifácio após a chegada das
notícias de Portugal na Nau Três Corações.
Entregam as cartas e vão embora! Conteúdo do correio;
Despachos do governo de Portugal;
Noticias das Cortes (provavelmente enviadas pelos deputados). Ver dia 1/7/1822.
Uma carta de Leopoldina;
Uma carta de Bonifácio;
Uma carta do espião inglês, Diplomata no Rio, Chamberlain;
Informações do desembarque de tropas na Bahia;
Carta de d. João VI. Nau Três Corações deixa Lisboa com
as ordens da Corte que irritarão
D. Pedro e culminarão na nossa
independência. Chegada do navio Quatro de Abril, com as
determinações oficiais das Cortes de Lisboa.
As que levaram a independência, foram
informações não oficiais enviadas
provavelmente por brasileiros contituintes As Cortes votam as resoluções
Negam o alerta do Brasil sobre a fragmentação do reino;
consideraram violentas e injuriosas as palavras de Bonifácio em Carta a d. Pedro;
OS membros do governo brasileiro deveriam ser presos, processados e julgados;
Bonifácio idem;
Anularam todas as decisões do príncipe;
PEdro e família deveria cumprir as ordens anteriores e retornar p/a Portugal; Negam o alerta do Brasil sobre a fragmentação do reino;
consideraram violentas e injuriosas as palavras de Bonifácio em Carta a d. Pedro;
OS membros do governo brasileiro deveriam ser presos, processados e julgados;
Bonifácio idem;
Anularam todas as decisões do príncipe;
Pedro e família deveria cumprir as ordens anteriores e retornar p/a Portugal;
Chegada de mais reforços portugueses; Informações sobre a reunião do conselho de
Estado do dia 2, com ministros e os
procuradores gerais das províncias.
Conselho aconselha a se separar de Portugal 3 - CONSELHO DE ESTADO CONVOCADO
e PRESIDIDO POR LEOPOLDINA Listar o nome de todos na comitiva Pedro se afastou do grupo e pediu que o Padre lesse em voz alta Pedro pergunta a Belchior:
E agora?
Ele responde:
Se vossa alteza não se fizer rei do Brasil, será
prisioneiro das Cortes e talvez, deserdado por
elas. Não há outro caminho senão a
independência e a separação; D. Pedro se aproxima da comitiva com
Belchior e colhe os pareceres que cada um
tinha da situação. Não suspeitavam do
motivo. Pedro caminhou silencioso para os Cavalos, seguido de perto por todos Pedro diz:
"Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem. Chamam-me
de rapazinho e de brasileirinho. Pois verão
agora o quanto vale o rapazinho. De hoje em
diante, estão quebradas as nossas relações;
nada mais quero do governo português e
proclamo o Brasil para sempre separado de
Portugal" Pedro vira-se para Canto e Melo e diz:
"Diga à guarda que eu acabo de fazer a
independência completa do Brasil. Estamos
separados de Protugal" Gama lobo vê a guarda se aproximando em
grande velocidade e entende o que está
acontecendo. Imediatamente mandou
formarem para receber d. Pedro. O príncipe
mais rápido, chegou antes que estivessem
prontos e nas celas. Apeados e não, fizeram um semi-círculo no
entorno do príncipe. Pedro parou seu animal,
por volta das 16:00hs e de espada
desembainhada bradou: Amigos, as Cortes portuguesas querem
escravizar-nos e perseguem-nos. De hoje em
diante, nossas relações estão quebradas.
Nenhum laço nos une mais.
Arrancou do chapéu, o laço azul e
branco decretado pelas cortes como o
símbolo da nação portuguesa. Atirou-o ao
chão e disse:
Laços fora soldados! Vivam a independência,
a liberdade ea a separação do Brasil Responderam com um VIVA ao Brasil
independente e separado e um viva a d.
Pedro. Pedro levantou sua espada, no que foi imitado pela guarda.
Os paisanos retiraram os chapéus.
PEdro disse: Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil Juramos! Responderam todos o s presentes Pedro embainhou a sua espada, o que foi repetido por todos e ficou de pé nos estribos para dizer:
"Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será independencia ou morte" Pedro esporeou a sua égua e partiu a galope para são paulo seguido pela sua comitiva.
Como no mesmo dia e a noite ele já apresentou seu hino da independência, ou já estava
trabalhando nele, ou o criou montado no cavalo no retorno a São Paulo Quando visitas ilustres eram esperadas em
SP, plantavam no alto da torre da igreja da
Boa Morte um vigia que observava as
estradas. D. Pedro era esperado, mas a
velocidade com que entrou na cidade, fez
com que tocassem os sinos atrasados para
logo ser seguido pelas outras igrejas e
conventos. D. Pedro já levantava poeiras pelas
ruas da cidade quando os sinos ainda
tocavam. A população que foi as janelas, viu
um cavaleiro em grande velocidade
atravessando as ruas e seguido de longe por
Canto e Melo
Corria para o palácio do governo, no PÁTIO
DO COLÉGIO, de onde governava São Paulo
desde a sua chegada. O segundo cavaleiro a chegar, Francisco
de Castro, chamado pelo Capitão Antônio da
Silva Prado, futuro barão de Iguape e do
desembargador João de Medeiros Gomes,
Ouvidor de Itu, e do padre Idelfonso Xavier.
A notícia se espalhou pela cidade No pequeno teatro de são paulo com 350
lugares e 28 camarotes. Pedro apareceu no de
número 11. Do governador. O único
mobiliado. Escravam acompanhavam seus
donos levando suas cadeiras e cestas de
comifda com Frango empanadas e cuzcuz Francisco de Castro abriu as cortinas do
camarote Às 21:30.
Houve aclamação como o primeiro rei
brasileiro. Brado puxado pelo padre
Ildeofonso, Antônio Leite Pereira Lobo e João
de Castro Canto e Melo.
O coronel Manuel Marcondes de Oliveira
Melo, afirmou que Pedro compôs a música
entre o fimda tarde e o início da joite Pedro lança uma proclamação aos paulistas
"coisa nenhuma me poderia ser mais sensível
do que o golpe que minha alma sofre,
separando-me de meus amigos paulistanos a
quem o Brasil e eu deve-mos os bens que
gozamos e esperamos gozar de uma
constituição liberal e judiciosa" Legou o governo paulista para:
O bispo, o ouvidor e o comandante militar da
praça de santos PEdro comparece ao teatro com Leopoldina e é ovacionado PEdro comparece ao paço e é ovacionado PEdro escreve uma longa carta ao pai O Jornal inglês, The Courrier publicou:
"O rei de Portugal expressou sua
desaprovação sincera ou fingida, proibindo o
filho de repousar no aniversário do príncipe
real, até que obedeça às leis e ordens
enviadas. Deve estar muito satisfeito com o
rumo dos acontecimentos e da esplendida
herança que conserva em sua família As dez:
uma guarda de honra formada por oficiais
fluminenses e paulistas, um índio, um mulato
e um negro, indicando a chegada do de d.
Pedro que vinha com Leopoldina,e da filha
Maria da Glória.
Foram para o antigo palacio do conde dos
arcos (Atual prédio da UFRJ)
PEdro ouve e responde discurso A praça explode em alegria, teve 101 salvas
de artilharia;
infantaria deu três salvas de tiros para o ar;
Vivas
ao imperador,
à impetriz,
à religião,
à independência,
a constituição Seguiram todos à capela real, capela Imperial
A imperatriz e a filha foram de carruagem e
pedro seguiu a pé pelas ruas sob um pálio.
Lenços brancos nas janelas; José Bonifácio, Barão de Santo Amaro, Frei
Arrábida, o bispo capelão-mor e o mosenhor
Fidalgo, elaboraram a cerimônia Portugal envia tropas. O Brasil se armou e
contratou mercenários. Houve combate no
mar, no sertão, no norte, nordeste e no sul Morre a freira Joana Angélica de Jesus,
baionetada, defendendo o convento da Lapa
contra os portugueses em Salvador.
Ficou conhecida como a autora da famosa
frase:
“Para trás, bandidos! Respeitai a casa de
Deus! Só entrarão passando por cima do meu
cadáver!”. Fim do cerco de Montevidéu. Guarnição de
Montevidéu, autorizada a voltar à Europa.
Fim das batalhas de independência Assinado acordo secreto permitindo que a
França invadisse a Espanha para restaurar
Fernando VII como monarca absoluto.
Carlota e Miguel Vibram! O Congresso de Verona se reuniu em Verona
em 20 de outubro de 1822 como parte da
série de conferências ou congressos
internacionais que foram abertos com o
Congresso de Viena em 1814-15, que instituiu
o Concerto da Europa no final das Guerras
Napoleônicas
Santa Aliança + Quíntupla Aliança.
Movimento semente da retomada absolutista
(autocracia) da Espanha A Batalha do Trocadero , travada em 31 de
agosto de 1823, foi a única batalha
significativa na invasão francesa da Espanha
em apoio ao rei Fernando VII . As forças
francesas derrotaram as forças liberais
espanholas e restauraram o governo absoluto
de Fernando. Abrilada: Novo golpe de D. Miguel contra os
moderados. Os opositores de D. João VI
prendem os principais conselheiros do rei e
sequestram-no no Palácio da Bemposta. O
corpo diplomático obriga a libertação do rei,
que se refugia num barco inglês no Tejo. D.
Miguel é destituído do comando do Exército, e
exilado, e D. Carlota Joaquina é intimada a
sair de Portugal. O embaixador francês ao ter com d. João, foi
impedido pela guarda. Ele os lembrou:
"Sua alteza d. Miguel, é um vassalo e nós não
o reconhecemos senão o rei e lembre-se, que
se perdoam aos filhos dos reis os seus
desvarios, mas se enforcam seus cúmplices".
Entraram e viram que d. João era um preso virtual Em carta para o cunhado e rei da Espanha,
em 1824, d. João o lembar desse fato como o
primeiro momento em que vira na esposa,
Carlota, dos indígnos meios que utilizou, além
das traições, o uso do filho, para alçar ao
poder Em carta ao pai, d. Pedro fala da traição do
irmão e que não o considerava mais da
família;
Pede pelo reconhecimento da independência
do Brasil;
Lembrou estarem em guerra, mas não
deveriam deixar de se amar;
informou que se tornou maçom; D. João escreve ao filho:
"regularás a tua conduta conforme as
circunstâncias em que te achares, regulando
tudo com toda a prudência e cautela" Segundo o registro da ata do Grande Oriente
do Brasil, a iniciação do Príncipe na
Maçonaria ocorreu no dia 2 de agosto de
1822. No dia 4 de outubro de 1822, em Sessão
Maçônica presidida pelo Irmão e Grão-Mestre
Adjunto, Joaquim Gonçalves Ledo, Dom Pedro
I é aclamado Grão-Mestre do Grande Oriente
do Brasil. O príncipe Regente determinou a interrupção
das atividades maçônicas no Brasil para
investigações O príncipe Regente determinou o fim da
suspensão da atividade maçônica;
Decretou a prisão de Ledo e Clemente;
Por ameaça de republicanismo dentro da maçonaria D. PEdro aceita a posição de Grão Mestre Os maçons exigiam que Pedro jurasse a
constituição que não existia. Isso o irritou e ao
Bonifácio Dissolvida a Assembléia Nacional
Constituinte; Pedro promete uma constituição
duas vezes mais liberas que a proposta. D. Pedro publica no jornal "O espelho" e
assina como "O Filantropo", texto pedindo
pelo fim da escravidão. Queria substituir por
imigrantes com passagens pagas pelo Estado “Bernarda de Francisco Inácio”, como ficou
conhecida a revolta armada promovida pelo
coronel Francisco Inácio de Souza Queiroz, em
23 de maio de 1822. Foi proposta anistia a todos os presos
políticos da Bernarda de Francisco Inácio.
Os Andradas derrubaram. O jornalista Luiz Augusto May, do periódico
A Malagueta, foi atacado em casa por homens
armados com paus e espadas. Embora José
Bonifácio tenha sido acusado de ser o
mandante do atentado (NUNES, op. cit., p. 56). D. Pedro sofre o maior acidente da sua vida. Relatório enviado à Assembleia Constituinte
em 8 de julho, relata o acidente do d. Pedro. Um servidor do paço, recebe uma carta a ser
entregue a d. Pedro. Disseram que sua vida
corria perigo. Estava escrita em alemão e
Leopoldina a traduziu. Pedro chamou
Bonifácio que conversava com a imperatriz
quando Pedro saiu com soldados armados, na
cidade, invadiu o apostolado, encerrou um
sessão que ocorria, apreendeu papeis e
fechou o local. NA volta pra quinta, discutiu com Bonifácio. Bonifácio, seu irmão Martim Francisco e sua
irmã, deixaram os cargos que ocupavam Pedro escreve uma proclamação chamada:
"Aos habitantes do Brasil"
Oficializando o fim das perseguições políticas.
Lavrou decretos soltndo todos os presos
políticos do país. Irmãos Andrada lançam o jornal "O Tamoio"
abertamente anti-lusitano Pronto o anteprojeto da constituição com 242
artigos. José Bonifácio propôs ao imperador,
que o ministro-chefe apoiasse uma moção
dos Andrada, para que a constituição fosse
aprovada sem discussão dos artigos na
plenária. Ele não aceitou e chamou a
proposta de anti-parlamentar. Queria o
debate de cada artigo. Dois oficiais portugueses invadiram uma loja
no Largo da Carioca e espancaram com
bengaladas, um boticário que teria escrito um
artigo contra os portugueses. Não foi ele. Proposta na assembleia, para decreto que
retirasse os direitos civis dos militares
portugueses e os deportasse.
Pedro pediu que o general Curado, retirasse
as tropas da cidade, retraindo para São
Cristóvão. Assembleia sempre cheia de populares para
assistir os inflamados discursos dos Andradas No Exército, brasileiros e portugueses
reclamavam da demagogia da assembléia. Pedro dissolve o gabinete.
Francisco Vilela Barbosa, novo ministro-chefe,
comunicou a assembleia que as forças
estavam aquarteladas e sem risco.
Criticou os jornais e alguns parlamentares Até o momento, somente 24 dos 272 artigos
haviam sido votados,Havia um sentimento
anti lusitado; A estimativa era a de que
levarima meses ou anos. Tropas enviadas para a frente da assembleia.
Não houve resistência. (Noite da Agonia) Os Andrada e outros deputados foram presos
e deportados para a França Pedro foi até a Igreja da Glória para agradecer
pelo término da crise sem sangue. No imperial teatro a noite, d. Pedro deu vivas
por cinco vezes à nova constituição. Imperial Theatro São Pedro de Alcantâra é
consumido por um incêndio A Vila de Campo Maior (CE), não aceitou a
constituição por conta da dissolução da
assembleia. As câmaras de Olinda e Recife, recusaram-se
a jurar a constituição e não reconheceram o
governador enviado por d. Pedro. Confederação do Equador
Em 2 de julho de 1824, Manoel de Carvalho
aproveitou a oportunidade para proclamar a
independência da província de Pernambuco, Em retaliação pela Confederação do Equador,
Dom Pedro I desligou do território
pernambucano a Comarca do Rio de São
Francisco (atual Oeste Baiano), através de
decreto de 7 de julho de 1824. Esta foi a
última porção de terra desmembrada de
Pernambuco, que perdera sete anos
antes a Comarca das Alagoas, em
consequência da Revolução Pernambucana Execução do Frei Caneca Execução do Padre Mororó Comissão de senhoras baianas (186) se
encontram com Leopoldina e lhe entregam a
"Carta das senhoras Bahianas", felicitando-a
pela participação nas patrióticas resoluções
do seu esposo. Leopoldina trabalha com o major von
Schäffer, agente de imigração brasileira na
Europa que buscava trazer colonos em
substituição aos escravos. Leopoldina ajudava
financeiramente aos que desejavam voltar a
seus países.
Todas as sextas às 9:00hs, havia audiência
pública entre o povo e seus imperadores O povo podia ter com Leopoldina também,
todas as sextas na missa na Nossa Senhora
da Glória ou na porta da entrada da quinta,
onde ela atende sempre na entrada ou saída. Curiosidade sobre a rotina imperial
Acordavam as 5:00hs;
Com Leopoldina, visitava propriedades, lavouras e colonos na Quinta da Boa Vista;
Caçavam juntos;
ou
Iam ao Jardim Botânico acompanhar a cultura do Chá ou fruta-pão;
Por vezes Leopoldina o acompanhava nas incertas pelas repartições públicas, cais e arsenal;
A imperatriz se retirava para seus aposentos quando Pedro se reuia com seus ministros;
Almoçavam separados;
depois da sesta, saiam juntos novamente;
Quando se recolhia, fechava sua ala do palácio Realizada no Rio, conferência do
reconhecimento da independência brasileira
por Portugal. D. João escreve carta a d.Pedro, cedendo o
pleno exercício da soberania do Império do
Brasil para o governar, denominando-se
Imperador.
(Tomou pra si e cedeu. Manteve a hereditariedade) Desembarca no Brasil, Charles Stuart,
embaixador inglês que faria a renegociação
dos tratados comerciais de 1807 que
expiravam 1825. D. Pedro intercepta a carruagem do
embaixador com outra carruagem no bairro
de botafogo, como que por acaso. D. PEdro inicia as negociações e depois
nomeia um conselho. O embaixador deixou
suas impressões sobre o Imperador O tratado de reconhecimento da
independência foi publicado no Rio de Janeiro Publicado em Portugal, o reconhecimento da
independência brasileira A amante de Santos começa a frequentar a
corte. Leopoldina se mostra uma gigante
moral sem precedentes e espanta o mundo.
A população do Rio fica cada vez mais
apaixonada por sua imperatriz Aniversário de Leopoldina e D. João
reestabelece a paz entre Brasil e Portugal D. João, divulga que concorda com o tratado
que viera do Brasil.
Dia de São Leopoldo, padroeiro da Áustria.
Dia do onomástico de d. Leopoldina.
D. João sempre que podia, a homenageava.
Certamente se estivesse no Brasil, as coisas
seriam diferentes Exilados uruguaios vindos de Buenos Aires,
retornam a Cisplatina. Região anexada por d.
João. Rapidamente eles levantam a população
contra o Brasil.
General Lecor, conseguiu manter Montevidéu
e outras cidade. Batalha do Sarandi - Cisplatina
A força expedicionária brasileira foi obliterada Brasil declara Guerra contra a Argentina Argentina envia tropas pela causa uruguaia D. Pedro não aceitava nenhum deslize ou
afronta. Até mesmo a discirdância de
idéias poderia resultar em demissão. Pedro recebe do embaixador Charles Stuart,
a informação de que Simon Bolívar enviaria
12 mil homens para ajudar a Argentina na
luta contra o Brasil Os imperadores desembarcam no Rio.
Pedro anda acelerado rumo a Sé para um Te
Deum pela chegada segura.
Leopoldina percorrida com serenidade e
postura o caminho até a capela, não deixando
de falar com ninguém e dando a mão para os
que pediam para beijá-la.
Uma gigante! A fragata portuguesa Lealdade, chega ao Rio
com a informação da morte de d. João VI. Teodoro Ferreira de Aguiar, carioca e médico
de d. João foi acusado de envenená-lo e
comete suicídio. Teodoro Ferreira de Aguiar, implanta o ensino
cirúrgico no Brasil no Hospital Militar do Rio
de Janeiro Teodoro Ferreira de Aguiar, implanta o ensino
cirúrgico de ligaduras, operações de cirurgia
e partos. Foi dono desta cadeira até 1813,
serviu também como inspetor do Serviço de
Vacina no Rio de Janeiro e Santos. D. João cai doente. Provou-se depois, ser por
envenenamento D. João assina decreto de criação da regência.
Provou-se depois que a assinatura não era
sua. Houve um golpe palaciano,
provavelmente pela sua filha a infanta d.
Isabel Maria para evitar a volta dos "absolutistas" e
garantia o trono ao real herdeiro, seu irmão.
(Estudar - Esse pode ter sido um momento
sublime de toda a história de Portugal. Não
sei como estava a relação d. Pedro I / Trono
português depois da independência) D. Isabel Maria, despacha para o Brasil,
Teodoro Ferreira de Aguiar, médico de d. João
e acusado de envenená-lo para que contasse
os fatos de viva voz. Aparentemente, foi para
protegê-lo de algum louco vingativo. D. Isabel Maria, dobra a guarda do palácio
que vigiava e confinava sua mãe em Queluz D. Pedro envia a seus membros do Conselho
de Estado, ofício relatando a morte do pai e
fazendo as seguintes perguntas: O marquês de Loulé, conselheiro de D. João
VI, é assassinado no Paço Real de Salvaterra
de Magos. Decreto, d. Pedro abdicando do trono
português em favor da sua filha. Havia um grande receio em Portugal.
A chacina e o grande desastre da Revolução
Francesa, foram feitos falsamente sob o
nome de democracia, liberalismo e
constituição. E agora eles tinham o "mesmo"
rondando o país. General Saldanha declara ao governo que se
não cumprisse os designios de d. Pedro IV e
jurassem a constituição portuguesa, faria o
exército jurá-la colocando todo o governo na
ilegalidade A infanta d. Isabel Maria assume por
proclamação a regência em nome do irmão e
da sobrinha Pedro queria que Miguel casasse no Brasil e
depois seguisse para Lisboa como regente até
a maioridade (25) da Rainha. Sua irmã e
regente d. Isabel Maria, fez excelentes
colocações nessas perguntas: D. Miguel, jura a constituição portuguesa na corte de Viena Isabel, filha ilegítima de d. Pedro I,
acompanhada pelo avô, foi oficialmente
apresentada a Leopoldina. Fato que muito a
entristeceu.
A impressão é que com a morte de d. João, o
imperador pensava poder tudo. Leopoldina dá ultimato ao d. Pedro I.
Acabar com essa porra de amante!
ou ela voltaria para o pai na Áustria. Sem resposta de Pedro, Leopoldina mandou
entregar suas roupas na casa da rameira. O
funcionário foi avisar a d. Pedro que voltou
para quinta correndo e se jogou aos pés da
imperatriz. Leopoldina comunica sua intenção ao
diplomata austríaco. Inauguração OFICIAL da Academia Imperial de Belas
Artes. Leopoldina não comparece. -
Depressão. Tomografia dos restos mortais de Leopoldina
pela arqueóloga Valdirene Ambiel, mostra
que os relatos de agressão de Pedro são
falsos, assim como a suposta queda na
escada. Leopoldina faleceu em decorrência de
um aborto natural e seu já combalido estado
de saúde. O médico e historiador Melo Morais,
testemunhou o que viu na despedida entre d.
Pedro e d. Leopoldina D. Pedro desembarca em Santa Catarina. O embaixador da Prússia, Theremin, envia
relato da siatuação de Leopoldina a Berlim:
O povo encontrava-se literalmente de joelhos
implorando ao Todo-Poderoso pela
conservação da imperatriz. As igrejas nunca
se esvaziaram, e nas capelas domésticas todo
mundo ficava prostrado de joelhos. Os
homens formavam procissões, não das do
tipo comum que importunam, mas com
verdadeira devoção, onde corriam muitas
lágrimas Leopoldina aborta um feto masculino de cerca
de 10 semanas Leopoldina tem uma leve melhora.
Confessou-se e recebeu os sacramentos.
Pediu para ver seus criados e pediu perdão
por qualquer ofensa que pudesse ter
cometido. Pedia a todo momento para ver os
filhos FORJADA UMA CARTA SUPOSTAMENTE DITADA
PELA IMPERATRIZ, ONDE A MESMA ASSUME
UMA GRANDE DÍVIDA E ACUSA PEDRO DE TÊ-
LA AGREDIDO SURGE UMA FORJADA CARTA SUPOSTAMENTE DITADA
PELA IMPERATRIZ, ONDE A MESMA ASSUME
UMA GRANDE DÍVIDA E ACUSA PEDRO DE TÊ-
LA AGREDIDO O Rio de Janeiro sofre o pior luto de sua história:
Os sinos dobravam o toque de finados;
Os canhões das fortalezas disparavam a cada dez minutos;
O alemão Karl Seidler, registrou as faces mudas de dor, de desespero;
Alemães, italianos, portugueses e ingleses;
Negros e mulatos;
Maria Grahan relatou:
"Os pobres negros andaram pelas ruas por
muitos dias gritando: Quem tomará agora o
partido dos negros?" Não havia uma só casa do Rio, que um de
seus moradores não tivessem ido ao palácio
em busca de informações sobre a saúde da
imperatriz A população se revoltou contra arameira.
O batalhão alemão ameaçou rebelar-se;
A casa da rameira foi apedrejada;
Seu cunhado, Carlos Oliva foi baleado;
A acusaram de envenenar a imperatriz; No jantar de casamento em Vila Viçosa, no
Paço Ducal (Braganças) de Vila Viçosa, no
grande salão da propriedade, foi "Posta a
mesa". As salas de grandes eventos da
residência, não tinha uma mesa de refeições.
Desde esse dia, cunhou-se o termo" Por a
mesa", pois significava literalmente buscar uma
mesa para por no local.
(Buscar referências e fonte primária) Batalha de Ourique Batalha de São Mamede A Conquista de Ceuta O Tratado de Salvaterra de Magos, surgido
após as chamadas Guerras fernandinas, foi
acordo para procurar consolidar a paz entre as
duas coroas, Reino de Castela e Reino de
Portugal D. João I foi, ilegalmente, (pois à revelia do
tratado de Salvaterra de Magos) eleito rei nas
Cortes de Coimbra em 1385. Pela primeira vez
um rei português foi eleito em assembleia
popular com participação de comerciantes
menores. Morte de d. Pedro III
Rei Consorte de Portugal (68) D. Pedro teve um pesadelo no mesmo dia da
morte da esposa e sonhava com ela Ofício Fúnebre em memória da imperatriz na
Capela Imperial, d. Pedro foi relatado pelo
corpo diplomático como muito comovido
enxugando os olhos inchados e lendo seu livro
de orações. Fala do Frei Francisco de Monte Alverne D. Pedro chora na abertura da assembléia. Para
a supresa de todos.
Discurso... D. Pedro I, escreveu um poema sobre a perda
de Leopoldina, esculpiu uma coroa de madeira
para por sobre o seu caixão e uma placa Na festa de aniversário da duquesa de Goiás,
d. Pedro estava ausente, olhar perdido. A
rameira o procurou e o encontrou chorando
abraçado a um retrato de Leopoldina D. Pedro conversa com Domitila e termina o
relacionamento, se comprometendo a cuidar
da educação de todos os filhos e leh fornecer
pensão D. Pedro escreve ao sogro pedindo perdão
Texto... A Batalha do Passo do Rosário ou Batalha de Ituzaingó A classe política brasileira não se sensibilizou
com a questão da Cisplatina. O solo não era
propício para o plantio de café nem cana D. Pedro consegue com seus proprietários, a
libertação de dois escravos que estavam lhe
ajudando no sul. Assembléia jogando com as regras
constitucionais, criaram leis de controle do
judiciário e o código penal de 1827 previa pena
de morte em rebelião, motim ou traição quase
que exclusivamente para negros, e deixando
homens livres impunes, o que era interessante
para republicanos.
Controlando a dotação do exército, também
podiam enfraquecê-lo ou dominá-lo,
fragilizando a unidade nacional. Políticos a e imprensa fragilizavam o país,
fazendo com que d. Pedro não pudesse
prescindir da aliança inglesa, o que lhe
custavam concessões desde o tempo de d.
João, tais com os tribunais locais ingleses.
D. Pedro também havia destacado uma força
expedicionária britânica ajudá-lo em
Portugal na paz entre liberais e absolutistas.
E era pelos ingleses que chegavam imigrantes irlandeses D. Pedro I, Faz de Miguel, seu lugar-tenente
e regente do reino de Portugal.
Miguel faria 25 anos em outubro, idade que lhe
permitiria assumir a regência D. Isabel Maria escreve alerta ao irmão d. Pedro
sobre Miguel Domitila deixa o Rio e se vai. Aleluia! D. Miguel Jura fidelidade à rainha d. Maria II,
ao rei d. Pedro IV e à Carta Constitucional Mulambos pagos por Carlota gritavam vivas ao
rei absoluto d. Miguel e morte a d. Pedro e a
Constituição. Miguel apenas sorria. Multidão patrocinada pelo clero e nobreza, cerca o paço e dá vivas aorei absoluto Wellington manda a força expedicionária
britânica retornar ao país. D. Isabel Maria estava correta. Miguel traria
sangue para Portugal. Miguel aclamado rei pelo Senado, mas recusa o
título. Exigiu que fosse feita pelos Três
Estados(instituição abolida cm a carta - Clero,
Nobreza e Burguesia) e convocou-a A dipomacia protesta contra a quebra
institucional Guarnição do Porto revoltou-se e marchou
sobre Coimbra Começa a forte perseguição aos
constitucionalistas e aos liberais que se não
são mortos, fogem para Inglaterra ou Ilha
Terceira, o único ponto ainda fiel ao
constitucionalismo. D. Pedro recebe a informação do golpe do irmão. Wellington, Metternich tinham como proposta,
enviar Maria II para se casar com o tio em
Portugal ou ser levada para seu avô na Áustria.
Pedro deveria esquecer a constituição e tudo
ficaria bem.
Antes de chegar a proposta, Pedro
já havia denunciado o irmão DECRETO DENUNCIANDO MIGUEL, O USURPADOR Aniversário da rainha Maria II, mas ela está na Inglaterra.
Festa realizada no paço em sua homenagem.
Stragford fez um discurso sobre Maria ser rainha De Jure,
mas o Rei era Miguel. Chalaça conta que Pedro deu um
sorriso amarelo, ao estilo d. João. Quando o Barão de
Mareschal tentou continuar no tema, D. Pedro respondeu violentamente! Os dois se
retiraram rapidamente.
O diplomata norte-americano registrou que D.
Pedro virou-se para o camarista e xingou os
dois estrangeiros:
"Estes dois filhos da puta pensavam pilhar-me,
mas eu os mandei passear" D. Pedro abre os trabalhos na assembleia.
Tropas portugueses exiladas em busca de asilo no Brasil;
Crise financeira;
Banco do Brasil;
Boa legislação para fortalecer a imigração;
Abuso da liberdade de imprensa; A constituição não permitia um ataque direto
ao imperador, a constituição e a religião
Católica, os ataques eram indiretos, mas todos sabiam.
"Nosso caro imperador" = Imperador CARO
Os processos que o Estado movia, eram todos
perdidos, pois o juri era composto por jornalistas. CPI na Assembleia
Leia o texto D. Pedro se convenceu a respeitar o que existia.
Percebeu que a constituição era imperfeita
Que as forças escravocratas e "conservadoras"
permanecendo na assembleia, permitiriam as
revoltas e destruição do império.
Pedro morreria pelo acreditava. D. Pedro antecipa-se a obrigação de 13 março
de 1830 assinada com os ingleses.
Determina e seu ministro da Marinha decreta
que não seriam mais permitidos que navios
negreiros partissem para a África desde os
portos brasileiros. A assembléia não
implementou a medida. 8 princesas europeias recusaram o convite de d. Pedro. O imperador austríaco não gostava de d. Pedro
(com razão), assim como de suas ideias
politicas. Boicotou suas tentativas de conseguir
uma nova esposa para que seus netos
herdassem o trono brasileiro. Visconde de Pedra Branca, ministro em Paris,
indica Amélia para Barbacena Não tinha uma linhagem particularmente
distinguida por parte de mãe, e seu pai,
enteado de Napoleão Bonaparte, em muitos
lugares não tinha sua nobreza reconhecida
justamente pelo ódio que o ex-imperador
francês suscitara em boa parte da Europa.
Entretanto, era seu único "defeito". A princesa
era muito bela, alta, bem proporcionada, com
um rosto delicado e cabelos alourados. Era, também, muito culta e sensível. Uma
notícia do London Times na época afirmou que
ela era uma das princesas mais bem educadas
e preparadas da Alemanha A convenção matrimonial entre Pedro e Amélia
foi assinada na Inglaterra A convenção matrimonial entre Pedro e Amélia
foi RATIFICADA em Munique pela mãe e tutora
da noiva, a Duquesa de Leuchtenberg. Confirmado o tratado de casamento no Brasil.
Despachado para a Europa no mesmo dia. A Imperial Ordem da Rosa
Ordem honorífica brasileira.
Criada pelo imperador D. Pedro I para
perpetuar a memória de seu matrimônio, com
Dona Amélia de Leuchtenberg e Eischstädt, um
dia após sua chegada ao Brasil. Foi extinta em
1891, juntamente com todas as outras ordens e
títulos nobiliárquicos existentes no Brasil. A cerimônia do casamento de d. Pedro I e d.
Amélia,, realizada por procuração em Munique,
na capela do Palácio de Leuchtenberg Foi singela, contando com poucos convidados,
já que Amélia insistiu em doar a um orfanato
de Munique a substancial dotação enviada por
Pedro para uma celebração faustosa. O noivo foi representado pelo Marquês de
Barbacena. Amélia tinha apenas dezessete
anos, e seu marido, trinta. Duas imagens interessantes Pedido de casamento e casamento. Ver aqui. Marquês de Barbacena encantado com a
beleza de Amélia, gritou sozinho na volta para casa:
"Valham-me as cinco chagas de N.S. Jesus
Cristo, já que pelos meus enormes pecados,
não sou imperador do Brasil.
Que fará o nosso amo, na primeira, na segunda
e em mil e uma noite? Que sofreguidão! Os
dedos hão de parecer-lhe hóspedes..." Capitão Paulo Barbosa chega ao Rio com o
contrato de casamento expedido pelo
Barbacena O ministro Clemente Pereira é enviado para
informar à Domitila que d. Pedro iria casar e
que ela deveria deixar o país. Pedro compraria
seu patrimônio por 300 contos de reis, algo
como 300 quilos de ouro.
R$ 97 MM em valores de Jan/2022. Domitila vende para d. Pedro, suas
propriedades. Terrenos, Chácaras, Casa e o
camarote no teatro. Sua mudança de mobília e
bens para SP, consumiu 60 bestas que
encheram uma escuna. Ainda
mantinha 52 escravos (~52 carros populares).
Ficou com uma pensão de 1 conto de reis, ou
seja, 1 quilo de ouro por mês, ou seja R$ 300
mil reais.
Foi lucrativo! D. Pedro não aguentou a espera e foi de barco até a fragata;
Cumprimentou a filha rainha com amor e se dirigiu até a esposa.
Desembarcaram no dia seguinte sob um céu pesadamente nublado. Maria II e a sua corte, se estabeleceram na
antiga residência da já sumida Marquesa de
Santos Carta secreta e inédita (Rezutti), escrita pela
infanta d.Isabel Maria, burlando a censura de d.
Miguel, narrou a sua situação como a de
Portugal...(mais) As irmãs d. Isabel Maria, ex-regente, e d. Maria
d’Assunção foram feitas prisioneiras. Segundo
relato de um oficial britânico,
"a dissipação da corte de Dom Miguel fez a
situação da Infanta Dona Isabel Maria e de sua
real irmã extremamente desagradável, na
verdade, essas augustas pessoas eram
completos prisioneiros do estado, sob a
vigilância dos espiões mais depravados e sem
princípios, e as senhoras de suas cortes eram
frequentemente submetidas a todo tipo de
grosseria e irritação." De Londres, o marquês de Palmela escreve:
"Segundo ouço, continua e aumenta cada vez
mais a opressão e o terror em Portugal, ao
ponto de se achar presa no Paço a infanta D.
Isabel Maria e quatro bispos suspensos do
exercício de suas funções." José Bonifácio retorna ao Brasil, carregando o
cadáver da esposa, morta na viagem. Bonifácio se apresenta à imperatriz e Pedro lhe
apresenta como seu melhor amigo (confirma
data). Causa boa impressão na imperatriz. A
idéia era fazer dele chefe de gabinete e
Barbacena, algo como primeiro ministro Bonifácio é nomeado como chefe de gabinete D. Pedro Capota carroça na rua do Lavradio e
cai desmaiado.
Estava no banco do cocheiro;
A Rainha Maria II bateu forte a cabeça;
Imperatriz com pequenas escoriações;
Irmão de Amélia quebra o ante-braço direito. De cama, d. Pedro avaliava melhor o cenário do
país. Decidiu pagar os custos da aquisição da
imperatriz; Suas contas deveriam ser as mais
transparentes e necessárias.
Cabia ao Barbacena dar a forma e resposta de
gastos passados e ele foi atazanado pelo
imperador. D. Pedro comparece com d. Amélia e d. Maria II,
a um baile no Senado. Não pode dançar. Ela
dançou com o irmão.
Chalaça fez a orquestra tocar uma música não
programada.
Ofendeu assim os músicos e um general.
Barbacena; Andradas e Nativistas se articulam
para retirá-lo de perto do Imperador Cardeal Ottaviani escreve dura carta ao Papa
demonstrando as heresias do concílio Vaticano
Segundo D. Pedro e Amélia sobem a serra com destino a
fazenda do padre Corrêa. Adquiriu o hábito de
d. João VI de passar o verão no local. Estrada União e Indústria, foi a primeira
rodovia pavimentada do país, inaugurada em
23 de junho de 1861 pelo então imperador
Dom Pedro II. A primeira linha férrea construída no Brasil foi
a da Imperial Companhia de Navegação a
Vapor e Estrada de Ferro de Petrópolis, por
concessão feita a Irineu Evangelista de Souza,
pelo decreto do Poder Executivo de 12 de
Junho de 1852. Amélia convenceu Pedro a parar de importunar
o padre e adquirir algo seu na região.
A fazenda Córrego Seco estava a venda.
D. Pedro I comprou;
D. Pedro II herdou.
A assembleia quitou as dívidas da fazendo
como um presente para o imperador PEdro II. Pedro recebe em Petrópolis, carta do irmão
miguel, o cinico, avisando sobre a morte da
mãe. (mais...) Miguel escreve para irmão, avisando da morte
de Carlota (mais...) Na volta pedro toma parte da perseguição dos
nativistas aos seus amigos e funcionários fiéis,
portugueses Chalaça vai para a Inglaterra contra a vontade
de Pedro, mas para preservá-lo. Viveu para
servir e bem aos Braganças pelo resto da vida Pedro envia marquês de Santo Amaro à Europa
em missão secreta:
1 - negociar apoio na questão portuguesa;
2 - oferecer apoio brasileiro a questão da santa aliança na América espanhola;
3 - Maria II ao completar 18 anos decidiria pelo casamento com d. Miguel;
4 - Miguel deveria enciar um emisário ao rio;
5 - Consideraria enviar d Maria ao avô em Viena;
6 - D. Miguel deveria anistiar todos os presos, degredados e emigrados; Em troca, d. Pedro diz o Brasil ajudaria a
Europa a instituir monarquias constitucionais
nas Américas com príncipes Bourbon;
Queria a reanexação da Cisplatina; D. Pedro trocava cartas com Benjamin
Constant. O admirava muito.
Constant apoiava a retomada de Portugal e o
entronamento da filha. Acreditava que isso
poderia disparar outras guerras
constitucionalistas em países ainda absolutistas
(autocracias) D. Pedro demite o ministro da fazenda Miguel
Calmon, por não conseguir explicar os valores
destinados a manutenção de. Maria II na
Inglaterra. Ele havia pedido para deixar ao
dispor do Barbacena. Tentou explicar por voz e
sem entregar documentos. Foi xingado e
demitido. Como iria fazer uma auditoria completa, pediu
que Barbacena entregasse o cargo. Esse saiu
muito ofendido. Pediu oito dias. Pedro não
gostou do pedido e o demitiu. A auditoria foi
feita pelo competente marquês de Paranaguá. D. Pedro realizou um novo decreto.
Explicou os motivos da demissão;
Iria fazer uma auditoria nos gastos da Caixa de
Londres.
Despesas do Barbacena ;
Do Conselho de Estado;
De sua filha Rainha;
Com os emigrados portugueses;
Com o seu casamento; Barbacena fez sua defesa publicamente
o que fez com que o povo soubesse das
recusas que Pedro havia sofrido e que a
imperatriz, não tinha um berço muito bom.
Amélia se decepcionou com o Barbacena que
tanto admirava. A imprensa alimentava a crise com a
publicação de notícias falsas sobre o retorno do
Chalaça A imprensa alimentava a crise com a
publicação de notícias falsas sobre o Gabinete
Secreto que não existia A imprensa diariamente lembrava a queda de
Carlos X na França e dizia que se Pedro não
respeitasse a constituição, aquilo poderia
acontecer com ele.
Diziam, "Viva ao Rei enquanto constitucional"
Foi Pedro que escreveu e deu ao país a constituição.
Isso alimentava um sentimento de que o
imperador poderia dar um golpe a qualquer
momento A imprensa alimentava o ódio aos portugueses,
o nativismo. O ódio aos iguais ao imperador. A imprensa culpavam os portugueses por tudo
e inclusive por maquinarem contra o país A imprensa argumentava que os portugueses
eram a base de apoio do imperador numa
eventual ilegalidade As ameaças imaginárias e diárias, contribuíram
para o assassinato do médico e jornalista
italiano, Libero Badaró, editor do Observador
Constitucional. Ele morreu alguns dias depois e
lhe atribuíram a frase dita ainda no seu leito:
"Morre um liberal, mas não morre a liberdade" A imprensa acusou o ouvidor da comarca,
Cândido Ladislau Japiaçu, que processou
estudantes que comemoravam em grande
bagunça, a queda de Carlos X. Badaró
escreveu artigo defendendo os estudantes e
chamando o ouvidor de "Caligulazinho".
Cândido foi enviado a capital para julgamento
e absolvido por falta de provas. Badaró antes de morrer, revelou que fora alvejado por alemães. Antes do recesso parlamentar, a
assembléia receosa de um golpe imaginário
alimentado pela imprensa, assumiu uma nova
palavra de ordem: FEDERALISMO.
Maior poder às províncias e um escape das
ordens diretas do imperador. Minas era a província com a maior quantidade
de parlamentares federalistas e d. Pedro
resolveu viajar até lá. Barbacena lhe enviou uma carta de alerta
sobre a viagem (mais) A imprensa já havia causado um estrago em
sua reputação:
1 - Foi bem recebido pelos governos locais;
2 - O povo não lhe fez a festa anterior (1822);
3 - Algumas casas em que se hospedara, eram apedrejadas na sua saída;
4 - Quem o cortejada era apupado nas ruas;
5 - Algumas cidades esperavam a sua chegada para celebrar exéquias de Líbero Badaró.
6 - Sinos tocavam finados durante todo o dia. Em ouro preto (objetivo final da viagem), d.
Pedro fez um discurso antifederalismo e foi
recebido com frieza. Retorna para o Rio, uma
semana antes do previsto. Decepcionado e
triste. Chega ao Rio a irmã de d. Pedro que estava no
exílio, infanta d. Ana de Jesus, marquesa de
Loulé. Chega ao Rio carta da irmã de d.Pedro, d. Ana
de Jesus, marquesa de Loulé. Informa gravidez
e que desejava d. Pedro e a sobrinha Maria II
como padrinhos. Pedro mandou que viesse ao
Brasil e saísse do exílio Imprensa recebe a irmã de d.Pedro com
deboche
(mais...) Corte e comunidade portuguesa no Rio,
comemora a volta do Imperador. Usaram
foguetes, bombas, fogueiras e girandolas (fogos
pica!). Os brasileiros respondiam gritando:
"Viva a constituição!", "Viva d. Pedro II" Os portugueses intimavam os donos de
imóveis sem decoração Nativistas e portugueses brigaram nas ruas D. Pedro e Amélia vão até a capela imperial
para um Te Deum em ação de graças
pelo retorno da viagem à Minas D. Pedro e Amélia são cercados por mais de 50
cavaleiros portugues com roupas de gala e lhes
dando vivas. Os nativistas no local gritavam vivas a
federação. Após a missa, d. Pedro e d. Amélia se dirigiram
para o paço para um beija mão onde foi notada
a ausência de brasileiros importantes ou
membros do exército. Polícia entra em ação e prende alguns militares
brasileiros envolvidos na bagunça. O padre e deputado por Minas Gerais, Custódio
Dias entrega uma petição assinada por 23
outros deputados, pedindo a punição do
estrangeiros que perturbaram a ordem pública Ministro austríaco e barão Daiser, reporta que
d. Pedro ficou tão nervoso que teve
indisposição. Informaram que a ausência de ação, significaria
que os brasileiros fariam justiça D. Pedro derrubou seu gabinete e constituiu
um outro só com brasileiros.
Escolheu pessoas que não agradaram o povo,
os políticos e a imprensa. Todos os oficiais brasileiros presos foram
libertados;
D. Pedro pediu ao conde Sabugal, chefe do
governo de Maria II, que chamasse seus súditos
à ordem. Imprensa
Diário Fluminense
conclamavam os brasileiros “dignos desse
nome” a se unirem ao trono e ao imperador,
relembrando tudo o que d. Pedro havia feito
pelo Brasil,
O Repúblico
afirmavam que o monarca estava mais para
PedroIV do que para Pedro I, convocando o
povo a lutar contra os portugueses. Aniversário da Outorga da constituição brasileira. Parada militar no Campo de Santa Ana com grande multidão Nenhum entusiasmo com a chegada do imperador Um bando de vagabundos mal vestidos e a
soldo, se manifestou e foram dando vivas em
direção ao imperador que os afastou estalando
o chicote no ar Um grupo de cerca de 40 jovens se posicionou
próximo ao imperador durante o desfile e gritavam:
Viva a independência;
Viva ao Brasil;
Viva a constituição;
Viva ao imperador "enquanto constitucional" Durante os desfiles, a multidão vaiava os
batalhões ou aplaudia conforme a orientação
política conhecida de cada um Barão Daiser não encontrou o imperador na
tribuna. Amélia disse que o general Morais,
ministro do Exército o infrmara sobre um Te
Deum sendo realizado pelos liberais na igreja
São Francisco de Paula. D. Pedro não foi
convidado, mas o general lhe aconselhou a ir.
Foi no seu cavalo, imponente. Tão logo entrou na igreja um cidadão tomou-
lhe a mão para beijar Ele disse:
- Viva o imperador enquanto for constitucional
- Sempre fui e hei de dar provas de o ser, e
tanto que sem me convidarem para a função
aqui estou. Os liberais estavam distribuindo folhas verde e
amarelas para identificar os brasileiros. Já havia
uma identificação com as cores. Ao se aproximar do altar-mor:
- Desculpe, vim sem ser convidado.
- Só chamamos brasileiros
- E eu também não sou brasileiro?
Fez-se silêncio. Frei Francisco do Monte Alverne durante o sermão:
- O povo não combateu pela escolah de um senhor!
- O Brasil e os brasileiros não aceitariam
ministros ineptos ou tirânicos, que tornaram
odiosa a autoridade real.
- Um anátema de execração fulmine aqueles
que, pregando a doutrina do absolutismo,
apagam os brasões de vossa glória. Sua saida foi tumultuada com muitas pessoas falando:
- Viva o imperador enquanto constitucional.
- Sempre fui e sempre serei.
- Viva d. Pedro II!
- É ainda criança. Um cidadão lhe segurou pelo braço e perguntou:
- Estás disposto a governar conforme a constituição?
- Nunca tive outra intenção!
- Nesse caso senhor, podeis contar com nosso amor e fidelidade A multidão extasiada correu para lhe dar mais
folhas verde e amarelas, assim como para
colocá-lo no seu cavalo. Voltou ao campo de santana e relatou a todos.
Seu rosto pálido sem expressões e olhar
vitrificado, mostrara que a cena tinha sido
impactante A imprensa e os políticos se colocavam como
guardiões da legalidadde enquanto pintavam o
imperador como traidor.
D. Pedro depoiso do desfile, viu que não
poderia contar com o exército caso fosse
preciso. D. Pedro e a corte assistiam uma procissão no
Paço da Cidade.
Num quartel de artilharia próximo, O editor do
jornal "O repúblico" distribuia uma nova edição
do jornal aos soldados.
Dava notícia falsa de que mais brasileiros
haviam sido mortos por portugueses As notícias correram.
O povo ao passar pelo balcão do passo, não
tiravam mais os chapéus em sinal de respeito.
As tropas falvam em depor o tirano
imediatamente. Francisco de Lima e Silva (Pai de Caxias)
acalmou os oficiais e pediu a d. Pedro que
retornasse para a Quinta da Boa Vista (Sábado)
O Repúblico, incansável em desestabilizar a
ordem púbica, circulou nova edição venenosa
nas ruas contra d. Pedro. (Domingo)
Novas brigas entre brasileiros e portugueses Casas e comércio portugueses foram
destruídos. Qualquer um que parecesse fiel a
d.Pedro era atacado Festa de Aniversário de Maria II.
Corte Brasileira e Portuguesa reunida.
Todos os principes e princesas presentes;
Um ajudante de ordens invade o local em
busca do imperador A cidade estava em revolta e com assassinados.
D. Pedro pegou os ministros da justiça e da
guerra pelos braços. Eles garantiram que tudo
estava em ordem. Diziam que não havia o que
fazer! Um novo ajudante de ordens chegou com a notícia de que a situação piorara. O general conde do Rio Pardo, ex-ministro do
Exército disse para d. Pedro que estava pronto
para derramar seu sangue pelo soberano e que
as coisas não poderiam continuar como
estavam. Pediu uma decisão e d. Pedro
autorizou a despachar patrulhas para os
cruzamentos dos caminhos que levavam a São
Cristóvão. Embaixadores relatam que d. Pedro estava
exausto com aquilo tudo.
Com o passar das horas a cidade foi se
acalmando. Nativistas e liberais convocam o povo as ruas.
O ponto de encontro seria o Campo de Santa Ana. O Editor de "O Repúblico" e os mais radicais, se
colocaram próximos ao Paço. 1:00PM - 600 pessoas
3:00PM - 2.000 pessoas
5:00PM - 4.000 pessoas
6:00PM - Chegam os militares de um quartel de
artilharia próximo
D. Pedro enviou uma proclamação para ser lida
ao povo
Pedia calma, que nunca deixaria de ser
constitucionalista, confiança nele em em seu
gabinete A proclamação foi rasgada. Exigiam a
reintegração do ministério demitido. 19:00hs - Uma delegação de Juízes paroquiais
foi enviada a Quinta da Boa Vista com uma
mensagem do povo D. Pedro explicou aos juízes:
- Estou dentro do meu direito constitucional de
demitir e nomear ministros. Se eu permitir que
o povo interfira em minhas escolhas, estaria
contra a constituição jurada, mas também
deixando de ser o representante dos interesses
permanencetes da nação. Seria eu, apenas um
mero instrumento na mão de uma maioria. Disse:
- Tudo farei para o povo, mas nada pelo povo
A população não compreendeu essa frase e
gritaram no campo de Santa Ana:
"Morte ao tirano" 23:30 - Quase todas as unidades do exército já
estavam com o povo.
Francisco de Lima e Silva enviou se ajudante
para informa que já não mais conseguria
dispersar o povo. Aconselhou-o a atender seus
pedidos. O batalhão do Imperador deserta de São
Cristóvão, assim como a Artilharia a cavalo. A
Quinta estava sem proteção. D. Pedro conclui que não o queriam como
governante por ser portugues. Independente
do que fizesse naquele dia, sempre tentariam
se livrar dele.
O futuro do país estava em um governante
brasileiro e seu nome era d. Pedro II. Execução de Gomes Freire Principal Souza, acusa Gomes Freire de fazer
parte de uma conspiração - Lesa Pátria “O plano” seria prender de noite o marechal-
general, no dia seguinte o povo e a tropa
pediriam um novo comandante-em-chefe.
Assumindo Gomes Freire de Andrade tal papel,
para evitar uma sedição e criando uma estrutura
política provisória Beresford reúne um conselho informal e mostra
documentos da conspiração Beresford “entrega toda a documentação que
possui” ao marquês de Borba, “Governador
presidente do conselho de regência” Beresford escreve sobre a conspiração:
(mais...) Aumentam as animosidades contra a
autoridade britânica, embora o julgamento
tenha sido feito pelas autoridades judiciárias
portuguesas Pontois, diplomata francês que passara a
madrugada com o imperador, relata:
(mais...) Brigadeiro Comandante das Armas Francisco
de Lima e Silva era introduzido ao Senado e
entregava ao Presidente da sessão
extraordinária, que reunia vinte e seis
senadores e trinta e seis deputados, o ato de
abdicação de D. Pedro I. Reunião do Conselho de Estado
(mais...) Pedro comenta sobre abdicação
(mais...) D. Pedro parte para o navio britâncio.
Recebera asilo da França e Inglaterra.
C/ Amélia, d. Maria II, os Loulé's, cortesãos,
funcionários, soldados fieis e seu médico, João
Fernandes Tavares, rumo a Praia de São Cristóvão Uma multidão de negros cerca o bote de d.
Pedro. Não queriam que ele fosse embora. O
tinham como um defensor. Temiam as
regências que viriam. A marinha inglesa quase
teve que intervir. D. Pedro se despede dos filhos que ainda
dormiam. Nunca mais os veria. Foi tomado de
tal emoção no berço de d. Pedro II, que saiu
carregado do quarto.
Paula Mariana, Francisca e Januária A bordo do Warspite na baía de Guanabara, d.
Pedro I alternava entre as ordens de buscar as
filhas e deixá-las. O pai brigava com o estadista. Em 16 de dezembro de 1815, no Rio de Janeiro, o
príncipe regente Dom João assinou o decreto de
criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e
Algarves, ato que elevou o Brasil de colônia para
a categoria de reino. Embora permanecesse
subordinado a Portugal, o Brasil passava a ter
condição de igualdade com a antiga metrópole. Levante em Lisboa
Com o apoio da Burguesia local e um grupo de
oficiais, são depostos os regentes e se institui
um governo provisório e que dias depois se une
aos revolsosos do Porto Pedro recebe duas Cartas. Meu pai e meu senhor Principiei a escrever a
V.M.I. pela minha própria letra, mas não pude
acabar, entrei a chorar a tremer-me a mão
pude, remeto para prova de minha verdade o
princípio que tinha feito. Eu, todos os
diasrogarei ao céu pelo melhor dos pais que
uma desgraça tão cedo me fez perder, sempre
serei obedientefilho e seguirei os ditames de
meu augusto pai. Beijo as mãos de V.M.I. como
obediente filho. PedroP.S. Os meus criados
beijam a mão de V.M.I. com o maior respeito e
saudades. “Meu querido pai e meu senhor.Tenho tantas
saudades de V.M.I e tanta pena de não lhe
beijar a mão. Comobediente e respeitoso filho
Pedro. Peço a V.M. um bocadinho de cabelo
de V.M.I.” Pedro I deixou funcionários como espião da
tutela de bonifácio e da criação dos filhos.
Enviavam relatórios. O Warspite era um grande navio de guerra. O
Volage uma menor. Como o Warspite ficaria no
Brasil para garantir a ordem, eles trocaram de
navio D. Maria II e os marqueses de Loulé, partem
no navio francês, La Seine.
D. Pedro deu ordem expressa ao cmt, de que
não parasse em nenhuma ilha portuguesa. Grande tempestade atinge o LaSeine.
Amélia ficou muito enjoada.
D. Pedro estava inquieto e não abrigado,
desenhava a tormenta.
Enviou o desenho para Pedro II, que o tinha ao
lado da cama Pedro descobre que Amélia estava grávida.
O bebê fora concebido no Brasil e ainda sob a
coroa. Seria uma princesa ou um príncipe
brasileiro legítimo. Aportaram em Faial.
Encontrou representandos do governo local;
Enviou comuicação a regência exilada na ilha
terceira; d. Pedro colocava o pé na Europa
novamente e agora iniciava a uta pela
libetação de Portugal e por sua filha Maria II. Desembarcaram 15:30 Autoridades locais subiram no navio as oito da
manhã para cunmprimentar d. Pedro. Marinheiros perfilaram em trajes de gala
Bradaram nove vivas ao imperador
O Volage e os canhões de terra deram 21 tiros. D. Pedro é recebido como chefe de Esatod.
Todas as honras. Gritavam ser ele "Liberal e
Constitucional." Passou em revista 5000 soldados da Guarda
nacional Disponibilizaram uma propriedade para ele Ganhou muitos discursos de Constitucional e Liberal Todos admiravam sua decisão de renunciar
para não ferir a constituição. Todos sabiam,
porque d. Pedro havia mandado publicar num
jornal, sua versõa Enquanto isso em Portugal, qualquer opositor
de Miguel era sentenciado em 24 horas. Eram
chicoteados ou mortos. Inglaterra e França evitavam iniciar operações
militares, para não se opor a Santa Aliança.
Poderosa aliança formada e que era antipática
aos novos ares constitucionais.
Na inglaterra, Pedro conseguiu do Palmerston,
autorização para contratar ingleses e navios
livremente. D. Pedro Esteve com o Secretário de Estado
para Assunstos estrangeiros, com o primeiro
ministro e com o Rei. Esteve lá como Duque de
Bragança Duque de Bragança é recebido em um jantar
de gala oferecido pelo Rei no palácio de Saint
James Duque de Bragança é recebido pelo príncipe de
Talleyrand, embaixador francês, em sua
residência para um jantar.
Talleyrand teria sido um dos responsáveis no
Congresso de Viena(1814), pela aceitação
do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Ele aconselho Pedro a retornar p/ Paris,
durante as comemoração da revolução e de
julho que derrubou Carlos X do Trono. Lá tinha
muitos apoiadores para a causa de Maria II.
Ali, ele só receberia simpatia! Amelia não foi. Era neta da ex-imperatriz
Josefina. Napoleão adotou os filhos de Josefina
e Amélia se tornava assim, sua neta postiça.
Uma lei de 1816, proibia qualquer parente de
Napoleão, pisar na França. Pedro chega a casa do marquês de Resende em
Paris. Toma conhecimento de um convite do
Rei Luis Filipe para um jantar no mesmo dia. Pedro apareceu no grande Salão quando a
porta do aposentos pessoais de suas
majestades foram abertas. Ele surgiu de
braços dados com o rei e a rainha Maria Amélia Maria amélia era tia de Leopoldina, irmã da
mãe. Ficaram encantados com d. Pedro
O rei isentou Amélia da Lei que bania os
descendentes de Napoleão. **** Curiosidade:****
D. Francisca, filha e d. Pedro, princesa de Joinville, casou-se com um filho do Rei Luis Filipe;
O neto do rei, Luis Filipe, Conde d'Eu, casou-se com a princesa Isabel (neta de d. Pedro). Pedro se comportara com muita timidez e
recato até que a rainha Maria Amélia, o
apresentou ao marquês de La Fayette. O
famosíssimo general liberal francês "Herói de
dois mundos". Atuou na revolução americana e
na francesa e responsável pela escolha de Luis
Filipe para rei da França D. Pedro se tranformou diante de La Fayette.
Muito elogios e muitas conversas fizeram dele
um dos principais aliados de d. Pedro.
Seu neto esteve ao lado de d. Pedro durante
todas as lutas portuguesas Na comemoração da queda de Carlos X. D.
Pedro foi a cavalo com o rei Luis Filipe e dois de
seus filhos, escoltados por um regimento de
Cavalaria, até a Praça da Bastilha. Colocaram a
pedra fundamental da Coluna de Julho. O rei
depositou a pedra e d. Pedro a martelou. Inaugurou no Panteão, no Quartier Latin, junto
com o rei, uma placa em memória dos mortos
da revolução no ano anterior. Assistiu uma
apresentação do coro que entoava o Hino aos
mortos de julho, letra de um desconhecido
jovem, Victor Hugo. Era bastante comum que os ajudantes de
ordem de Luis Filipe, tivessem que resgatar d.
Pedro do meio da multidão e por diversas
vezes. Fazima várias perguntas, beijavam a sua
mão. Queriam saber a idade da rainha Maria II
e se realmente tinha consigo uma grande
tesouro vindo do Brasil. Xingado no Rio.
Ovacionado na frança Pedro apeou do cavalo, foi andando com o
povo e puxando seu cavalo pelas rédeas. Assim
entrou no palácio Real. Chamavam-no de don
Perdreau (d. Perdiz), por conta do chapéu
militar com penacho Ao fim da tarde, recebeu do rei a Grã-Cruz da
Legião de Honra. A imprensa tal como a
brasielira é uma vergonha a parte. Sempre
procurando falar mal de alguma coisa. Pedro tentou junto ao governo francês, a
entregar-lhe os oito navios portugueses detidos
no Tejo. Mas, estavam associados ao pedido de
libertação dos franceses e pagamento de
indenizações.
Mas a França cogitou libertá-los caso as
tripulações fossem pela causa da rainha. Se hospedou em Londres novamente no
Mivart's Hotel, atual Claridge!
Passou dois dias no Castelo de Windsor a
convite do Rei.
D. Amélia encontrou sua tia, Hortênsia de
Beauharnais, ex-rainha da Holanda Mais de 400 portugueses exilados, desfilam para Maria II, em Londres Pedro escreve em carta que sairia rápido de
Londres. A cidade era muito cara e ele iria
vender algumas joias e pratas para poder
continar andando de camisa engomada sem
dever nada à ninguém. Exilados espanhóis queriam que d. Pedro
durrubasse também o Trono de seu país e
realizasse a sonhada união ibérica. Com isso d.
Pedro passa a ser o ser humando que recusou
4 coroas.
Brazil, Grécia, Portugal e Espanha. A Casa bancária Rothschild nega 12 mil libras
para o governo Portuguees nos Açores. D. Pedro assina contrato de empréstimo com o
banqueiro e exilado espanhol Juan Alvarez y
Mendizábal, banqueiro Judeu que desejava
voltar ao seu país. Ele gostou da luta de d.
Pedro e sua contituição que dava liberdade de
culto. D. Miguel era a favor da expulsão dos judeus.
Sua sagacidade profunda como um pires, não
percebia que o capital iria embora junto. D. Pedro designou o marquês de Palmela,
presidente da regência portuguesa nos Açores
para rumar à Londres e realizar as tratativas
e contratações. Era o início da construção da
expedição para libertar Portugal D. Pedro escreve carta para o Brasil lembrando
do seu povo e da independência D. Pedro comemora seu aniversário em novo
endereço. No Castelo de Meudon, havia todo
um controle e segurança que impedia seu
encontro com certas pessoas tidas como
perigosas pelo governo (muito liberais). Ele saiu
quando começaram a questioná-lo Mesmo assim, rei e rainha da França o
visitaram no seu aniversário e no novo
endereço D. Pedro Conheceu no Teatro Nacional da
Opera Cômica, o autor Gioachino Rossini
Presentou Pedro com partituras autografadas;
Pedro lhe enviou suas composições;
Rossini pediu autorização para apresentar uma
de suas obras D. Pedro rege uma Grande Abertura própria e é
muito apludido e elogiado por uma parte da
imprensa. A outra o chamada de Don Perdu
(Dom perdido) e que sua música era o motivo
dos brasileiros terem pedido a sua abdicação
E que conquistaria Portugal derrotando
soldados com a sua música A mesma peça foi reapresentada por Rossini e
na presença do rei e rainha da França. 30 anos depois, Rossini escreve à a d. Pedro II:
Fiz executar no Teatro Italiano uma Abertura de
sua composição que era adorável. Ela
teve grande sucesso, e como, por discrição, eu
não nomeei o autor, os cumprimentos foram
dados a mim,erro que não desagradará seu
augusto filho, que poderia bem se lembrar de
me enviar um pouco do café tão célebre de
vosso país 30 anos depois, Rossini escreve à a d. Pedro II:
Fiz executar no Teatro Italiano uma Abertura de
sua composição que era adorável. Ela
teve grande sucesso, e como, por discrição, eu
não nomeei o autor, os cumprimentos foram
dados a mim,erro que não desagradará seu
augusto filho, que poderia bem se lembrar de
me enviar um pouco docafé tão célebre de
vosso país Pedro foi sozinho às compras de bonitos
(brinquedos) para seus filhos no Brasil. Levante Liberal mal sucedido.
Pedro e família vestiram luto.
44 pessoas enforcadas. Pedro dispos de 25 mil libras próprias e
comprou uma fragata e uma corveta.
Rebatizadas de Amélia e Terceira Se juntaram mais dois navios mercantes que
foram armados na inglaterra e rapidamente
levados para a França. Os países ajudavam mas
sem querer se envolver publicamente.
Rainha de Portugal e d. Maria II D. Pedro em Carta para Palmela, avisa-o que só
partirá após o nascimento do filho com Amélia. Existe a hipótese (Claudia Witte), de que d.
Pedro esperou às 6 semanas de resguardo
para engravidar Amélia novamente.
Quem sabe viria um varão?
Quem garantiria que ele voltaria vivo? A Frota Portuguesa é dada como pronta.
Sete mil homens disponíveis. Aniversário de d. Pedro II
D. Pedro I estava tão alegre com os dois
eventos, que teve uma ataque epilético.
Ficou de cama por todo o dia 3. Pedro escreve para a aia (Resp. pela criação das
crianças) de seus filhos no Brasil.
Informou sua alegria ao saber que haviam
oferecido um chá para lembrar o aniversário do
pai.
Contou sobre a festa que fez para lembrar o
aniversário de d. Pedro II. Pedro pede na carta, que seu filhos façam
desenhos das paisagens conhecidas da cidade.
Seu prazer seria dobrado.
Ele relata que repetidas vezes desenrola um
desenho panorâmico de São cristóvão e
sempre termina em lágrimas de um coração
brasileiro. Disse também que partiria entre o dia 20
janeiro e o fim do mês, para as ilhas com sua
esquadra contra o usurpador do trono e
assassino de seu pai. D. Pedro despediu-se de d. Amélia, d. Maria II
(12), da duquesa de Goiás (7) e do bebê, Maria
Amélia.
Uma filha de cada amor.
General La Fayette e mais 200 pessoas se
despedem de Pedro.
A pedido, Chalaça e o marquês de Resende,
permanecem em Paris cuidadondo dos
negócios e da família de Pedro. Desembarcam em Belle-Íle-en-Mer.
Fois festejado com um baile;
um desfile da guarda nacional;
O restante de sua frota e seu exército lhe
aguardavam;
Passou-os em revista;
Presidiu o juramento feito por marinheiros e
soldados;
Um misto de mercenários estrangeiros ,
exilados portugueses, brasileiros e os
escritores Alexandre Herculano e Almeida
Garret.
Seus 8 mil homens enfrentariam os 80 mil do
irmão Dom Pedro tentou ir para a Ilha Terceira, mas
devido a tempestades, desembarca em São
Miguel nos Açores (9 ilhas)
Bailes;
jantares;
manobras militares;
treinamentos ;
inspeções Sem um legislativo e sem o jogo de interesses
políticos pequenos, pode transformar Portugal
no estado mais moderno da Europa no que
tange a direitos e liberdades. Tudo através da
sua metralhadora de decretos e leis.
Afinal era o homem, um criador de constituições. Aboliu a escravidão em Portugal Assegurou a propriedade privada;
Liberdades individuais;
Desenhou um novo Estado;
Baniu o que era herança feudalista;
Acabou com os impostos que sustentavam as
igrejas;
Encerrou antigos tribunais;
Privilégios de nobres, militares, clero e
membros das corporações de ofício. Realizou inúmeras inspeções.
Chegou as n9 na alfândega que tem
expediente iniciando às 8. Estava fechada.
Trancou tudo e levou a chave consigo.
Demitiu todos os funcionários e nomeou
outros no mesmo dia. D. Pedro I, escreve para o filho d. Pedro II (mais...) D. Pedro I, escreve para a filha d. Maria II.
Pediu estudos, exercícios, que saísse mais ao ar
livre e moderação com a comida
(mais...) Ainda no Horizonte, armaram grandes
estruturas falsas que davam a impressão de
serem grandes navios de guerra.. A frota
possua apenas seis desses e reais.
A guarnição do Porto apavorou-se com o
tamanho do suposto exército que era estimado
em 30 mil soldados quando na
verdade eram 8. A formação de batalha ainda no horizonte;
idéia geral de que a invasão seria por Lisboa,
fez a guarnição recuar. D. Pedro declara aos seus homens (mais...) Adiante seguiam soldados do exército liberal,
com hortênsias nas cores brancas e azuis na
boca de suas armas. A população não aderiu a causa. O clero ainda
estava com Miguel e os camponeses fugiram
com os seus animais.
O discurso era o de que Miguel estava ali junto
do povo, gostava de touradas e cavalos e Pedro
era o usurpador da maior colônia do reino.
Mas houve quem aplaudisse e se juntasse a
tropa. Os presos políticos se soltaram e
juntaram forças.
Todos seguiam Pedro na promessa de deixar a
barba crescer até a vitória com a libertação de
Lisboa Os que mais aderiram foram aqueles que estavam sendo perseguidos.
Maçons, financistas, judeus, intelectuais, diplomatas, generais, políticos e outras pessoas mais inteligentes D. Pedro escreve:
“Este povo está fanatizado pelos padres, e não
tem, até agora, dado provas de amor à
liberdade. Parece impossível que isto aconteça
no meio da Europa civilizada, e no século 19!” D. Pedro acompanha batalha do ponto mais
alto do terreno, indiferente aos tiros de canhão
e mosquete que batem a sua volta.
Serra do Pilar D. Pedro escreve para a filha Maria II:
Porto, 18 de julho de 1832
Eu estou contentíssimo contigo, agora por ver,
e saber, que tu sentiste que eu estivesse
desgostoso em consequência de te mostrares
um pouco preguiçosa: agora porém que tu,
segundo me dizes, e eu creio, tratas de estudar
como convém e me dás provas disto, eu me
glorio de ter uma filha tão obediente e minha
amiga, como tu és.
A mensagem para todos os filhos:
Estudem! Os liberais conseguem algumas vitórias e
dominam o centro da cidade D. Pedro tenta retirar e reorganizar seu
exército. Através de Palmela, pede ajuda a
Parlmerston.
Esse diz que ajuda. Que levaria todos para os
Açores, mas que seria o fim da guerra e
reconheceria Miguel. D. Pedro pediu que Palmela esquecesse que a
consulta havia sido feita. Tinham que preparar
a cidade para o cerco. INÍCIO DO BOMBARDEIO MIGUELISTA
Rotina de Pedro I.
Acordava as cinco;
Cavaca trincheiras;
Fazia as refeições ali mesmo;
Não queria perder tempo; D. Pedro escreve AO FILHO:
(mais...) 1º Grande Ataque Miguelista
Dia de São Miguel;
Combates em várias ruas;
Quatro mil baixas miguelistas;
Cem mortos e trezentos feridos;
D. Pedro foi visto lutando em todas as frentes e
sob grande tiroteio.
Inspirava os homens que sempre o acompanhavam; 2º Grande Ataque Miguelista
Forte bombardeio;
Atacaram uma fortificação constitucionalista e
sofreram grades perdas. Amélia escreve Linda carta de despedia para Pedro II Conde de Vila Flor renuncia e d. Pedro assume o Exército. D. Pedro convoca todos os portugueses
emigrados para se juntar a causa.
(confirmar data) General Saldanha chega!
Recebe três divisões.
Conde de Vila Flor (Duque da Terceira) idem
Sir Thomas Stubbs idem. Com e chegada de /Saldanha, seu inimigo
pessoal, Palmela retorna para Londres e
assume a função com Mendizábal, de
conseguir cavalos, equipamentos e homens
(confirmar a data da saída do Palmela) Pedro recebe a última cartinha de d. Paula Mariana.
(mais...) Pedro recebe informes de que a filha não está bem e escreve à Bonifácio
(mais) Pedro implora a à Bonifácio
(mais) Cerca de 4000 pessoas morreram nos últimos
seis meses, em decorrência da fome e doenças
como tifo e cólera. Os soldados comiam cavalos mortos, o povo
devorava cães, gatos, mulas e ratos Com a confirmação da morte da filha, d. Pedro
escreve aos filhos.
(mais) A Rotina de Pedro nesse período da guerra
(mais) D. Pedro brinca com a nova tática absolutista
de fazer fogo massivo no próximo alvo de
invasão
(mais) D. Pedro escreve ao filho Descrição de d. Pedro por um oficial inglês
(mais) Através de Amélia e seus partidários, Marechal
Solignac chega ao Porto e d. Pedro lhe entrega
imediatamente o comando do exército A marinha comandada por Sartorius ameaça se
rebelar por falta de pagamento. Deixam de
executar ordens no dia 24, quando de uma
operação naval e terrestre visava virar o jogo.
Tudo perdido. Os soldados comiam cavalos mortos, o povo
devorava cães, gatos, mulas e ratos (copy) Os miguelistas atacam Saldanha e perdem com
várias baixas Alegando mau tempo, Sartorius partiu com os
navios para águas espanholas.
Hoje sabe-se que ele tentou vender os navios. Mendizábal paga todos os marinheiros de
Sartorius, assim como um novo almirante,
Charles Napier, com seis meses de salário no
bolso. Esse rende Sartorius no dia 2 de junho D. Pedro pede um novo almirante aos seus
representantes na Europa Napier chegou com roupas sujas e um pano em
volta da cabeça/queixo por conta de uma
nevralgia. Pedro mandou ele falar direto com
Solignac. Napier dizia que a maior parte do exército de
Miguel estava no Porto e a capital seria um
lugar mais fácil de tomar. Ele queria levar toda
a frota mais 6.000 homens.
Montaram um conselho e d. Pedro disse que a
decisão do conselho seria respeitada. Pois era
formada por portuguees nobres e patriotas.
No brasil era acusado de ser português e em
portugal se sentia um brasileiro O conselho decidiu pelo plano de Napier, mas
com 2400 homens.
Solignac entrega o cargo;
Pedro assumo o exército e coloca Saldanha
como chefe do Estado maior.
Vila-flor como cmd da força expedicionária;
Palmela como lugar-Tenente, responsável pelo
governo das cidades libertadas. A expedição não partiria direto para Lisboa.
Seguiria adiante e tomaria Algarve e iriam até a
capital por terra. A noite, duque da Terceira desembarca no
Algarves. 40km de Faro, sua capital; Algarve é dominada;
Palmela estabelece um governo provisório Napier retorna para dar combate aos navios
que partiram de Lisboa em seu encalço. Batalha naval do Cabo de São Vicente.
Constitucionalistas: 176 canhões;
Miguelistas: 372 canhões;
Napier vence e toma dois navios de guerra,
duas fragatas e uma corveta. Miguelistas percebendo uma redução da
guarnição do Porto resolvem atacar e sofrem
nova derrota. Já sabendo da invasão do Algarve e a perda da
supremacia marítima, Miguel decidiu por mais
uma investida contra o Porto.
Durou nove horas;
as defesas cederam;
Saldanha liderou um contra-ataque com 18
oficiais de cavalaria e vinte lanceiros.
Miguelistas já acumulavam 6000 mortes Com a aproximação pelo Tejo dos navios de
Napier e das tropas do duque da Terceira,
explore uma revolta liberal em /Lisboa.
A bandeira liberal azul e branca da menina
carioca de São Cristóvão, tremulava nas duas
principais cidades do país.
Lisboa é ocupada. D. Pedro foi com o camarista, o capelão e o
ajudante de campo ao Mosteiro de São Vicente
de Fora. No jazigo dos reis e rainhas
portuguesas, celebrou uma missa pelo repouso
dos pais. O jornal Chronica de Lisboa publica: (mais...) D. Pedro escreve ao filhos no Brasil (mais...) Marquês da Fronteira se lembraria, nas suas
memórias:
O imperador, com a atividade que o
caracterizava, levava em Lisboa a vida que
levara no Porto, fazendo traçar a linha de
defesa da capital [...], fazendo construir redutos
e baterias que eram ineditamente artilhadas,
organizando batalhões nacionais e regimentos
de todas as armas Napier em suas memórias:
Era o homem mais ativo que tenho visto;
levantava-se cedo, e para tudo olhava
pessoalmente; e, conhecendo o caráter
demorado dos portugueses, tinha razão; se não
fosse a sua atividade a expedição jamais teria
dado à vela das ilhas dos Açores. Era homem
de valor, mas não de um repente, de impulso,
ou então não o teriam persuadido a
permanecer no Porto, em lugar de avançar no
momento que desembarcou, ou a abandonar a
intenção de embarcar na Esquadra com cinco
mil homens Após mais uma derrota para a tropa do duque
de Terceira, Miguel deixa o Porto e parte para
Coimbra para juntar forças com as tropas do
duque de Candaval que havia saído de Lisboa Após duas derrotas numa luta encarniçada,
Miguel retorna para Coimbra.
O duque da Terceira teve o cavalo morto e saiu
ferido;
Um soldado morreu ao lado de D. Pedro I, com
um tiro de canhão. Houve mais uma tentativa de ataque sem sucesso. D. Pedro envia o marquês de Loulé para buscar
a rainha d. Maria II, d. Amélia e a princesinha
Maria Amélia Napier descreve o encontro de d. Pedro com a sua família (mais...) A rainha desembarca;
acompanhada do pai, madrasta e ministros;
21 salvas de tiros;
Muitos barcos a vela no tejo;
o branco e o azul eram vistos em roupas,
bandeiras e janelas;
Todos queriam ver a rainha;
O exército estava de prontidão e formavam
círculos de proteção.
Oficiais não podiam sair de seus postos e
estavam todos prontamente armados Ao desembarcar, foi recebida pelo general
saldanha que foi imediatamente nomeado
marechal A rainha tomou o braço esquerdo da
imperatriz e o direito do pai que lhe sussurrou
algo no ouvido e diante da multidão ela gritou:
"Viva a carta constitucional"
Foi uma euforia tremenda com todos dando
vivas a rainha, a pedro, a amélia as carta! A inglaterra vence a batalha de Trafalgar A Rainha senta finalmente em seu trono;
A imperatriz ficou a esquerda e d. Pedro a
direita, no chão.
Restava derrotar Miguel e limpar 3/4 de
Portugal. França e inglaterra mandam representantes
diplomáticos. Querem também ajudar
militarmente.
Pedro insiste que vai seguir com seus fieis
Saldanha, Terceira e Napier (carente de frota,
virou general) Pedro alternava entre Lisboa e o acampamento
de Saldanha em Cartaxo.
Ao passar por Almada, d. Pedro apanha um
resfriado, que virou bronquite com febre e falta
de ar Reestabelecido, voltou para Cartaxo e teve uma
recaída.
Primeira vez com sangue no catarro D. Pedro escreve para o filho em seu aniversário.
(mais...) D. Pedro retorna a Cartaxo e tem nova recaída
com sufocação e asma e salivação sanguínea Miguel e a sua irmã, d. Maria d'Assunção,
contraem cólera.
Miguel manda carta para o irmão que se recusa
a abrir e a devolve. D. Maria d'Assunção falece por cólera Bonifácio foi suspenso do cargo de Tutor e
preso, pelo decreto de 14 de dezembro de 1833 D. Pedro escreve aos filhos
(mais...) D. Pedro escreve para Mariana Carlota de
Verna Magalhães, que se exonerou do cargo de
dama camarista reclamando do autoritarismo
de Bonifácio, mas que articulou pela demissão
do mesmo. Os espiões de d. Pedro contaram tudo.
(mais...) Duque da Terceira toma Amarante Generais miguelistas mandam emissários para negociar a paz Em Elvas, a antiga regente, d. Isabel Maria é
libertada pelas tropas constitucionais.
O Marquês da Fronteira lhe conta sobre Évora-
Monte, da desmoralização dos batalhões do
usurpador e da queda do seu reinado D. Pedro grita com o deputado brasileiro Cunha
Matos:
(mais...)
Falava sobre o partido restaurador, o
Caramuru, Sebastianistas que o queriam de
volta Sessão da câmara é interrompida.
Pronunciamento do ministro das Relações
Estrangeiras, Bento da Silva Lisboa;
Havia o temor do retorno de d. Pedro I e muitas
pessoas já conspiravam pra isso.
Criaram uma série de leis que reduziam
direitos dados pela CF;
Foi aberta uma CPI;
A oposição dizia que não passava de um golpe da regência Câmara propõe banimento de d. Pedro I.
A proposta não passa no senado; O financista Judeu, José Buschental confessa
em carta, ter sido contratado por Feijó, como
espião de d. Pedro I. Temiam o seu retorno ou
invasão do Brasil. (Londres)
Pedro tinha seus espiões também, embora o
objetivo era acompanhar a educação dos filhos.
O comerciante José Gonçalves da Silva e o
bibliotecário frances, Germano Lassere A caminho do teatro São Carlos em Lisboa,
Pedro tem a sua carruagem atacada com
pedras e lama.
Do saguão a plateia, todos reclamavam do
acordo.
Pedro tentou explicar, escutou-se do alto a
palavra CANALHA
Jogaram-lhe moedas;
Dois ajudantes de ordens e um general
apareceram, mas foram humilhados O povo de lisboa queria vingança. Que miguel e
seus soldados fossem executados Tremendo e com falta de ar, D. Pedro teve um
ataque de tosse e o lenço que levou a aboca
voltou encharcado de sangue vermelho e
espumoso.
Silencio absoluto;
D. pedro pediu então gritou para que o
maestro desse início Segundo aniversário do desembarque no Porto;
A corte viu um homem fraco, lívido e de olhos
fundos, tossindo.
Amélia e a rainha estavam com ele. Pedro Visita o Porto cumprindo a promessa de
levar a rainha.
Escreve uma proclamação
(mais...) Pedro do navio e acenando com um lenço para
a multidão que se despedia disse para Amélia e d. Maria II:
"Enganei-vos? Não são eles meus fiéis portuenses?"
Olhando novamente para terra:
"Adeus, Porto, nunca mais te verei. Retornando a queluz, pedro teve um novo ataque e recaída. Abertura das cortes;
Sobe as escadas de S. Bento, entre a mulher e a
filha, devagar, parando em cada degrau, a
respiração difícil.
Leu o discursos com voz fraca;
lembrou de tudo o que acontecera até o
momento;
As cortes decidiriam se d. Pedro seria
oficialmente o regente ;
Para não influenciar, ele decide sair de Lisboa; Pedro segue para a cidade de Caldas da Rainha
para um tratamento termal, contra a vontade
dos médicos.
Amélia, A Rainha e Chalaça o acompanhava; D. Pedro piora e retornam para queluz;
As cortes ainda não tinham decidido pela regência;
As cortes não queriam pagar Mendizábal Decidido pela regência, Pedro optou por fazer o
juramento público no palácio da ajuda, pois era
enorme, podia receber toda a corte e não tinha
tantos degraus quando o São Bento. Ele já não
conseguia mais esse esforço.
Marquês da Fronteira registrou: D. Pedro retorna para o quarto em que fora
concebido e nascido, D. Quixote em Queluz. D. Pedro dita seu testamento;
Amélia tutora de todas as crianças;
Para o cunhado Augusto, sua espada; D. Pedro consegue assinar seu testamento D. Pedro recebe a extrema-unção D. Pedro com muito esforço escreve
de punho para as cortes: A assembléia e galerias lotadas ficam em
silêncio após a leitura da carta. O estado era de
choque. O presidente interrompeu com a voz embargada O relator General Saldanha lê o parecer final da comissão:
D. Maria foi emancipada aos 15 anos;
Assumiria integralmente o governo; Melo Beyer, par do reino, corre até Queluz para
comunicar as resoluções das câmaras.
Encontra o ex-imperador entre as filhas,
esposa, médicos e amigos;
Pedro fica muito feliz e dá vários conselhos à
filha; recomenda clemência contra os que
comenteram crimes contra seu pai;
A Amélia, solicitou que seu coração fosse
enviado à cidade do Porto, em reconhecimento
aos sacrifícios feitos pela população durante o
cerco D. Pedro queria se despedir de todos;
A rainha;
a esposa
amigos;
abençoou os filhos distantes;
do exército despediu-se abraçando o duque da
terceira;
pediu ao seu ajudante de ordens o coronel
pimentel que fosse buscar um soldado do 5º
regimento de caçadores. Veio o soldado 82,
Manuel Pereira, pedro o abraçou e pediu que
retransmitisse em sinal de saudade e apreço A rainha saiu de Queluz e presidiu o conselho
de Estado no Palácio das Necessidades em
Lisboa. Realizado o juramento em São Bento Primeiro ato: Concede ao pai, a Ordem da
Torre e Espada Entra correndo no quarto do pai para lhe
entregar a medalha e ainda o encontra vivo Amélia escreve para Januária O escritor António Feliciano de Castilho
registrou o sepultamento (mais...) Bonifácio soube do falecimento do d. Pedro I e escreve p/ d. Pedro II Evaristo da Veiga, dono da antilusófona
Aurora Fluminense e um dos antagonistas de
d. Pedro no 7 de abril, publicou na edição no
987, de 3 dedezembro de 1834: A Rainha concede ao médico de d. Pedro I, o
título de Cavaleiro de Nossa Senhora de Vila
Viçosa por gratidão e testemunho de seus
esforço em prolongar a vida do seu pai. D. Pedro escreve á sua filha Maria II D. Pedro escreve para o filho em seu
aniversário e comenta sobre os estudos
(mais...) D. Pedro dita para o seu médico e de
madrugada, uma carta aos brasileiros Nasce d. miguel. E MASSADA? A simbologia do cavalo com:
uma pata levantada=Morreu ferimento de batalha;
duas empinando=morreu em batalha;
quatro no chão=morreu fora da guerra; Frei Antonio de Arrábida, nomeado bibliotecário
da Biblioteca Pública da Corte.
É o primeiro ibliotecário da Biblioteca Imperial e Pública da Corte, título que, apesar de inédito, substituía o de Prefeito da Real Biblioteca, destinado aos principais encarregados pela organização e conservação do acervo documental. Chega ao Rio de Janeiro, o navio Três Corações.
Saiu de Portugal no dia 3 de julho.
Trazia informações não oficiais e quase secretas de Lisboa.
O mensageiro era de confiança.
(Talvez um deputado brasileiro no congresso ou funcionário
administrativo que teve contato com as atas das decisões
que seriam enviadas ao Brasil.
Oficialmente, tais decisões chegariam em 21 de setembro,
pelo navio Quatro de Abril. 1 - Chegam as cartas do Três Corações 2 - Conteúdo da correspondência: Surge a guilotina Realizada a Assembleia de Notáveis na França,
depois que dois ministros da fazenda não
conseguiram mudar o cenário de crise Fiscal Dissolvida a Assembleia de Notáveis Batalha do Genipapo Morre d. Francisco Antônio, primogênito de d. João. Batalha de Guararapes 09.01.1822 - É tornado público o Termo de Vereação do Senado No Rio de Janeiro, é sufocada a reação das tropas portuguesas José Bonifácio de Andrada e Silva (SP) encabeça
o primeiro gabinete ministerial formado por
brasileiros 13.05.1822 - É público o Termo de Vereação do
Senado [da Câmara Municipal] da cidade do Rio
de Janeiro, onde consta que o príncipe regente
D. Pedro de Alcântara aceita o título de
Defensor Perpétuo do Brasil. Conselho de Procuradores 06.03.1822 - Em Lisboa, nas Cortes Gerais,
Extraordinárias e Constituintes da Nação
Portuguesa, o deputado Nicolau Pereira de
Campos Vergueiro (SP) faz um memorável
discurso em defesa do Brasil quando, nesse
dia, os ânimos da maioria estão exaltadíssimos
contra o Reino Americano. 22.05.1822 - Em Lisboa, nas Cortes Gerais,
Extraordinárias e Constituintes da Nação
Portuguesa, o deputado Antônio Carlos Ribeiro
de Andrada Machado e Silva (SP), irmão de José
Bonifácio, estando com a palavra, ao ser
interrompido pelas galerias quando fazia
veemente defesa do Brasil, declara: "Eu não sei
quem tenha pela lei a ousadia de perturbar-me.
Os cidadãos das tribunas devem saber que reis,
quando elegem os seus representantes, são,
neste lugar, súditos: aqui cumpre-lhes todo o
sossego: es 23.05.1822 - É público o Termo de Vereação do
Senado da [Câmara Municipal] da cidade do Rio
de Janeiro, onde consta que a instituição,
atendendo aos anseios da população daquela
cidade, dirige-se à presença do príncipe
regente D. Pedro de Alcântara em "que
pretende e requer que o mesmo Senhor
mande convocar nesta Corte uma Assembleia
Geral das Províncias do Brasil". 02.06.1822 - No Rio de Janeiro, o príncipe
regente D. Pedro de Alcântara instala o
Conselho de Procuradores-Gerais das
Províncias do Brasil. Em seguida é realizado o
juramento aos "Santos Evangelhos", inclusive
pelos ministros e secretários de Estado. 03.06.1822 - No Rio de Janeiro, o príncipe
regente D. Pedro de Alcântara expede decreto
para atender um requerimento datado do
mesmo dia, dos Procuradores-Gerais das
Províncias do Brasil Bonifácio "remete a todos os governos das
províncias, os decretos, proclamações e
instruções para as eleições de deputados à
Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do
Reino do Brasil". 01.10.1822 - Lisboa. Sessão solene das Cortes
Gerais, Extraordinárias e Constituintes da
Nação Portuguesa Sete deputados Brasileiros não juraram a
constituição portuguesa e fugiram para a
Inglaterra Primeira demissão de José Bonifácio de
Andrada e Silva (SP) e Martim Francisco Ribeiro
de Andrada (RJ) do primeiro gabinete ministerial 04.11.1822 - Lisboa. São encerrados os
trabalhos das Cortes Gerais, Extraordinárias e
Constituintes da Nação Portuguesa. Bonifácio Conclama reunião da constituinte 14.04.1823 - No Rio de Janeiro, o imperador D.
Pedro I expede decreto designando o dia 17 de
abril para a reunião dos deputados da
Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do
Império do Brasil. No Rio de Janeiro, abertura e instalação da
primeira sessão preparatória da Assembleia
Geral, Constituinte e Legislativa do Império do
Brasil 18.04.1823 - No Rio de Janeiro, no Plenário da
Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do
Império do Brasil, o deputado Antônio Carlos
Ribeiro de Andrada Machado e Silva (SP)
apresenta fórmula de juramento para os
deputados constituintes. 01.05.1823 - No Rio de Janeiro, às 9 horas, os
deputados constituintes deixam o plenário da
Assembleia e se dirigem, em corpo, à Capela
Imperial para a "Missa Solene do Espírito
Santo" e logo em seguida a prestação de
juramento com a mão sobre os "Santos
Evangelhos". D. João vence. Dissolve as cortes e a
constituição. Nomeia junta para um nova
constituição Bonifácio apresenta a idéia de uma capital no interior do Brasil Proposta de criação da universidade de São Paulo e Olinda D. Pedro aceita o pedido de demissão de José Bonifácio... Prisioneiros portugueses feitos na Bahia, na
guerra da Independência do Brasil, fossem
incorporados ao Exército brasileiro No Plenário da Assembleia Geral, Constituinte e
Legislativa, o deputado Antônio Carlos Ribeiro
de Andrada Machado e Silva (SP), relator,
apresenta um Projeto de Constituição com 272
artigos. Aprovado o 7 de setembro como aniversário da
independência Exemplar do projeto de constituição é enviado
para d. Pedro I Militares pedem a expulsão dos Andradas da
Assembléia e ensaiam revolta Discussão sobre a Liberdade de Imprensa
termina em tumulto Noite da Agonia... O imperador D. Pedro I expede proclamação
que "trata da dissolução da Assembleia Geral,
Constituinte e Legislativa". 16.11.1823 - O imperador D. Pedro I expede
manifesto "justificando a dissolução da
Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa". Bonifácio e Belchior deixam o Brasil... Regulamentada a Liberdade de Imprensa Decreto determinando devassa sobre os fatos
sediciosos dos dias 10, 11 e 12 de novembro Presidente dos EUA, Doutrina Monroe e o apoio do Brasil É remetida ao Senado da Câmara do Rio de
Janeiro e às câmaras das províncias, o Projeto
de Constituição D. Pedro I contrai empréstimo Decreto de Jura da Constituição Desfeita a constituinte e convocada eleição geral 26.05.1824 - Os Estados Unidos da América do
Norte são a primeira nação a reconhecer a
Independência e o Império do Brasil, conforme
comunicado do plenipotenciário [embaixador]
brasileiro datado de 31 de maio de 1824. 19.04.1825 - Início da rebelião na Província
Cisplatina, fomentada pela República de
Buenos Aires, incorporando a Banda Oriental à
República das Províncias Unidas do Rio da
Prata a partir de novembro do mesmo ano. Assinado no Rio tratado de Paz com Portugal Declarada Guerra contra o Governo das
Províncias Unidas do Rio da Prata 04.03.1826 - Em Portugal, o rei D. João VI
adoece gravemente. É instituído um Conselho
de Regência presidido por sua filha, a infanta D.
Isabel Maria. A decisão visa impedir a subida ao
poder de D. Carlota Joaquina. O rei vem a
falecer a 10 de março. 27.03.1826 - Em Portugal, a Gazeta de Lisboa
publica uma portaria, datada de 20, que
ordenava que todas as leis, cartas, patentes,
etc. fossem passadas em nome de D. Pedro,
por Graça de Deus, Rei de Portugal e dos
Algarves. 10.04.1826 - É expedido decreto pelo
imperador D. Pedro I que manda "executar o
tratado solenizado entre D. João VI, de Portugal,
e Sua Majestade o Imperador do Brasil sobre o
reconhecimento da independência e do
Império do Brasil". 25.04.1826 - O imperador D. Pedro I expede
decreto, que "designa o dia 29 de abril, pelas
nove horas da manhã, para a primeira reunião
dos senadores e deputados em suas
respectivas Câmaras a fim de se praticarem e
seguirem todos os atos indispensáveis para a
solene abertura da mesma Assembleia". Primeira sessão da câmara Solicitação de criação do código civil e militar Primeiro projeto de Abolição É lido projeto sobre a responsabilidade dos empregados públicos Apresentadas as bases para o projeto de Código Criminal 04.10.1826 - Viena, Áustria. Conforme tratado,
o infante D. Miguel, irmão de D. Pedro I, jura a
Constituição portuguesa de 29 de abril. O
casamento com sua sobrinha, a princesa D.
Maria da Glória, celebrou-se na mesma corte,
no dia 29. A princesa foi representada pelo
barão de Vila Seca. Miguel recebe uma segunda chance... mas joga fora Ratificada a convenção preliminar de paz entre o Império do Brasil e a República das Províncias Unidas do Rio da Prata 13.09.1830 - É expedida Carta de Lei s/nº, que
regula os contratos de serviços de brasileiros e
estrangeiros. Periods
Obras na Cripta e exposição (Hymno da Carta) Hino Nacional Português
escrito por Dom Pedro I(IV) Viagem dos Imperadores à Bahia. Dom Pedro I na Guerra da Cisplatina
Demitiu corruptos e incompetentes
Nomeou administradores
Novos comandantes militares
Melhoria de instalações
Confraternização com as tropas
Conheceu RAFAEL
Barbacena assumiu as tropas
reduziu deserções e aumentou voluntários Retorno do Marquês de Barbacena
que expõe a d. Pedro I, as dificuldades
de conseguir uma nova esposa na
Europa Partida do Marquês de Barbacena da Europa,
levando d. Maria II. Em setembro, ao parar em
Gibraltar, soube do golpe de Miguel. Não
confiando no representante austríaco que lhe
aguardava em Gênova, desviou para a
Inglaterra, onde o rei a recebeu como rainha de
Portugal. Lá Maria encontrou sua tia, Ana de
Jesus Maria, marquesa de Loulé, exilada no
país. Ela era a preferia de Carlota e casara-se
com o filho do confidente de d. João e primeiro
marquês de Loulé. Esse foi assassinado
misteriosamente... Cessam as hostilidades entre Brasil
e Argentina Dom Pedro I no Brasil O caixão tinha 8cm a mais que a cova e aguardou o conserto por quatro anos. D. Sebastião União Ibérica Tordesilhas Período Pombalino Período da expulsão dos jesuítas Guerra da Restauração Reinado de Maria I, a Piedosa Origem das festas juninas Era napoleônica Guerras Peninsulares Presença de d. João no Brasil. A vida de D. Francisco Antônio Pio de Bragança,
Príncipe da Beira. Primogênito de d. João VI Reinado de d. Pedro I como imperador do Brasil D Pedro como Rei de Portugal e Algarves até a nomeação da filha, Maria II D. João Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves D. João Rei de Portugal e Algarves D. João como Imperador Titular do Brasil
e d. Pedro como co-monarca.
BRILHANTE!!!! Dom Pedro IV em Portugal D. Isabel Maria Regente de Portugal designada por d. Pedro IV D. Miguel Regente Guerra Civil Portuguesa *** CERCO DO PORTO *** Revolução Francesa Bloqueio Continental - Decreto de Berlim Espanha e França ameaçando Portugal Vida do Padre Antônio Vieira Vida do Padre Anchieta Guerra das Laranjas Guerra de independência espanhola contra os franceses Tropas francesas em território português D. João como Príncipe Regente Embarque e aguardando condições climáticas para zarpar Guerra da Cisplatina Revolução Pernambucana Revolução Liberal do Porto Reinado de Charles I Oliver Cromwell
1º Lorde Protetor da Comunidade da Inglaterra, Escócia e Irlanda Guerra Civil Inglesa Richard Cromwell , segundo e último Lorde
Protetor da Comunidade da Inglaterra, Escócia e
Irlanda e filho do primeiro Lorde Protetor, Oliver
Cromwell. Revolução Gloriosa Charles II King Jorge III (casa de Hanôver) Jorge IV (casa de Hanôver) Guilherme IV (Casa de Hanôver) Rainha Vitória Maria Isabel de Bragança (Irmã 1 ano mais
velha de d. Pedro I), rainha consorte da
Espanha até a sua morte durante um parto
mal feito (retalhada) e um ataque epilético. Congresso de Viena Francisco I como imperador da Áustria Pedro se apaixona por Noemi. Casaram em
cerimônia informal na praia. Ela grávida e
patrocinada pela família real, parte pro Recife.
O filho morreu logo depois do nascimento. Guerra dos 100 anos A vida de Santa Joana d' Arc Cruzada Popular ou dos Mendigos Primeira Cruzada Vida de São Jorge Segunda cruzada Terceira cruzada Quarta cruzada Cruzada Albigense A Quinta cruzada A Sexta cruzada A Sétima cruzada A Oitava cruzada A Nona cruzada Ordem dos templários Ordem de Cristo Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa Primeira vigência da Constituição de 1822 Segunda vigência da Constituição de 1822 O rei d. Pedro IV em Portugal e Algarves D. Pedro como Regente de Portugal Miguel como rei de Portugal e Algarves Primeiro Reinado de Maria II Segundo Reinado de Maria II D.Pedro em Ouro Preto Guerras de independência do Brasil Provavelmente em algum lugar desse período,
Pedro e Leopoldina conversaram sobre a
independência do Brasil, assunto que ela
repete na carta do 7/9/1822.
"Já dissestes aqui o que iria fazer em São Paulo. Fazei! Pedro parte para o Rio:
Aposta corrida com a guarda;
O percurso normal são 8 dias;
Pedro fez em 5, mesmo com alagamentos e temporais;
Quebra o recorde e o mantem até hoje; Golpe da Vilafrancada Triênio Liberal Espanhol Assembléia Geral constituinte Brasileira Nova constituinte entre o Pedro, Chalaça e o
Conselho de notáveis. Estudam as de
Portugal, França e Noruega. Tudo era revisado
pelo conselho. O anteprojeto da constituição, foi enviado
para as câmaras das vilas e cidades brasileiras.
Mais da metade retornou aprovando Confederação do Equador
Enviadas tropas do brigadeiro Lima e Silva +
esquadra do mercenário escocês, Lorde
Cochrane (almirante brasileiro e Marquês do
Maranhão). Isabel Maria recebe cartas das irmãs e do
irmão Miguel no exílio. Todos apoiando a
regente e afirmando aceitarem o irmão, d.
Pedro como legítimo herdeiro do trono. D. Pedro e Chalaça, escrevem a Constituição
Portuguesa em três dias. D. Isabel Maria Regente de Portugal designada por d, João VI e confirmada por d. Pedro em 2/5 Dinastia de Borgonha Portuguesa, também chamada Afonsina Reinado de d. Afonso Henrique Cerco de Lisboa D. Afonso Henrique como conde de Portucale Crise Dinástica Dinastia de Avis Cortes de Almeirim Crise de Sucessão Portuguesa de 1580 Cardeal-rei Henrique I de Portugal Felipe II da Espanha (Felipe I de Portugal) como
Rei de Portugal António de Portugal, Prior do Crato como Rei de Protugal Conselho de Governadores do Reino de Portugal Felipe II de Portugal Felipe III de Portugal D. João IV - O Restaurador D. Afonso VI, O Vitorioso D. Pedro II, O Pacífico D. João V, O Magnânimo, O Magnífico, O Rei-Sol Português D. José I, O Reformador D. Pedro III Tio e Esposa da Rainha Maria I An example of a time span A Revolta dos Mercenários na capital
Nos combates morreram cerca de 240
mercenários, mais 300 feridos; do lado oposto
120 mortos e 180 feridos. D. Pedro fica em tratamento médico na casa do
Marquês de Cantagalo, na própria rua do
acidente. Amélia no Brasil Pedro Retorna para o Rio em Luto D. Pedro I, D. Amélia e comitiva saem em
viagem à província de Minas Gerais com o
objetivo de reduzir as tensões com os líderes
regionais liberais e conseguir apoio para o
embate político na Corte.
Visitou várias vilas como Barbacena, São João
Del Rey, São José Cachoeira, Sabará, Caeté e
Mariana, até chegar a seu destino final – a
capital Ouro Preto. Distúrbios populares no Rio de Janeiro
conhecido como a "Noite das Garrafadas" onde
Portugueses moradores da rua da Quitanda e
que ocupavam a maioria dos sobrados,
expulsaram os brasileiros jogando-lhes
garrafas vazia de cima das suas casas.
Com a imprensa e os políticos alimentando o
conflito, as confusões duraram três dias. A conspiração de 1817 ou A Conspiração de Gomes Freire A bordo do HMS Warspite recebeu visitas, deu
ordens de embarque, vendia ou doava bens,
cobrava dívidas, vendia ações, minucioso nos
centavos.
Prestou contas da Cas Imperial até o dia 27 de
dezembro. Perdoou dívidas, doou casas, sitios,
propriedades para amigos e servidores leais
que permaneciam no Brasil. As dívidas que não
pode pagar, as anotou. Após o chicoteamento de uma cidação francês
pelo governo de Miguel, a França bloqueia o
Tejo pelo Vice-Almirante Roussin, Comandante
da Força Naval. Aprisionou 8 navios
portugueses até que Miguel assinasse um
tratado e indenizasse os franceses Pedro vai pra França levando d. Amélia e d.
Maria II D. Pedro sai de Londres (16).
Pernoita em Dover;
Embarca dia 17 no Vapor Lightning;
Chega a Calais no mesmo dia;
Entre recepções e homenagens, chega ao
Palácio Meudon (Chateau Meudon) no dia 20,
disponibilizado sem custos pelo rei Francês.
Foi talvez, a residência mais luxuosa em que d.
Pedro dormiu.
Fora reformada para o filho de Napoleão, Rei
de Roma e sobrinho de d. Pedro e d.
Leopoldina. Luís Filipe I de França D. Pedro, parte da Bretanha para libertar Portugal com sua força expedicionária. ***(COLOCAR MAPAS NO LIVRO)*** (mais...) Inverno na Europa 40 dias sem esperança (mais) Saldanha e seus homens constroem
fortificações entre o Porto e a cidade de Foz
para liberar a chegada de comida por terra D. Fernando VII - 1º reinado D. Fernando VII - 2º reinado Regência Trina Provisória Regência Trina Permanente Muda-se para Queluz.
Pedro tem um leve melhora na saúde, mas
reduz bastante suas saídas.
Não escreve mais cartas e nem anda a cavalo. Domínio Muçulmano Domínio Visigótico Domínio Romano Idade Média Alta Idade Média Baixa Idade Média Pedro pensa em dissolver o parlamento.
Envia perguntas aos seus conselheiros...
DEBATE ATé MAIO A vida de Mozart
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